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O que são small caps?

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Sempre que alguém quer começar a investir na bolsa de valores, surge a dúvida: “Como escolher a melhor ação?”. Aqui no Yubb, sempre recebemos essa pergunta – principalmente daqueles que não sabem se devem investir em blue chips ou small caps. No post de hoje, vou falar um pouco sobre o que são small caps.

Se você nunca ouviu falar nesses termos, sem problemas! São termos usados por quem está familiarizado com a bolsa de valores e com o investimento em ações. Se você já ouviu falar, mas não sabe muito bem o que significam, este post é para você.

Tipos de empresa

Ação é uma pequena parcela de uma empresa. O investidor que decide comprar a ação de uma determinada empresa está se comprando uma parte daquela empresa. Ou seja, se torna sócio do negócio.

Quando você decide comprar uma ação, você precisa escolher qual é a empresa que deseja se tornar sócio. E é aí que muitos investidores ficam perdidos. Será que é melhor comprar ações de uma empresa gigante? Ou é melhor investir em empresas menores?

Existe uma divisão que separa as empresas que são listadas na bolsa. As empresas são divididas em:

  • Micro caps;
  • Small caps;
  • Mid caps;
  • Big caps (mais conhecidas como blue chips).

Essa divisão é baseada no tamanho das empresas e também no volume de negociação dessas empresas na bolsa. Uma micro cap é uma empresa menor e que não possui tantos acionistas, enquanto uma blue chip é uma empresa gigante com muitas negociações na bolsa.

O que são small caps?

Agora vamos ao assunto do post: as small caps. Não existe uma regra exata, mas, no geral, small caps são empresas com valor de mercado abaixo de R$ 2 bilhões.

Quando falamos de small caps, surgem alguns nomes que, para muitas pessoas, são empresas gigantes em seus setores. Mesmo algumas empresas sendo amplamente conhecidas, vale lembrar que essa divisão é feita por comparação.

Ou seja, a empresa pode ser muito grande em seu setor, mas, quando comparada com as gigantes da bolsa, seu valor de mercado é muito pequeno e, por isso, é uma small cap. 

Há quem as chame de “ações de terceira linha”, acredita? Mas sem julgamentos (por enquanto)!

Outro fator muito importante que define o que são small caps é o volume de negociação na bolsa – uma small cap é uma empresa com baixo volume de negociação. Na prática, isso significa que existem menos investidores com interesse em comprar ações dessas empresas.

Também é interessante saber que, para ser considerada uma small cap, a empresa não pode fazer parte do Ibovespa.

Como o Ibovespa é o índice que mede o desempenho das ações mais negociadas na B3 (bolsa de valores brasileira), uma small cap não faz parte desse “pacote” já que é uma empresa menos negociada na bolsa.

Vantagens

“Se eu posso comprar ações de empresas gigantes, por que eu compraria de small caps?”. Justamente por elas não serem gigantes! Ficou confuso? Calma que eu te explico!

Ao investir em uma small cap, você está investindo no seu potencial de valorização ao longo dos anos. Como você vai se tornar sócio daquela empresa, você precisa acreditar no potencial do negócio pensando no longo prazo.

Hoje, aquela empresa é uma small cap. Daqui alguns anos, ela pode ser uma blue chip e você será acionista.

Hoje, você pode comprar a ação por R$ 10,00. Daqui alguns anos, ela pode valer R$ 200,00. E você ganhará muito dinheiro na valorização.

As blue chips são empresas gigantes que não têm para onde crescer. Pense na Petrobras, Vale, Ambev, Itaú… São empresas muito grandes que já tomaram muito mercado. 

São empresas sólidas, estáveis, mas que não tem muito potencial de ganho na valorização de longo prazo. Por outro lado, as small caps ainda têm todo o mercado para crescer.

Outro ponto positivo é o preço. Normalmente, a ação de uma small cap é mais barata do que a ação de uma blue chip e, por isso, você pode começar a investir com menos dinheiro. Pensando, é claro, em uma potencial valorização no futuro.

Desvantagens

“Perfeito! Então, se eu posso comprar ações de small caps e ficar rico no futuro, por que eu compraria ações de blue chips que não tem mais para onde crescer?”. Pergunta parecida, cenário diferente, né?

Existem alguns riscos de se investir em uma small cap. O principal deles é a incerteza.

Como são empresas menores, não possuem a solidez das blue chips. Sempre há a incerteza de que algo pode dar errado ao longo dos anos e a ação pode se desvalorizar muito.

