Inicio Blog

Versa Asset: conheça mais sobre esse fundo de investimentos

quem é o fundo Versa?

Existem alguns fundos de investimento que são muito arriscados e, por isso, podem ter uma rentabilidade muito alta. É o caso do fundo Versa.

Se você não conhece, o Versa é um fundo que é gerido pela Versa Asset. Esse asset oferece diferentes fundos multimercado e também fundos de ações. Todos os fundos têm uma característica mais arriscada e são indicados para investidores mais arrojados.

Essa instituição é recente no mercado, mas já se diferencia de muitos outros fundos. Esse diferencial é graças a sua característica alavancada que traz mais risco ao investidor, mas também pode trazer altas rentabilidades.

O “carro-chefe” da casa é o fundo Versa Long Biased. Para quem não sabe, long biased é uma estratégia que contempla posições compradas (ação) e posições vendidas (aluguel de ação) – uma estratégia bem agressiva.

Eles também oferecem outros fundos como Versa Tracker, Versa Charger e Versa Fit, que são um pouco menos arriscados, mas também contam com a estratégia long short. Long short é uma estratégia que contempla investimentos em pares de ativos e ganha na diferença entre a compra e a venda.

O Yubb esteve com Luiz Fernando Alves, gestor do fundo, na sede da empresa em São Paulo (SP) para falar um pouco mais sobre esse asset. Dá o PLAY abaixo e confira:

Gostou do conteúdo? Se sim, não esqueça de se inscrever no canal de YouTube do Yubb e ativar as notificações para não perder os novos vídeos.

Gostou de conhecer mais sobre o Versa? Se tiver qualquer dúvida, é só deixar aqui embaixo!

Onde investir com a SELIC baixa?

O Copom (Comitê de Política Monetária) decidiu baixar a taxa SELIC de 6,5% para 6% ao ano no dia 31 de julho de 2019. A previsão é de que aconteçam mais cortes até o final do ano. Mas, e agora, onde investir com a SELIC baixa?

O Brasil possui um histórico de taxas muito altas. Em 2016, por exemplo, a SELIC chegou ao patamar de 14,25% ao ano. Isso significa que, se você deixasse o seu dinheiro no Tesouro SELIC, ele renderia 14,25% ao ano.

E, se procurasse melhor, dava para encontrar CDBs com a garantia do FGC que rendiam 16% ao ano. Era o paraíso da renda fixa, né?

Hoje, esse cenário mudou.

Desde o início de 2017, a taxa básica de juros vem sofrendo cortes e, atualmente, ela está em seu menor nível histórico: 6% ao ano. Se você investir no Tesouro SELIC, seu investimento renderá apenas 6% ao ano.

Como o brasileiro está acostumado com altas taxas em renda fixa, surgem muitas dúvidas sobre onde investir com a SELIC baixa. É nisso que eu vou te ajudar neste post!

A renda fixa morreu?

Se você acompanha o Yubb, viu que nós lançamos uma série de vídeos chamada A Morte da Renda Fixa. Nessa série, nós falamos sobre a morte das altas taxas de rentabilidade na renda fixa.

Quando a SELIC estava no patamar de 14%, era fácil encontrar títulos prefixados que pagavam até 18% ao ano. Para um investimento seguro, é uma taxa altíssima!

O próprio Tesouro SELIC, investimento mais seguro do Brasil, garantia os 14% ao ano – já que a rentabilidade acompanha a taxa básica de juros.

Hoje, muita gente procura onde investir com a SELIC baixa, já que essas altas taxas de rentabilidade não existem mais.

Sim, a renda fixa que nós conhecíamos morreu! Mas é importante dizer que ela NÃO MORREU para a sua reserva de emergência.

Os títulos de renda fixa (Tesouro Direto, CDBs, LCIs, LCAs e etc) sempre serão boas oportunidades para quem está buscando um investimento seguro.

A rentabilidade pode estar baixa, mas é sempre importante considerar investimentos em renda fixa se você for:

  • um investidor conservador;
  • um investidor que está começando agora;
  • um investidor que vai criar a reserva de emergência.

Para esses fins, a renda fixa NUNCA vai morrer. 

Agora, vamos para o que interessa! Confira abaixo três investimentos para você aplicar o seu dinheiro em tempos de SELIC baixa.

+ Quero investir em renda fixa

Fundos de investimento

Os fundos de investimento não são um produto, são um serviço. Você, investidor, ao comprar uma cota de um fundo, se torna sócio daquele fundo e passa a participar daquele “condomínio” de recursos.

Isso significa que, ao investir em um fundo, você está dando o seu dinheiro para o gestor investir. É o gestor que decide para onde vai o dinheiro dos cotistas (investidores) de acordo com a política do fundo.

