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Investimentos para mulheres que querem arriscar mais

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Mulheres são conhecidas por serem mais conservadoras quando o assunto são investimentos financeiros – e isso já foi atestado em alguns estudos. No entanto, esse viés de comportamento não tem nada a ver com biologia, mas com construção social. Ou seja, somos educadas para termos mais aversão ao risco. Contudo, isso não te impede de ir além: pode ser que, apesar de toda essa fama, você esteja pronta para arriscar um pouco mais e investir em aplicações mais arrojadas. No post de hoje, você vai conhecer investimentos para mulheres que querem arriscar mais.

Investimentos financeiros arriscados são para mim?

Antes de mostrarmos como começar a se aventurar, um alerta: para entrar no mundo das aplicações arrojadas, é preciso ter um perfil adequado. Ou seja, você precisa tolerar riscos e saber que, se quiser abocanhar rendimentos acima do mercado, também deverá se arriscar a ter eventuais prejuízos no curto prazo e entender razoavelmente o mercado financeiro.

Então, se você é do tipo que entra em pânico só de ver uma pequena desvalorização nos seus investimentos, talvez essas aplicações sejam emocionantes demais para você. Entenda seu perfil-investidor antes de investir o seu dinheiro!

Aplicações para investidoras arrojadas: por onde começar?

Obviamente, não diremos para você já começar investindo em ações. Existem algumas aplicações que são ótimas portas de entrada para o universo da renda variável:

investimentos para mulheres

1. Fundos imobiliários (FII)

Como um primeiro contato, vale a pena considerá-los. Neles, um grupo de investidores coloca seu dinheiro em empreendimentos imobiliários, imóveis em desenvolvimento ou já prontos, como hospitais, edifícios comerciais e shoppings. Quando você aplica sua grana aqui, está, na verdade, adquirindo uma cota.

Trata-se de um produto de renda variável – ou seja, o valor dessa cota pode subir ou descer, da mesma maneira que acontece com o preço de uma ação. No entanto, os FIIs têm um quê de renda fixa: além de poder ganhar na valorização da cota, a investidora ainda receberá um valor fixo “pingando” na sua conta da corretora, o que pode acontecer mensal, trimestral ou semestralmente. É como se você fosse a dona de um imóvel e recebesse o valor do aluguel.

2. Fundos de crédito privado

Apesar de apresentarem certo risco, eles são opção para quem quer continuar na renda fixa, mas está se animando a se arriscar um pouco mais. Isso porque parte considerável do seu patrimônio permanece investida em títulos de renda fixa de emissores privados – mais precisamente, pelo menos 50% do patrimônio líquido, de acordo com regras da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) –, como CDB, LCI, LCA e debêntures.

Os fundos de crédito privado são mais indicados para quem já tem mais experiência em investimentos e conhece minimamente o mercado, já que a investidora terá que analisar a composição da carteira na hora de decidir onde colocará sua grana e analisar os riscos que essa aplicação envolve. Saiba quais são aqui.

3. Fundos multimercado

Como o nome indica, este é um fundo que aplica o dinheiro em diversos mercados, incluindo renda fixa, ações e câmbio – ou seja, uma aplicação bem diversificada. Cada um tem uma composição diferente, o que também determinará o seu risco. Por isso, existem fundos multimercados mais conservadores e outros mais arrojados.

Eles são uma ótima maneira de diversificar a carteira de investimentos com riscos moderados. Também são indicados para quem quer rendimentos maiores do que aqueles obtidos na renda fixa tradicional, mas não quer apostar diretamente para a renda variável. Aprenda aqui como investir neles.

4. Fundos de ações

Se você já tem alguma experiência e quer começar a investir em ações, por que não começar pelos fundos de ações? Eles são indicados para quem deseja entrar neste mercado, mas não tem dinheiro ou conhecimento suficientes para montar uma carteira de investimentos poderosa por conta própria.

Assim como em outros fundos, aqui, um grupo de investidores aplica seus recursos, que serão administrados por um gestor. Ao adquirir uma cota, você estará comprando uma cesta de ações diversificada, o que pode diluir o risco e trazer maiores rendimentos.

Conclusão

Se você sente que está preparada e é ousada o suficiente, não precisa ficar presa em investimentos de renda fixa. Antes de mergulhar no mar, você pode molhar os tornozelos e se arriscar aos poucos – ou seja, em vez de se jogar no mercado de ações, câmbio e outros mais arriscados, dá para colocar sua grana em investimentos que trarão maior rentabilidade e risco na medida. Vamos juntas?

 

Você é uma investidora conservadora ou arrojada? Gostou das sugestões desses investimentos para mulheres que querem arriscar mais? Deixe seu comentário aqui embaixo!

Ana Paula de Araujo

Repórter, produz o conteúdo multimídia do Finanças Femininas e é fã da Mulher Maravilha. Divide a vida de jornalista com a de musicista e tenta ajudar o máximo de pessoas nas duas profissões.

 

As opiniões expostas neste artigo são baseadas na visão do autor e não necessariamente refletem o entendimento do Yubb.

O que são criptomoedas?

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tudo sobre criptomoedas

Você já pensou em pagar as suas contas com moedas que não existem fisicamente? Pode parecer loucura, mas esse é o conceito das criptomoedas. São moedas virtuais como Bitcoin, Litecoin, Ethereum, Ripple, Monero e muitas outras que estão bombando no mundo dos investimentos.