Se algo acontecer com a empresa e você for acionista, pode acabar perdendo muito dinheiro. E nenhum investidor quer isso, né?

Outro fator negativo é a liquidez. Como já disse ali em cima, as small caps são menos negociadas do que as blue chips. Ou seja, você pode ter dificuldade para vender as suas ações e isso pode ser um grande problema no futuro.

Investir em small caps sempre será mais arriscado do que investir nas gigantes da bolsa. Por isso, é você que deve analisar as características daquela empresa e decidir se ela é um bom negócio para os seus objetivos financeiros.

Você gostou de saber mais sobre o que são small caps? Está querendo investir em uma? Deixe sua experiência aqui embaixo nos comentários!

Day trade vale a pena?

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Você quer saber como ganhar dinheiro de forma rápida, fácil e sem sair de casa? Parece um sonho, não é mesmo? Já ouviu falar de day trade?

É uma técnica de compra e venda de ativos, no mesmo dia, em que você fica observando gráficos e ganhando muito dinheiro.

E, quando você bate a meta do dia, você pode desligar tudo, botar o pé pra cima do sofá e assistir Netflix.

Maravilhoso, não é?

Que pena que isso não existe!

Este artigo é para abrir os seus olhos, de uma vez por todas, para que você não caia nessa série de promessas que estão surgindo, cada vez mais frequentes, no mercado financeiro. 

Quem já acompanha o Clube do Valor, já têm ciência de que investimentos só funcionam quando você tem um horizonte de longo prazo e entende que não é um local onde você vai ficar rico facilmente.

O mercado financeiro é um local de preservação e rentabilização do patrimônio. Não é um lugar que vai te dar 1% ao dia, 10% ao mês.

Por que o day trade atrai muitas pessoas?

A maioria pessoas que são atraídas a fazer day trade, entram com com uma expectativa totalmente errada: 

 – Riqueza rápida e fácil.

Se você usar uma ferramenta gratuita do Google chamada Google Trends, você consegue ver as intenções de pesquisa das pessoas sobre determinado assunto.

Analisando os termos day trade, value investing, buy and hold e swing trade ao mesmo tempo, podemos ver que o termo day trade é muito mais procurado que os outros três, veja:

Esse gráfico reforça a importância de falar sobre esse assunto.

– Muitas pessoas estão sendo enganadas. 

Em uma onda de ingenuidade, elas são atraídas por um discurso de dedicação, estudo, perseverança e persistência.

Essas características e atitudes são, realmente, muito importantes para quem quer ter sucesso em qualquer área.

Entretanto, na realidade do day trade, esse discurso maquia uma triste verdade:

Apenas 1,34% dos day-traders ganham dinheiro.

Pense nos maiores investidores da história: Warren Buffett, Joel GreenBlatt, Peter Lynch e Philip Fisher. 

Nenhum deles faz (ou fez) day trade.

A verdadeira realidade dos day-traders

Um estudo fantástico que os professores Fernando Chague e Bruno Giovannetti, da FGV, publicaram, mostra que apenas 1,34% dos day traders ganham dinheiro.

Ou seja, você tem que ser 1 em 100 para ganhar.

Esses professores analisaram os dados de mais de 24.084 day traders que operaram contratos de “mini-índice” ou mini-dólar entre 2013 e 2017.

O resultado foi esse:

Todas essas pessoas, somadas, perderam R$ 229.000.000,00.

E vale a pena chamar atenção que nesse montante não estão incluídos alguns custos que a “profissão”, na maioria das vezes, exige:

  • Custos com corretagem;
  • Custos com cursos para aprender a operar;
  • Custos com ferramentas de análise gráfica;
  • Custos com dados em tempo real.

E aqueles que conseguiram lucrar fazendo day-trade ganharam um brinde:

Custos com imposto de renda!

Destas 24.084 pessoas que começaram a fazer day trade, apenas 11,2%, ou seja, 2.707 decidiram persistir nessa atividade por mais de 300 pregões.

Isso é mais ou menos um ano e dois meses.

Será que as outras 88,8% pessoas desistiram porque cansaram de ganhar dinheiro?

Acho que não…

Podemos então, facilmente, considerar que a maioria das pessoas desistiu porque day trade não era o que elas estavam achando. 

Realidade: elas tiveram prejuízos. 

E, das 2707 pessoas persistentes, aquelas que dizem:

“É necessário persistir por no mínimo um ano…” 

Apenas 323 tiveram lucro.