Com a SELIC baixa, os fundos podem ser boas opções para quem quer obter mais rentabilidade. Como os gestores e suas equipes são profissionais da área, buscam os maiores rendimentos do mercado.

Como a renda fixa não oferece mais rentabilidades tão boas, o ideal é ficar de olho em, principalmente, dois tipos de fundos:

  • Fundo de ações (FIA): são fundos que investem, pelo menos, 67% do seu patrimônio em ações. Os gestores dos FIAs escolhem as melhores ações do mercado para os cotistas com o objetivo de encontrar a melhor rentabilidade.
  • Fundo imobiliário (FII): são fundos que investem em imóveis. Diferente dos outros fundos, os FIIs são negociados na bolsa de valores e possuem uma volatilidade alta. Com o aquecimento do mercado imobiliário, pode ser uma boa oportunidade.

+ Quero investir em fundos de investimento

ETFs

ETF significa Exchange Traded Funds e, em português, fundo de índice. Os ETFs são investimentos negociados na bolsa de valores, ou seja, você deve comprar pelo home broker da sua corretora.

Os ETFs são fundos que replicam algum índice. O Ibovespa, por exemplo, é um índice composto pelas empresas mais negociadas na bolsa de valores brasileira. Se você quiser investir no Ibovespa, deve comprar um ETF que replique o Ibovespa.

Dessa forma, ao comprar o ETF, você está comprando exatamente a mesma composição daquele índice. No caso do Ibovespa, existe o BOVA11, BOVV11 e outros.

Os ETFs, de um modo geral, podem ser boas opções com a SELIC baixa. Como os investimentos de renda variável tendem a ter rentabilidades melhores, os ETFs que acompanham esses índices podem ter bons resultados nos próximos meses.

Ações

Por último, mas não menos importante, as ações. Você não achou que eu ia falar sobre bons investimentos e não ia citá-las, né? 

Com a SELIC baixa, existe uma grande expectativa em cima da bolsa de valores. Nas últimas semanas, a bolsa vem batendo recorde de pontos e as ações das empresas vêm se valorizando.

Se você não sabe, uma ação é uma pequena parcela de uma empresa. Ao comprar uma ação, você está comprando parte daquela empresa e se tornando sócio da companhia.

Os economistas projetam, para os próximos meses, uma grande melhora na economia brasileira e, consequentemente, nas empresas brasileiras. Por isso, comprar ações pode ser uma boa oportunidade nesse cenário.

Sempre importante lembrar que ações são investimentos para o longo prazo. Especular e seguir tendências de mercado pode ser algo muito perigoso para quem não possui experiência.

A dica é sempre focar na estratégia de buy and hold, ou seja, comprar uma ação e segurá-la por muitos e muitos anos – com o objetivo de ganhar dinheiro na valorização daquela empresa no longo prazo.

Se você não sabe como escolher as melhores ações, nós temos uma série de vídeos sobre o assunto que pode te ajudar. Clique aqui e assista!

Conclusão

Para concluir, é importante lembrar que os fundos de investimentos, os ETFs e as ações NÃO possuem nenhum tipo de garantia e são investimentos mais arriscados.

Se você busca rentabilidade e aceita correr riscos, são ótimas opções para investir com a SELIC baixa. Caso contrário, procure investimentos que se adequem ao seu perfil de investidor. 😉

Agora que você já sabe onde investir com a SELIC baixa, qual investimento vai fazer? Deixe a sua resposta aqui embaixo!

Banco RCI: como abrir conta para investir

como abrir conta no Banco RCI

Existem muitos bancos no mercado brasileiro em que você pode investir o seu dinheiro. O Banco RCI é um deles – essa instituição financeira surgiu do Banco Renault e do Credi Nissan.

Sim, duas montadoras possuem um banco! Esse banco faz parte do Grupo RCI, que já é antigo no mercado. Ele oferece investimento em CDB (Certificado de Depósito Bancário) com liquidez diária ou liquidez no vencimento.

Por ser um banco digital, todo o processo de abertura de conta é completamente online. Não é preciso ir até uma agência, com alguns cliques e algumas fotos, é possível abrir conta no RCI.

Normalmente, mesmo sendo banco digital, o processo de abertura de conta de um banco é mais demorado do que uma corretora, por exemplo. Mas será que, no RCI, esse processo é rápido?

O #YubbResenha de hoje vai te responder isso. O Banco RCI foi o escolhido para abrirmos conta e cronometramos quanto tempo leva todo esse processo. Confira:

Gostou do conteúdo? Se sim, não esqueça de se inscrever no canal de YouTube do Yubb e ativar as notificações para não perder os novos vídeos.

E, é claro, não esqueça de deixar a sua avaliação sobre o Banco RCI (ou qualquer outra empresa em que você investe) no Guia das Melhores Empresas de Investimento para ajudar outros investidores.


