Ações da Empiricus para 2021: quais são as queridinhas?

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No bate papo de hoje, o Bernardo visitou a Empiricus para conversar com Felipe Miranda sobre os melhores investimentos para 2021. Quer saber como foi a conversa? Confira a seguir os principais pontos e saiba o que a Empiricus espera para os investimentos neste ano!

Perspectivas para 2021

Felipe Miranda se mostra otimista em relação às oportunidades de 2021. Segundo ele, embora as bolsas de valores possam parecer caras atualmente (sob uma perspectiva histórica), se compararmos à renda fixa, elas ainda são vantajosas em termos de remuneração. Ou seja, no atual cenário de juros baixos, o retorno da bolsa está bastante atrativo.

Tendências para as taxas de juros

O sócio da Empiricus destaca ainda que o compromisso dos bancos centrais no exterior é manter os juros baixos por bastante tempo ainda. Logo, o cenário para a renda variável tende a permanecer favorável.

No Brasil, Felipe acredita que ocorra um processo de alta da taxa de juros neste ano, porém isso não afetará tanto o valuation das empresas. Isso porque são os juros de longo prazo que impactam mais nos preços dos papéis, e esses juros já estão bem altos no mercado nacional.

Alguns percalços esperados para o ano

Miranda fala sobre algumas dificuldades ainda esperadas para esse ano no Brasil. Entre elas, o atraso na vacinação, dificuldades fiscais e volatilidade do mercado são alguns exemplos. No entanto, isso poderá atrasar, mas não impedir a retomada da economia e, consequentemente, a recuperação do mercado financeiro em 2021.

Em relação ao cenário internacional, Felipe aponta preocupações em relação à China, em especial quanto à sinalização de o país reduzir as importações de aço. Isso porque ocorreu um processo de alta do minério de ferro nos últimos tempos, e esse segmento tem grande peso no Ibovespa. Logo, qualquer mexida nos volumes de negociação do minério pode afetar de forma substancial o mercado brasileiro.

Neste artigo, entenda por que é importante ficar de olho no mercado chinês. 

Outro ponto para o qual Felipe chama atenção é a possível redução de estímulos à economia europeia por parte do FED no final de 2021. Segundo ele, quando isso acontece, a redução de liquidez do sistema provoca a elevação das taxas de juros. No entanto, trata-se de uma hipótese, que deverá ou não se confirmar à medida que ocorra a retomada da economia.

E quais as apostas da carteira da Empiricus para 2021?

Quer saber qual a carteira queridinha do Felipe Miranda para esse ano? Então, acesse o link abaixo para ver na íntegra a entrevista, e para saber como receber o e-book totalmente gratuito com toda a série melhores investimentos para 2021:

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