As dificuldades de um day trader

De fato, são poucas as pessoas que têm sucesso em qualquer atividade profissional. Porém, eu nunca vi uma atividade em que apenas 1,3% prospera.

E nunca vi uma atividade que traz tantas chances de fracasso e tão poucas chances de sucesso.

Das 323 pessoas que tiveram lucro, apenas 29 pessoas tiveram lucros médios acima de R$ 300 por dia. Nesse caso, vivendo com cerca de R$ 6.000,00 por mês, sem descontar os custos e imposto de renda.

Então, 0,12% dos 24.000 conseguem, de fato, viver de uma forma mais razoável de day trade.

Além da dura realidade que esses números mostram, a “profissão” de day trader é estressante. Ela impede você de fazer qualquer outra coisa. 

Se você for um médico, por exemplo, não pode fazer um pausa no seu trabalho, realizar algumas operações e voltar ao trabalho. É necessário dedicação exclusiva ao day trade para torná-lo viável.

Além disso, é uma das poucas profissões que você põe o seu capital em risco.

Em uma profissão normal, se você não dá certo, você é demitido e tem que procurar um novo emprego. No máximo, perde dinheiro fazendo uma faculdade caso ela seja privada.

Fazendo day trade não. Você tem que colocar o capital na frente e se der errado você perde dinheiro.

E, na média, as pessoas perdem, além do tempo envolvido, cerca R$ 40,00 por dia.

O que o mundo diz sobre day trade?

Há um segundo estudo, realizado antes desse exibido acima, com o seguinte título:

Just How Much Do Individual Investors Lose by Trading?

Feito por Brad Barber da Graduate School of Management, University of California, esse artigo analisa 70.000 contas de investidores.

Barber percebeu que, entre todas essas contas, aquelas 20% que mais negociaram, ou seja, que compravam e vendiam ativos com mais frequência, tiveram um retorno médio de cerca de 7% ao ano a menos do que a média desses 70 mil.

Isso comprova, mais uma vez, que quanto mais você mexe na sua carteira, menos ela rende.

E, quanto menor o espaço temporal que você opera, mais você perde.

Resumindo, carteira de investimento é como um sabonete: quanto mais você mexe, quanto mais você esfrega, mais ela diminui. Ou seja, mais você perde dinheiro.

Conclusão: invista da maneira correta!

Mas quais são os objetivos de todos esses estudos?

O principal é abrir os seus olhos para você não ser não ser um desses 98% que perdem tempo e dinheiro. 

E também te tornar uma pessoa mais sábia. Como diz o provérbio: 

“Uma pessoa inteligente aprende com seus próprios erros. Já uma pessoa sábia é aquela que aprende com os erros dos outros.”

Aprenda com erro de 23.700 diferentes pessoas que tentaram, sem sucesso, viver de day trade e vá atrás de conhecimento para conseguir usar o mercado financeiro a seu favor.

Use o mercado financeiro com uma forma de preservar o seu patrimônio e obter um retorno adequado sobre ele.

Para isso, faça como os maiores investidores da história: invista com um horizonte de longo prazo! Neste artigo, eu mostro o porquê de seguir essa estratégia com alguns resultados reais!

Gostou deste conteúdo? Então compartilhe com seus amigos para chamar atenção daqueles que ainda estão correndo atrás de dinheiro rápido e fácil.

Ramiro Gomes Ferreira

Ramiro é fundador do Clube do Valor, especialista em investimentos e possui ampla experiência em gestão e análise de valores mobiliários.

As opiniões expostas neste artigo são baseadas na visão do autor e não necessariamente refletem o entendimento do Yubb.

Inter: saiba como abrir conta nesse banco digital

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como abrir conta no banco inter

Você já deve ter ouvido falar na revolução bancária causada pelo surgimento dos bancos digitais, né? Algumas instituições financeiras surgiram com o propósito de oferecer os mesmos serviços dos grandes bancos, mas com menos custo e burocracia para o usuário. É o caso do Banco Inter.

O Banco Inter é um banco digital que está no mercado desde 1994, mas era uma financeira chamada Intermedium e só em 2014 se tornou um banco digital. Nós já fizemos um #YubbVisita incrível na sede do banco, em Belo Horizonte (MG). Clique aqui para assistir.

Se a proposta da empresa é ser simples, o processo de abertura de conta deve ser todo online, certo? Ao invés de ir até a agência e levar vários documentos, com alguns cliques a sua conta já está aberta. Será que tudo isso é verdade?