Gostou do processo de abertura de conta do Banco RCI? Deixe a sua opinião aqui embaixo nos comentários!

Poupar ou investir tem diferença? Qual é o melhor?

Se você está começando a investir, já deve ter se deparado com a frase: “Poupar é uma coisa, investir é outra”. Mas poupar ou investir tem diferença? Qual é o melhor para quem quer ganhar mais dinheiro?

Sim, poupar ou investir tem diferença! E MUITA! São duas atitudes diferentes e que possuem consequências no seu bolso. Poupar é bom, mas investir também é e é sobre isso que vamos falar no post de hoje.

O que é poupar?

Poupar é sinônimo de economizar. Quando você poupa, você está guardando dinheiro, você está economizando. E, como o nome já fiz, isso tem tudo a ver com poupança.

O brasileiro gosta muito da poupança. Existem milhares de brasileiros que possuem o hábito de poupar todos os meses, ou seja, o hábito de guardar dinheiro e colocá-lo na caderneta de poupança.

Economizar dinheiro é uma ótima atitude. Inclusive, neste post eu te dei várias dicas sobre como você pode economizar dinheiro em pequenas coisas para ter mais patrimônio acumulado.

No entanto, poupar nem sempre é um bom negócio. Quando você junta dinheiro e coloca na poupança, você está deixando de ganhar mais dinheiro. Isso acontece porque (spoiler alert!) existem investimentos que rendem muito mais do que a poupança.

Desvantagens de poupar

Calma! A minha função não é falar mal da poupança e fazer com que você odeie a caderneta. A minha função aqui é que você entenda a diferença entre poupar a investir e, a partir disso, tome a melhor decisão.

Ao deixar o dinheiro na poupança, você encontra a seguinte rentabilidade:

  • Se a SELIC (taxa básica de juros) for menor ou igual a 8,5% ao ano, a poupança rende 70% da SELIC + TR (Taxa Referencial).
  • Se a SELIC estiver acima de 8,5% ao ano, a poupança rende 6,17% ao ano + TR.

Na data em que este post foi publicado, a SELIC vale 6% ao ano e a TR é zero. Ou seja, a poupança rende 70% da SELIC. 

Em uma rápida busca pelo Yubb, você já encontra investimentos prefixados que pagam 9% ao ano e até mesmo títulos mais seguros do que a poupança (Tesouro Direto) que pagam 100% da SELIC.

Em outras palavras: a poupança RENDE MUITO POUCO!

A poupança pode render tão pouco que pode ficar abaixo da inflação. Sim, a inflação pode “comer” o seu dinheiro enquanto você acreditava que ele estava rendendo. 

É por isso que muitos investidores e economistas dizem que você está perdendo dinheiro na poupança – porque você pode perder poder de compra por causa da inflação.

Além disso, quando você decide poupar, o seu dinheiro só irá render uma vez ao mês: no aniversário da poupança.

Ao invés de o seu dinheiro render todos os dias para te trazer um bom retorno, isso só acontece uma vez ao mês e, caso você retire antes do aniversário, perde toda a rentabilidade.

Se você está guardando dinheiro para cumprir seus objetivos financeiros, você quer que esse dinheiro se multiplique, certo? E, quanto mais rentabilidade, melhor. Para isso, é necessário investir.

O que é investir?

Investir é um comportamento proativo. É um processo que você, investidor, toma uma atitude para rentabilizar o seu patrimônio, ou seja, ganhar mais dinheiro.

Ao poupar, você está guardando dinheiro. Ao investir, você está ganhando dinheiro.

É claro que você pode perder dinheiro com investimentos, mas estou aqui falando sobre investimentos seguros com rentabilidades já definidas (renda fixa). Nesses casos, você ganha dinheiro.

Para quem pergunta se poupar ou investir tem diferença, essa é a grande diferença! É o fato de que você procurou uma oportunidade melhor para deixar o seu dinheiro.

Um investimento financeiro é aquele em que você tem esse comportamento proativo com o objetivo de ganhar um valor maior no futuro.

Vantagens de investir

Muitas pessoas pensam que o mundo dos investimentos é um bicho de sete cabeças e que é destinado apenas para os ricos. Mas, isso não passa de uma mentira!

É possível investir com pouco dinheiro (a partir de R$ 1,00!) e é muito mais simples do que parece.

Além disso, os investimentos em renda fixa são seguros e possuem algumas garantias. Os títulos públicos do Tesouro Direto, por exemplo, são garantidos pelo próprio governo federal. Isso os torna MAIS SEGUROS do que a caderneta de poupança.

Os títulos privados como CDBs, LCIs, LCAs, RDBs, LCs e muitos outros contam com a garantia do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) em investimentos de até R$ 250 mil por grupo financeiro e R$ 1 milhão por CPF.