O Yubb também teve essas dúvidas e o #YubbResenha de hoje é do Banco Inter. Como será que foi o desempenho da empresa no nosso ranking de abertura de contas? Veja o vídeo aqui embaixo e descubra:

O que achou do vídeo? Esperamos que tenha gostado! Inscreva-se no canal do Yubb e ative as notificações do YouTube para não perder as novidades.

E, é claro, não esqueça de deixar a sua avaliação sobre o Banco Inter (ou qualquer outra empresa em que você investe) no Guia das Melhores Empresas de Investimento para ajudar outros investidores.


Gostou do processo de abertura de conta do Banco Inter? Se tiver qualquer dúvida ou comentário, é só deixar aqui embaixo! 😉

Empiricus Research: como funciona essa casa de pesquisa?

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quem é a Empiricus

Duvido que, nos últimos meses, você não tenha se deparado com o nome Empiricus em algum lugar. Pode ser no YouTube, nos jornais ou até mesmo na boca daquele seu amigo. Mas você sabe o que é isso?

A Empiricus Research é uma publicadora de conteúdo financeiro. Ao entrar na Empiricus, o investidor pode assinar seus conteúdos e receber recomendações de investimento com base nas pesquisas que eles realizam. Por isso, é a chamada casa de pesquisa.

Essa casa se posiciona como uma espécie de antagonista ao sistema financeiro tradicional. Normalmente, o aconselhamento está dentro dos grandes bancos e há um conflito de interesse já que os bancos recomendam aquilo que é melhor para eles.

Há uma grande falta de transparência no mercado e a Empiricus se posiciona contra esse sistema. Como casa de pesquisa, ela recomenda um investimento e apenas isso. Não recebe nenhuma comissão por aquela recomendação.

No início, a Empiricus vendia as suas pesquisas para as próprias instituições financeiras, principalmente corretoras. Com o tempo, perceberam que o seu produto era muito mais indicado para a pessoa física, para o investidor.

Hoje, a Empiricus possui a The Agora, empresa norte americana, como sócia e é voltada para os investidores pessoa física. Dessa forma, eles vendem suas assinaturas e o investidor pode usar aquelas recomendações como quiser.

Mas, como você sabe, a Empiricus participa de muitas polêmicas no mercado financeiro. Quer saber o que eles têm a dizer sobre isso? Estivemos com o Felipe Miranda, fundador da publicadora, e gravamos tudo para você. Veja:

Gostou do conteúdo? Inscreva-se no canal do Yubb no YouTube e ative as notificações para não perder os novos vídeos.

E você, gosta da Empiricus e do seu posicionamento? Deixe um comentário aqui embaixo com a sua opinião!

Carteira recomendada vale a pena para investir em ações?

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carteira recomendada modalmais

Ao entrar na plataforma da sua corretora, você já deve ter se deparado com uma carteira recomendada. É uma ferramenta criada pelos analistas que recomenda a compra de ações em determinado período.

Quem cria essa carteira é o analista CNPI, que é o profissional que tem a certificação da CVM para fazer recomendações de investimentos. Essas recomendações podem ser diárias, semanais ou mensais.

No caso de uma carteira recomendada, é criado um “combo” de ações para o investidor comprar naquele mês.

É importante dizer que o analista indica as ações, mas não administra os ativos. Ou seja, é o investidor que deve comprar as ações diretamente no home broker e apenas seguir as sugestões da carteira recomendada.

É por isso que ela é chamada de “carteira teórica” – porque existe apenas na teoria. Na realidade, a rentabilidade dessa carteira representa uma suposição: “Se você tivesse investido nessas ações, teria X% de rentabilidade no último mês”.

Nos últimos meses, a modalmais, uma das maiores corretoras do Brasil, teve a melhor performance de carteira recomendada do país.

O analista Leandro Martins, analista CNPI pleno da modalmais, é quem faz as recomendações na carteira e leva em conta um filtro fundamentalista + análisa macroeconômica do mercado + timing da análise gráfica.

Foi com o Leandro que o Yubb esteve para bater um papo sobre as carteiras recomendadas das corretoras. Quer ver? Dá o PLAY!

Gostou do conteúdo? Então não esqueça de se inscrever no canal do Yubb no YouTube e ativar as notificações para não perder os novos vídeos.


Depois de tudo que falamos sobre o assunto, qual é a sua opinião? Vale a pena investir através da carteira recomendada da sua corretora? Comente aqui embaixo! 😉

Como escolher fundo de ações para ganhar mais dinheiro?