Portanto, ao investir, você está procurando títulos que rendem bem mais do que a poupança e que vão te permitir rentabilizar o seu patrimônio.

Conclusão

Poupar é fundamental para você criar o hábito de economizar dinheiro. No entanto, é muito importante que você INVISTA a quantia que foi POUPADA.

Ao investir, você não só está acumulando dinheiro como está ganhando mais. E, consequentemente, estará mais próximo de todos os seus objetivos.


Deu para entender que poupar ou investir tem diferença? Vai começar a investir o seu dinheiro? Deixe um comentário aqui embaixo!

Quem é o robô R8 da Rico Investimentos? Conheça!

quem é o robô R8?

Robo advisor é um serviço de carteira administrada em que uma tecnologia investe o dinheiro do investidor. A Rico Investimentos, segunda maior corretora do país, também tem o seu robô: é o R8 Invest Machine.

O R8 é um serviço de gestão. Ao escolher investir pelo robô, o investidor delega a tomada de decisões para um profissional. Dessa forma, é o robô que vai decidir onde investir o dinheiro de acordo com os seus objetivos.

Esse tipo de serviço é indicado para quem está começando a investir, mas também é indicado para quem tem muita experiência, mas não tem tempo de fazer o gerenciamento da carteira.

O R8 possui milhares de carteiras e é individualizado, ou seja, cada investidor tem a sua carteira. Você cadastra os seus planos de investimento e, a partir disso, o robô encontra a rentabilidade ideal.

Vale dizer que, para operar no R8, é necessário ter conta aberta na Rico Investimentos. Como é uma experiência totalmente independente, você terá que responder algumas perguntas ao robô para montar a sua carteira.

O Yubb esteve Pedro Boesel, sócio do Grupo XP, para falar mais sobre o assunto. Confira:

[VÍDEO]

Gostou do nosso vídeo? Se você gostou, não esqueça de se inscrever no canal de YouTube do Yubb e ativar as notificações para não perder as novidades.


Gostou de conhecer o R8? Se tiver qualquer dúvida, é só deixar um comentário aqui embaixo!

Qual é o melhor investimento por perfil? Descubra que tipo de investidor você é e quais os investimentos certos para você!

Você já imaginou escolher os seus investimentos com total segurança?  Isso só é possível se você escolher o investimento por perfil investidor.

O seu dinheiro está guardado, você quer dar um passo adiante, mas sente medo por não saber o que é melhor para você. Saiba que dar esse primeiro passo não é um bicho de 7 cabeças! 

Você tem seus objetivos, suas necessidades e seus receios. Isso é totalmente normal. E é justamente por isso que para cada pessoa existe um série de investimentos ideais.

Neste artigo, você vai descobrir como dar o primeiro passo para escolher os seus investimentos com a segurança do que realmente é melhor para você.

Você vai ver conceitos que vão te ajudar a definir o seu perfil de investidor!  

Tendo isso claro, independente das suas características, momento atual de vida ou objetivos, saberá qual é o melhor investimento por perfil.

Ao final deste artigo você será capaz escolher quais tipos de investimentos estão mais alinhados com você.

Afinal, o que é perfil de investidor e por que isso é importante?

O seu perfil de investidor é uma classificação baseada nas características que você possui.

Hoje em dia, você pode encontrar testes de perfil em diversas plataformas online. Nesses casos, você será categorizado com base nas alternativas que você marcar para uma série de perguntas.

Esse é um bom caminho para quem quer começar a entender melhor o seu perfil de investidor. Entretanto, esses testes “prontos”, limitam você àquelas respostas.

O seu perfil de investidor não pode ser definido apenas com base em respostas padrões. Cada indivíduo é único e por isso é muito importante entender esse tópico com maior profundidade.

Para quem está começando a investir, ou até mesmo para quem já investiu, essa etapa é decisiva para o sucesso dos seus investimentos futuros.

Além disso, é uma ótima oportunidade para você passar por um processo de autoavaliação que pode impactar vários outros aspectos da sua vida.

Se você se conhece bem, será capaz de não só fazer excelentes escolhas de investimentos, mas de fazer todo o seu planejamento financeiro.

É por isso que definir o seu perfil de investidor é muito importante.

Como definir o meu perfil de investidor?

O melhor investimento por perfil é definido com o alinhamento das características do investidor com as características de cada investimento.

Como existe um infinidade de investimentos, é muito mais fácil começar definindo o seu perfil.

Mas como fazer isso?

Bem, o seu perfil de investidor é definido com base na forma que você lida com alguns fatores. Esse fatores combinados falam muito da sua relação com os investimentos. Confira:

Fator #01: aversão ao risco

Para entender esse primeiro fator, é importante entender um pouco sobre o que é risco. Esse é um tema bastante complexo, mas temos um artigo completo que vai te ajudar a entender isso um pouco melhor.