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como escolher fundo de ações

Um fundo de ações (FIA) é um fundo que, por regra da CVM, precisa ter 67% do seu patrimônio alocado em ações. Mas não é tão simples escolher um bom FIA! Hoje vamos te mostrar como escolher fundo de ações.

O primeiro ponto importante é entender qual é a estratégia daquele fundo. Muitos investidores querem aplicar em fundos de ações achando que todo o seu dinheiro estará em renda variável. Mas nem sempre é assim!

Para entender qual é a estratégia daquele fundo, você precisa entender a cabeça do gestor, ou seja, ler as cartas do gestor do fundo. E também precisa analisar o tracking error do FIA.

Tracking error é o retorno do fundo em relação ao seu benchmark, ou seja, qual é a relação dele com a bolsa de valores. Quanto maior o tracking error, mais aquele fundo investe em outros ativos além das ações.

Outro ponto muito importante é analisar o histórico do FIA. Como o mercado financeiro é muito competitivo, só sobrevivem os assets com uma boa rentabilidade nos últimos anos.

Mas é sempre importante dar uma olhada na rentabilidade histórica e lembrar que ganhos passados não são garantias de ganhos futuros.

As taxas também devem ser analisadas na hora de escolher. Se for um fundo mais ativo, é normal que a taxa de administração e de performance seja mais alta. Portanto, analise a taxa de acordo com o risco daquele FIA.

Ficou interessado para saber mais? Estivemos com Luiz Fernando Alves, gestor do Versa Asset, para ele te dar muitas dicas sobre como escolher fundo de ações. Confira:

Curtiu o vídeo? Então inscreva-se no canal do Yubb no YouTube e ative as notificações para não perder as novidades.

Você entendeu como escolher fundo de ações? Se tiver qualquer dúvida, deixe um comentário aqui embaixo!

Saiba como funciona corretagem zero nos investimentos

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Você liga a TV e está lá: “Taxa zero para investir no Tesouro Direto!”. Você navega no Instagram e está lá: “Taxa zero para investir em renda fixa!”. Você está no ponto de ônibus e está lá: “Taxa zero para investir em ações!”. Afinal, como funciona corretagem zero nos investimentos?

Muitos bancos e corretoras estão fazendo anúncios de publicidade com a famosa taxa zero. Isso significa que, para investir naquela instituição financeira, você não pagaria nenhuma taxa. Mas como funciona esse conceito?

É claro que a “filosofia” da taxa zero é ótima para o investidor, mas é preciso entender que essas instituições financeiras estão ganhando dinheiro de alguma outra forma. No post de hoje, é sobre isso que vou falar com você.

Quer saber como funciona corretagem zero nos investimentos e ainda descobrir quais são as instituições que não cobram nenhuma taxa? Vem comigo!

O que é corretagem?

A taxa de corretagem é a taxa cobrada pela corretora quando o investidor faz alguma operação de investimento. Essa taxa tem a função de pagar os custos da operação realizada e, consequentemente, remunerar a corretora.

A corretagem pode ser cobrada por um valor fixo (independente do valor investido) ou por um valor variável (taxa varia de acordo com o valor investido). Isso vai depender de qual é a política de cobrança daquela corretora.

Se você quiser saber mais sobre o que é corretagem, temos um texto incrível só sobre isso, clique aqui e leia.

Corretagem zero

Se a taxa de corretagem é a taxa cobrada pelas corretoras quando o investidor faz alguma operação, a corretagem zero nos investimentos significa que alguns bancos e corretoras não cobram nenhuma taxa para suas operações.

Se você quer investir em renda fixa (Tesouro Direto, CDB, LCI, LCA, LC e etc), saiba que praticamente todas as corretoras NÃO cobram nenhuma taxa para você realizar seu investimento.

Corretoras que oferecem taxa zero para renda fixa:

  • Ativa
  • Clear
  • Easynvest
  • Guide
  • Mirae
  • modalmais
  • Nova Futura
  • Rico
  • Socopa
  • Terra
  • Toro
  • XP
  • e muitas outras.

Por outro lado, é mais difícil encontrar taxa zero para quem quer investir em renda variável (ações, opções, mercado futuro, commodities, moeda, ETFs, fundos imobiliários e etc).

Entre as corretoras, a Clear é a única que oferece corretagem zero nos investimentos de renda variável. 

O mercado está em um momento em que as corretoras estão trabalhando, cada vez mais, para zerar todas as taxas para o cliente. Mas, por enquanto (até a data em que este post foi escrito), apenas a Clear oferece essa vantagem.

Mas como a corretora ganha dinheiro?

Se a taxa é zero em renda fixa, você deve estar se perguntando como uma corretora ganha dinheiro, estou certa? A maneira mais fácil de entender são as taxas cobradas em outros tipos de investimento.

Quando você “compra” investimentos pela corretora, são cobradas taxas. No home broker, plataforma que opera na bolsa de valores, o investidor precisa pagar taxas para fazer operações de compra e venda de ações, fundos imobiliários, ETFs e etc.

Como eu disse no tópico anterior, existem algumas corretoras com taxa zero para renda variável também, como é o caso da Clear. Mas é importante saber que a maioria das corretoras cobra taxa para esse tipo de investimento.

Veja a taxa cobrada pelas principais corretoras do Brasil para investimento em ações da bolsa de valores:

AtivaR$ 15,00
ClearNão cobra taxa
EasynvestR$ 10,00
GuideR$ 14,00
MiraeR$ 1,14
modalmaisR$ 2,49
Nova FuturaR$ 3,49
RicoR$ 7,50 a R$ 10,00
SocopaR$ 7,00
TerraR$ 7,50 a R$ 14,50
ToroR$ 8,90 a R$ 15,90
XPR$ 8,00 a R$ 19,90

Taxas escondidas

Além das taxas cobradas que eu te contei aqui em cima, existem algumas “taxas escondidas” que também remuneram o trabalho de uma corretora de valores. Afinal, como já diria a expressão norte americana “There’s no free lunch”, ou seja, não existe almoço grátis.

No caso de uma corretora – que é a instituição mais comum para realizar um investimento – existe o spread das operações. É um nome difícil, mas o conceito é simples.

O trabalho de uma corretora é distribuir investimentos. Ela capta as informações dos bancos e distribui para os investidores – é um meio de campo. Veja o seguinte exemplo:

O banco X decide emitir um CDB que paga 115% do CDI como rentabilidade. Para isso, ele precisa das corretoras. Quando essa informação chega na corretora, eles oferecem o mesmo CDB, para o investidor, por 113% do CDI.

Mas o que aconteceu com esses 2% que se perderam no caminho? Ficam para a corretora!

É por isso que você, ao fazer uma busca no Yubb, já deve ter encontrado o mesmo título do mesmo banco com taxas diferentes em mais de uma corretora. Esse é o spread! E essas são as taxas que ninguém vê, mas que ajudam as corretoras a ganhar dinheiro.


Entendeu como funciona corretagem zero nos investimentos? Se tiver qualquer dúvida, deixe seu comentário aqui embaixo.  😉

O que é COE (Certificado de Operações Estruturadas)?

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o que é COE?

Existe um produto novo no mercado que está sendo muito disseminado pelos bancos e corretoras: é o Certificado de Operações Estruturadas. Mas, afinal, o que é COE e será que vale a pena investir nesse produto?

O COE é um título emitido por bancos. Diferente de um fundo de investimento (ou de um robô) que é um serviço e não um produto, o COE é, sim, um produto. Você pode entrar na plataforma do seu banco e realmente comprar esse produto.

Uma diferença muito interessante é que o Certificado de Operações Estruturadas não é nem renda fixa e nem renda variável – ele é chamado de produto híbrido. Isso significa que ele tem um pouco de renda fixa e um pouco de renda variável.

Isso acontece porque o COE é um envelope que reúne, em um só lugar, diferentes tipos de investimento. O COE X, por exemplo, pode ter títulos públicos do Tesouro Direto + ações da bolsa de valores dos Estados Unidos. O COE Y, por outro lado, pode ter ETFs + ações da bolsa brasileira. E assim por diante.

Quando você compra um COE, você está comprando todos os investimentos que estão dentro daquele envelope – seja renda fixa ou renda variável. Por isso, ele é considerado um título híbrido.

Existem dois tipos no mercado:

  • Capital garantido (valor nominal garantido): você nunca perde o valor investido inicialmente, mesmo se não ganhar nada a mais;
  • Capital de risco (valor nominal de risco): você pode perder o valor investido inicialmente, mas nunca perde mais do que essa quantia.

Mas será que vale a pena comprar esse produto? Vem com a gente!

Se curtiu o vídeo, inscreva-se no canal do Yubb no YouTube e ative as notificações para não perder as novidades.