Basicamente, é o quão disposto você está em ver o valor do seu investimento oscilar em prol de uma rentabilidade.

Ativos mais arriscados oscilam mais, mas no longo prazo, tendem a dar uma rentabilidade maior. Ativos menos arriscados oscilam menos, mas, consequentemente, rendem menos.

Os brasileiros geralmente são conhecidos por serem avessos ao risco. Mas não existe uma resposta certa para isso. 

O importante é definir isso em conjunto com o próximo fator.

Fator #02: objetivos financeiros

Quais são seus planos com dinheiro investido? 

Antes de investir, é fundamental que você tenha muita clareza do que você pretende fazer com esse dinheiro.

Se, por exemplo, o seu objetivo é construir e perpetuar patrimônio, você tem um objetivo de longo prazo. Isso abre a porta para investimentos que visam uma retorno para daqui alguns anos.

Agora, se seu objetivo é, por exemplo, fazer uma viagem no próximo ano, você tem um objetivo financeiro de curto prazo. O que muda completamente os investimentos recomendados a você.

Por isso, tenha clareza do seu objetivo e o documente.  Escreva em algum lugar os seus planos e mantenha isso em mente!

Fator #03: necessidades futuras

O que você pretende fazer daqui alguns anos? Já imaginou onde você poderia estar?

Imaginar todas as possibilidades é totalmente inviável, mas esse exercício de imaginação é muito saudável para definir o melhor investimento por perfil.

Esse fator anda de mãos dadas com os seus objetivos financeiros, mas ele vai um pouco além.

O que a sua condição atual pode lhe causar no futuro? Talvez você tenha que se mudar em função do seu emprego por exemplo.  E quem sabe ter um filho?
Que tipo de despesas essas mudanças podem causar?  Será que a sua vida será parecida com a atual ou será completamente diferente?

A previsibilidade de necessidades futuras é essencial na escolha dos seus investimentos e por isso tem importância na hora de definir o seu perfil.

Fator #04: idade

Você está começando a sua carreira ou está prestes a se aposentar?

Um pessoa jovem tem muito mais tempo e até mesmo mais energia para se recuperar de um revés financeiro. Isso muda completamente a relação risco e retorno dos possíveis investimentos dessa pessoa.

Agora, se você é um idoso, muito provavelmente, terá a necessidade de realizar resgates com mais frequência. Então, sua carteira deve ser focada em gerar uma renda passível sendo compostas por investimentos específicos para isso.

Ter em mente que a idade que você possui é determinante para definir qual é o seu perfil de investidor.

Fator #05: situação familiar e financeira

A forma como a sua família está estruturada também é muito importante para definição do seu perfil.

Se você é o único responsável pelo sustento da sua família, os investimentos recomendados à você são diferentes daqueles recomendados a um adulto jovem que mora sozinho.

A recomendação de carteira para quem possui dependentes diretos, na maioria das vezes, visa a segurança, ou seja, visa a redução de risco.

Porém, um jovem que está começando a carreira e que busca maior uma rentabilidade no longo prazo pode escolher ativos mais arriscados.

Você também deve estar atento a sua forma de remuneração por exemplo. 

Você tem um emprego fixo que te gera uma renda mensal garantida? Ou você é um empreendedor e recebe de acordo com o desempenho da sua empresa?

A sua renda mensal é fundamental na hora de estruturar a sua estratégia de investimento. Isso porque tem influência direta na sua capacidade de realizar novos aportes.

É por isso que a sua situação familiar e financeira deve pesar na forma de moldar os ativos que compõem a sua carteira de investimento. Sendo assim, devem ser levados em consideração na hora de definir o seu perfil.

Fator #06: prazo

Quando você pensa em investir o seu dinheiro, qual é a data para o resgate?

Isso pode soar meio estranho, mas é importante que você estipule um prazo para usufruir do dinheiro investido, sabe por quê?

Porque objetivos financeiros sem data limite para serem concluídos podem levar anos se arrastando e talvez nunca sejam alcançados.

Prazos fixos nos ajudam a manter a disciplina necessária para atingir os resultados que queremos. Essa disciplina pode ser com a contenção de gastos e aportes regulares à carteira.

Por isso esse também é um dos fatores que determina o seu perfil de investidor e consequentemente os tipos de ativos recomendados a você.

Fator #07: conhecimento

Se você abrir o site de qualquer portal de investimentos, você certamente encontrará uma centena de diferentes tipos de ativos.

O mesmo vai acontecer no site da sua corretora ou do seu próprio banco.

É muito comum encontrar pessoas que investem em produtos financeiros que leram como recomendação em algum relatório ou porque algum amigo indicou. 