E aí, você entendeu o que é COE? Se tiver qualquer dúvida, deixe seu comentário aqui embaixo! 😉

Os melhores investimentos para segundo semestre de 2019

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Parece brincadeira, mas já estamos entrando no segundo semestre de 2019. Passou muito rápido, né? O mercado financeiro segue mudando e as dúvidas continuam: quais são os melhores investimentos para segundo semestre de 2019?

Se você está sempre comigo aqui no blog do Yubb, deve ter lido esse texto que falamos sobre os melhores investimentos para o ano de 2019. Existiam muitas incertezas no governo e muitas decisões a serem tomadas.

Agora, seis meses depois, algumas incertezas continuam mas já é possível fazer uma análise mais profunda sobre os investimentos em 2019 com o governo Bolsonaro.

O ano começou com a certeza de que seria o ano da renda variável. Com a SELIC (taxa básica de juros do país) se mantendo estável, as rentabilidades dos investimentos em renda fixa acaba não sendo tão atrativa.

E é realmente isso que está acontecendo! As taxas de rentabilidade ofertadas pelos bancos e outras instituições financeiras estão baixas em renda fixa e, nesse cenário, há uma maior oportunidade para ganhar dinheiro em renda variável.

Com base nessas informações, separei 5 aplicações que podem ser consideradas os melhores investimentos para segundo semestre de 2019 de acordo com a opinião de muitos especialistas.

Quer ganhar mais dinheiro nos próximos meses? Então, vem comigo!

melhores investimentos para segundo semestre de 2019

1. Ações

Não tinha como não começar esse post com elas: as ações. Com um potencial crescimento da economia brasileira em 2019, o mercado de ações tem tudo para ser uma ótima oportunidade de investimento já que as empresas tendem a se valorizar.

Quando você compra uma ação, você está se tornando sócio daquela empresa – é como se você fosse dono de “uma parte” daquela empresa. Dessa forma, você ganha dinheiro com a valorização daquela “parte” e também participa dos lucros (dividendos).

Isso significa que, se a empresa tiver bons resultados no período, o acionista (investidor) recebe os lucros e o patrimônio investido começa a aumentar já que a empresa está se valorizando como um todo.

Vale lembrar que o mercado de ações é muito volátil e, por isso, bem arriscado. Esse tipo de investimento é indicado para investidores mais arrojados e/ou que possuem mais experiência no mundo dos investimentos.

Outro ponto muito importante é que o investimento em ações é indicado para o longo prazo. Se você não possui um grande conhecimento, fazer operações de especulação como day trade podem te custar caro.

2. Fundos imobiliários (FIIs)

Se você gosta de imóveis, esse investimento é para você! Ao comprar a cota de um fundo imobiliário, também chamado de FII, você está deixando o seu dinheiro com o gestor daquele fundo. É ele quem vai tomar as decisões e escolher o melhor destino para o seu capital.

No caso de um FII, seu dinheiro será alocado em investimentos imobiliários – nos imóveis propriamente ditos (shoppings centers, apartamentos, escritórios e etc) e também em papéis como CRIs e LCIs.

O seu rendimento vem da distribuição mensal daquele fundo, popularmente conhecido como aluguel. Ou seja, a sua remuneração vem dos valores cobrados dos aluguéis dos imóveis daquele fundo.

Assim como as ações, os fundos imobiliários são negociados na bolsa de valores. Ou seja, se você quiser investir em um FII, precisa entrar na sua corretora e operar pelo home broker.

A notícia boa é que existem cotas de FIIs a partir de R$ 100,00 e é uma forma de investir em imóveis sem precisar ter milhões de reais. Ótimo, né?

Os fundos imobiliários são uma boa oportunidade para estar na lista dos melhores investimentos para segundo semestre de 2019 já que, com o aquecimento da economia, há grande chance de crescimento do mercado imobiliário brasileiro.

3. Fundos multimercado

Em um fundo multimercado, a palavra-chave é diversificação. Ao invés de o gestor investir em apenas um tipo de ativo (como nos FIIs, por exemplo), o dinheiro dos cotistas é alocado em diversos tipos de investimento – desde títulos públicos do Tesouro Direto até ações.

Os fundos multimercado podem ser uma ótima opção para o investidor aproveitar todos os cenários do mercado. Como o gestor tem a autonomia de escolher as melhores rentabilidades do mercado, pode aproveitar das oscilações econômicas daquele período.