Entretanto, esse é um dos maiores erros que os investidores iniciantes cometem.:

Você só deve investir em ativos que você conhece e entende muito bem o funcionamento. 

Quando se fala em perfil de investidor, conhecimento também é um fator essencial. 

Dependendo do seu nível de conhecimento dos ativos disponíveis e do próprio funcionamento do mercado financeiro, haverá uma carteira recomendada. Garantindo, dessa forma, o melhor investimento por perfil.

Mas, então, quais são os perfis de investidor?

Determinar o seu perfil de investidor não é algo muito simples. Você viu acima que existem muitos fatores que devem ser levados em conta na hora de encontrar o seu.

Porém, para quem está se deparando com esse termo pela primeira vez, existem três grandes grupos que podem ser o começo para você se autoavaliar. Vamos a eles:

  • Conservador: Esse é tipo de perfil dos investidores que priorizam a segurança dos seus investimentos, ou seja, são avessos ao risco. Preferem uma rentabilidade anual não muito maior do 3% acima da inflação no longo prazo, desde que não há haja risco de comprometer o seu patrimônio. Geralmente, possuem pouco conhecimento dos produtos do mercado financeiro.
  • Moderado: Investidores de perfil moderado também valorizam a seguranças dos seus ativos, mas suportam mais risco que o perfil conservador. Pessoas com esse perfil buscam rendimentos acima da média mas para isso deixam maiores quantias expostas às oscilações do mercado. Apresentam um conhecimento um pouco mais aprofundado do mercado e por isso investem parcela do seu patrimônio em ativos de renda variável. Em função dos riscos que assumem, podem alcançar uma rentabilidade anual de 6% acima da inflação no longo prazo.
  • Agressivo: Investidores com perfil agressivo, de maneira geral, entendem bem a dinâmica do mercado financeiro e por isso são os que assumem maiores riscos. A carteira desses investidores é composta majoritariamente por ativos de renda variável. Consequentemente, no longo prazo, possuem maior chance de obter maiores rentabilidades.

Descubra o melhor investimento por perfil

Com base em tudo isso que você leu até agora, você já deve ter uma noção de qual perfil você mais se aproxima.

Se você ainda não tem certeza, não se preocupe! Identificar o seu perfil de investidor é um longo processo de autoavaliação. Por isso não tenha pressa e faça isso com muita calma e atenção. 

Lembre-se que só assim você será capaz de fazer escolhas de investimentos adequadas ao seu perfil.

Mas para que você já tenha uma noção, vamos ver agora o que seria recomendado para cada um deles desses perfis.

Se você se considera um investidor conservador, a recomendação é que seus investimentos sejam compostos por ativos de baixo risco. 

Dessa forma, a sua carteira pode ser composta por fundos de renda fixa, tTesouro Ddireto e CDBs por exemplo.

Agora, se você está mais próximo de um investidor moderado, a sua carteira de investimento, além dos ativos mencionados acima, pode conter: 

  • Fundos imobiliários;
  • Fundos multimercados;
  • Ações;
  • Debêntures…

Para o caso dos investidores agressivos, aqueles que encaram uma maior dose de risco, operações de bolsa com derivativos e mercado a termo é uma opção. Além, é claro, dos investimentos mencionados para o investidor conservador e moderado.

Conclusão: para cada investidor, existe um investimento ideal

Uma das coisas que sempre chamamos atenção nos conteúdos do Clube do Valor é que não existe o melhor investimento do dia, do mês ou do ano.

O que existe é o melhor investimento para você.

Por isso, dedique um tempo para se planejar financeiramente, entender suas metas e objetivos e traçar uma estratégia de investimento.

Você agora já tem um norte de qual é o melhor investimento por perfil. Então busque encontrar o seu perfil e invista consciente!

Ramiro Gomes Ferreira

Ramiro é fundador do Clube do Valor, especialista em investimentos e possui ampla experiência em gestão e análise de valores mobiliários.

As opiniões expostas neste artigo são baseadas na visão do autor e não necessariamente refletem o entendimento do Yubb.

Como escolher fundos imobiliários: veja como analisar os FIIs

como escolher fundos imobiliários
como escolher fundos imobiliários

Vacância, patrimônio líquido, rentabilidade, portfólio… O que será que é necessário analisar em um FII? Chegou a hora de entender como escolher fundos imobiliários para ganhar mais dinheiro com esse ativo.

O brasileiro adora investir em imóveis, mas não é algo barato, né? É preciso de alguns milhares de reais para comprar um bom imóvel e ter lucro a partir disso. Mas, com fundos imobiliários, é possível fazer isso com pouco dinheiro.

No entanto, existem muitos FIIs disponíveis no mercado e nem sempre tomar a decisão é um processo fácil. Será que é preciso analisar o portfólio, o patrimônio líquido, a rentabilidade? 