Assim como os FIIs, o fundo multimercado também não tem nenhum tipo de garantia e o seu patrimônio estará “nas mãos” das decisões tomadas pelo gestor daquele fundo.

Uma grande vantagem dos fundos multimercado no cenário atual do Brasil é o fato de ter, em um só lugar, renda fixa e renda variável. De um lado, há uma segurança, mas, do outro, há a possibilidade de aproveitar a volatilidade da economia.

4. Fundos de ações

Se você está começando a investir em ações, provavelmente algum profissional já te indicou um FIA – que é o fundo de investimento em ações. Ao investir em um FIA, o gestor aloca o seu dinheiro em diferentes ações da bolsa de valores.

Em um fundo de ações, existe uma equipe treinada que compra e vende ações de diferentes empresas que estão listadas na B3 com o objetivo de conseguir uma boa rentabilidade para os investidores.

Você, cotista, não tem nenhum poder nas decisões do gestor e, por isso, precisa analisar se aquele fundo possui uma estratégia que encaixa nos seus objetivos financeiros.

É sempre importante lembrar que o mercado de ações sofre muitas oscilações e sempre existe a possibilidade de perder dinheiro. Pense bem antes se tornar cotista de um FIA e lembre-se que é sempre bom investir em ações pensando no longo prazo.

Os fundos de ações podem ser boas oportunidades para estar na lista dos melhores investimentos para segundo semestre de 2019 já que há uma perspectiva de crescimento das empresas e os gestores podem aproveitar o bom momento das ações da bolsa de valores.

5. RDB e LC

Se você tem um perfil mais conservador e gosta muito de renda fixa, chegou o seu momento! Nesse post, mostrei 4 investimentos voltados para renda variável em ativos um pouco mais arriscados. Mas, por último, deixei uma boa oportunidade para quem busca mais segurança.

É verdade que os produtos de renda fixa estão com uma rentabilidade menor, mas ainda são boas oportunidades para quem busca um investimento seguro para curto prazo e/ou para reserva de emergência.

Os RDBs (Recibos de Depósito Bancário) e as LCs (Letras de Câmbio) são ótimas opções. Como são títulos emitidos por financeiras – empresas menores que os bancos – suas rentabilidades são mais altas do que CDBs e LCIs, por exemplo.

A melhor parte é que RDB e LC são produtos garantidos pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC) em investimentos de até R$ 250 mil por grupo financeiro e R$ 1 milhão por CPF.

Se você estava querendo opções em renda fixa nessa lista dos melhores investimentos para segundo semestre de 2019, fique de olho nos RDBs e nas LCs! A segurança pode andar junto com a rentabilidade.

Gostou de saber quais são os melhores investimentos para segundo semestre de 2019? Pretende investir em algum deles? Conta para mim aqui embaixo! 😉

Qual é a diferença entre day trade, swing trade e buy and hold?

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day trade, swing trade e buy and hold

Você já viu imagens daquelas pessoas cheias de telas na frente fazendo operações na bolsa de valores? São os traders! Quem faz operação de compra e venda pode seguir três estratégias: day trade, swing trade e buy and hold.

Se você está começando a investir em renda variável e quer comprar ações da bolsa, é muito importante entender o que significa cada uma dessas estratégias. Dessa forma, você pode escolher de qual maneira deseja operar.

A primeira é o day trade. Como o nome já diz, é uma operação em que o trader compra e vende no mesmo dia. É feita uma análise grafista (também chamada de análise técnica) e, a partir disso, comprar “na baixa” e vender “na alta”. O objetivo é ter a valorização do ativo no mesmo pregão.

Vale dizer que, nas operações de day trade, não há cobrança de IOF. A tributação cobrada é a do Imposto de Renda: 20% sobre o lucro da operação. Se não houver lucro, não há cobrança de IR.

A segunda estratégia é o swing trade – em que você “dorme” com a posição. Você pode manter aquele ativo na sua carteira por 2 dias, 1 semana, 2 semanas, 1 mês… Não importa! Se você manteve a ação por mais de 1 dia, é swing trade.

É importante saber que essa estratégia ainda segue a filosofia da análise grafista. Ou seja, são analisados os gráficos daquele ativo para encontrar o melhor momento para compra e venda com o objetivo de ganhar dinheiro na valorização.

E, por último, o mais importante de todos: o buy and hold. Quer saber mais sobre essa estratégia? Dá o PLAY no nosso vídeo:

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Você já sabia a diferença entre day trade, swing trade e buy and hold? Pretende operar em qual estratégia? Deixe seu comentário! 😉