Existem vários fatores que precisam ser levados em conta. A vacância, por exemplo, representa quais imóveis estão vagos daquele FII e é um fator muito importante. Mas a rentabilidade (quanto você vai receber por mês) também é.

Como saber quais são fatores essenciais que devem ser analisados? Afinal, como escolher fundos imobiliários? O Yubb esteve com o prof. Arthur Vieira de Moraes, especialista no assunto, e vamos te dar todas as dicas. Confira:

Muito bacana o vídeo, né? Se você gostou, não esqueça de se inscrever no canal de YouTube do Yubb e ativar as notificações para não perder as novidades.

Ficou claro como escolher fundos imobiliários? Se tiver qualquer dúvida, é só deixar um comentário aqui embaixo!

Qual é a diferença de ações preferenciais e ordinárias?

Na hora de investir em ações pelo home broker da sua corretora, você precisa tomar algumas decisões. Vai comprar a ação de qual empresa? Vai utilizar o mercado fracionário ou não? Vai comprar ação preferencial ou ordinária? É sobre isso que vou falar hoje:  diferença de ações preferenciais e ordinárias.

A diferença parece simples, mas existem vários detalhes que são muito importantes para você, investidor de renda variável. 

Com a SELIC baixa, a bolsa de valores parece muito atrativa para o investidor iniciante, mas nem sempre é fácil entender os jargões de mercado e saber fazer a melhor escolha.

É com isso que vou te ajudar! No post de hoje, vamos falar sobre ações preferenciais e ordinárias e vou te auxiliar a escolher qual é a melhor para o seu portfólio.

Dê uma olhadinha no infográfico abaixo com alguns spoilers e, logo depois, leia o texto completo.

diferença de ações preferenciais e ordinárias

O que é ação preferencial?

Vamos começar com a definição de ação preferencial.

Para ser prática, vou focar no nome: preferencial vem de preferência. Então, você já sabe que o investidor preferencial precisa ter preferência em algo daquela empresa. E o que é? São os dividendos!

Caso você não conheça esse termo, “dividendo” é parte do lucro da empresa que é distribuída para os acionistas. Sim, se você tem uma ação de determinada empresa, você vai receber parte dos lucros dela.

Por lei, a empresa deve distribuir, no mínimo, 25% do seu lucro líquido em forma de dividendos para os acionistas.

No caso das ações preferenciais, o acionista tem prioridade no recebimento desses dividendos.

Isso significa que, ao comprar uma ação preferencial, o investidor vai receber MAIS dividendos do que o acionista ordinário e também vai recebê-los ANTES dos outros acionistas.

O recebimento maior de dividendos é a preferência mais conhecida, mas os acionistas preferenciais também possuem outras prioridades como o reembolso do capital da empresa, por exemplo.

Caso aconteça algo com a empresa (uma liquidação, por exemplo), o acionista preferencial tem prioridade no reembolso desse capital. Ou seja, a ação preferencial é um pouco mais segura do que a ordinária.

O ponto negativo das ações preferenciais é que o acionista NÃO tem direito de voto nas assembleias da empresa. Quando eu falar mais sobre ações ordinárias no próximo tópico, você vai entender porque isso é negativo.

Vale dizer que as ações preferenciais podem ser encontradas pelos números 4, 5, 6 ou 7 na bolsa de valores. Esses números ficam posicionados logo após o código da empresa (ticker).

O que é ação ordinária?

Em regras gerais, ação ordinária é aquela em que o investidor tem direito de votar nas assembleias da empresa e participar das decisões tomadas.

Isso pode parecer bobagem para alguns: “Dividendo é muito melhor, né?”, mas, na realidade, ações ordinárias são muito importantes para quem busca tomar controle das empresas.

Uma ação = um voto. Ou seja, quanto mais ações, mais participação você terá nas decisões daquela empresa.

Muitas pessoas se interessam pelas ações ordinárias porque querem participar das assembleias e querem que os seus votos sejam decisivos para definir os próximos passos das empresas.

Ao comprar uma grande quantidade de ações ordinárias da empresa, você pode se tornar um acionista decisivo.

Existem dois pontos negativos no caso das ações ordinárias: você vai receber menos dividendos e a sua ação é um pouco mais arriscada – quando comparadas às ações preferenciais.

No caso de liquidação ou dissolução da empresa, por exemplo, são os acionistas preferenciais que possuem prioridade no reembolso de capital e não os ordinários.

Enquanto as preferenciais são representadas por vários números, as ordinárias são representadas apenas pelo número 3. Sempre que você vir o número 3 posicionado na frente do código da empresa (ticker), saiba que aquela é uma ação ordinária.

Qual é a melhor?

Agora que você já sabe a diferença de ações preferenciais e ordinárias, fica fácil saber qual é a melhor, certo?

Você deve ter percebido que ambas possuem pontos positivos e pontos negativos. Escolher qual é a melhor opção vai depender de qual é o seu objetivo com aquela ação. Dá uma olhada:

Ação preferencial:

  • Indicada para quem prioriza o recebimento de dividendos;
  • Indicada para quem NÃO se importa em ser um acionista relevante da empresa;
  • Indicada para quem busca menos risco em caso de liquidação da empresa;
  • Indicada para quem NÃO pretende comprar muitas ações da mesma empresa.

Ação preferencial:

  • Indicada para quem NÃO prioriza o recebimento de dividendos;
  • Indicada para quem quer se tornar um acionista relevante da empresa;
  • Indicada para quem não se importa com o risco porque acredita na solidez da empresa;
  • Indicada para quem pretende comprar muitas ações da mesma empresa.

Agora ficou mais claro, né?

Vale lembrar que nada disso é uma regra e você pode ter ações preferenciais de uma empresa e ações ordinárias de outra empresa. Tudo vai depender de qual é a sua relação com aquela ação e qual é o seu momento financeiro.

E você: prefere comprar qual ação? Entendeu a diferença de ações preferenciais e ordinárias? Deixe a sua opinião e experiência aqui embaixo!

Banco BMG: saiba quem é, como funciona e conheça os investimentos

quem é o banco BMG?

Você já deve ter visto o símbolo do banco BMG nem que seja apenas no uniforme do Corinthians. Acertei? É um banco tradicional no Brasil e que é muito conhecido por seus serviços de crédito para classes mais baixas.

O BMG está no mercado há quase 100 anos – completou 89 anos em julho de 2019. Ou seja, é uma instituição financeira muito sólida e com uma história longa no mercado brasileiro.

O foco desse banco é o oferecimento de crédito para as classes C, D e E, focando nos aposentados e nos funcionários públicos. Esse segmento representa 45 milhões de pessoas no Brasil e, por isso, é uma boa estratégia.

Para esse cliente, o BMG oferece um combo de produto e serviço – tanto no físico quanto no digital. É importante entender que esse tipo de pessoa (aposentado e funcionário público) não nasceu no digital, mas deve aproveitar os serviços atualmente.

O banco possui mais de 2 mil correspondentes com 14 mil funcionários em todo o Brasil. Com o digital, o BMG ganha escala, diminui os custos e se torna mais competitivo no mercado.

O Yubb esteve em São Paulo (SP) para falar com Clive Botelho, tesoureiro e head de captação do banco. Quer saber mais sobre essa instituição? Dá o PLAY!

Curtiu o conteúdo? Esperamos que sim! Inscreva-se no canal do Yubb e ative as notificações do YouTube para não perder os novos vídeos.

E, é claro, não esqueça de deixar a sua avaliação sobre o Banco BMG (ou qualquer outra empresa em que você investe) no Guia das Melhores Empresas de Investimento para ajudar outros investidores.


Gostou de conhecer mais sobre o BMG? Se tiver qualquer dúvida ou comentário, é só deixar aqui embaixo! 😉

Banco PAN: saiba como abrir conta para investir

como abrir conta no PAN

O Banco PAN é um dos bancos mais tradicionais no Brasil. Ele é o antigo Banco Panamericano que, com o tempo, se modernizou e ficou com o nome PAN.

Atualmente, é um dos bancos digitais mais procurados por investidores. Além dos serviços bancários, o PAN oferece diversos investimentos em renda fixa – tendo um dos melhores CDBs com liquidez diária do Brasil.

Quando era Panamericano, o processo de abertura de conta não era tão simples. Com a tecnologia, o PAN possui algumas agências espalhadas pelo Brasil, mas o processo de abertura de conta é totalmente online.

Para abrir conta nessa instituição financeira, é necessário fazer o download do app para Android ou iOS. Com alguns cliques, é possível assinar contratos e enviar fotos dos seus documentos pessoais.

Quer ver como é esse processo? Hoje, o PAN é a estrela do #YubbResenha. O Yubb, seu buscador de investimentos online e gratuito, vai te mostrar como abrir conta no Banco PAN e quanto tempo leva. Confira:

O que achou do vídeo? Esperamos que tenha gostado! Inscreva-se no canal do Yubb e ative as notificações do YouTube para não perder as novidades.

E, é claro, não esqueça de deixar a sua avaliação sobre o Banco PAN (ou qualquer outra empresa em que você investe) no Guia das Melhores Empresas de Investimento para ajudar outros investidores.

Gostou do processo de abertura de conta do Banco PAN? Se tiver qualquer dúvida ou comentário, é só deixar aqui embaixo! 😉