Na teoria, as criptomoedas são uma classe de ativos de moedas virtuais. É um tipo de moeda que não existe versão física, só existe como um software. No início, era usada apenas para fins financeiros, mas hoje existem quase 2 mil criptomoedas diferentes que podem ser usadas para qualquer coisa que precise de um registro.

A função mais conhecida das criptomoedas é a troca para pagamento. Assim como você usa o real (R$) como pagamento, é possível usar bitcoin para pagar determinadas coisas na internet. E, assim como as físicas, alguns investidores realizam a compra e venda dessas moedas para ganhar lucro na valorização dos ativos.

Se você gosta de assistir vídeos no YouTube, já deve ter se deparado com um anúncio da Empiricus sobre criptomoedas. O Yubb esteve no escritório da empresa em São Paulo (SP) para conversar com Vinicius Bazan, que ficou super conhecido no YouTube, e ele vai te explicar tudo sobre moedas virtuais! Confira:

Gostou do vídeo? Tenho certeza que sim! Então não esqueça de se inscrever no canal do Yubb, compartilhar o conteúdo com os seus amigos e ativar as notificações para não perder as novidades!

 

Já tinha ouvido falar nas criptomoedas? Acha que elas são um bom investimento ou acha muito arriscado? Deixe sua opinião aqui embaixo!

Quanto preciso para começar a investir?

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Para muitas pessoas, investir o dinheiro é sinônimo de riqueza. Aposto que tem algum parente na sua família que é bem-sucedido e que vive falando de investimentos, estou certa? É muito comum ouvir “Eu não tenho dinheiro para investir!” e, em alguns casos, isso pode ser uma grande mentira. Mas, afinal, quanto preciso para começar a investir? Spoiler: é muito pouco!

Economizar dinheiro, sair da poupança e começar a investir é um passo muito importante na vida de alguém. Ter a iniciativa para sair da sua zona de conforto exige dedicação e é algo muito necessário para ganhar dinheiro e ter mais tranquilidade financeira. Na hora de começar, as pessoas se perguntam quanto de dinheiro é necessário para investir. Afinal, investimento é coisa de rico, certo? Errado!

No post de hoje, vou te provar que investimento é assunto para TODO MUNDO e que é possível fazer investimentos guardando apenas R$ 1,00 por mês. Sim, você leu certo! Dá para investir com a partir de R$ 1,00. Dá uma olhada no infográfico abaixo e continue lendo o texto 😉

quanto preciso para começar a investir?

Não é preciso ser rico para investir!

“Só quem tem muito dinheiro pode investir”. Esse é um dos maiores mitos que existe no mundo das finanças. A verdade é que só não investe quem não quer! Existem diversas opções rentáveis que exigem um investimento mínimo super baixo. Vou te mostrá-las mais abaixo, ok? O valor mínimo para investir nunca pode ser um empecilho.

Algumas pessoas também relacionam conhecimento com dinheiro. Existe outro mito que diz que quem nunca investiu e não conhece sobre o assunto, não consegue ganhar dinheiro. Isso também é mentira! É claro que com mais experiência e conhecimento você pode ter uma performance melhor, mas nada te impede de conseguir boas oportunidades no mercado com pouco conhecimento.

Não é preciso ser rico para investir e não precisa ser expert para investir! Com uma quantia pequena de dinheiro e com o mínimo de conhecimento, já é possível sair da poupança, abrir conta em uma instituição financeira e investir o seu dinheiro.

Vale lembrar que investir é um processo muito importante para você ter uma vida financeira melhor. Se o seu dinheiro está parado, você está perdendo dinheiro para a inflação e está perdendo a chance de conseguir uma renda extra no futuro. Com o rendimento dos seus investimentos, é possível realizar objetivos e sonhos que talvez você nunca conseguiria de outra forma.

Economize mês a mês

“É necessário investir todos os meses?” Na teoria, não. Não há praticamente nenhum investimento que te obrigue a fazer aportes mensais e é você quem decide quanto quer investir e como quer investir (de uma vez ou mês a mês). Mas, na prática, o bacana é que você economize um pouquinho por mês para seguir sempre investindo.

A dica aqui é um controle de gastos mensal. Pode ser uma planilha no Excel, um aplicativo, um caderninho… Enfim, qualquer coisa que te ajude a controlar os seus gastos. Nesse lugar, você vai anotar todas as suas despesas e receitas. No final de todos os meses, será possível analisar para onde foi todo o seu dinheiro. No mês seguinte, você pode economizar nos pontos que foram mais críticos para que você consiga juntar cada vez mais dinheiro.

Outro ponto muito importante é sempre levar em conta os investimentos. No início do mês, já separe aquela quantia que você deseja investir! Dessa forma, você não ficará “tentado” a gastar aquele dinheiro com outras coisas. E não importa a quantia! Por menor que seja o valor que você consegue economizar, ele já é muito válido para cumprir os seus objetivos financeiros. Quando eu disse ali em cima que é possível investir com R$ 1,00, eu não estava brincando não!

Observação muito importante: essas dicas só valem se você não estiver endividado, ok? Caso você esteja, a prioridade é sempre pagar as dívidas! Só depois de estar com TODAS as dívidas pagas, você pode juntar dinheiro para investir.

Opções com baixo investimento mínimo:

Agora que você já entendeu que investir é algo muito importante para a vida e que esse assunto não é restrito aos ricos e experientes, chegou a hora de te mostrar os melhores investimentos para você começar a investir.

As quatro opções abaixo são ótimas para quem ainda não tem muita experiência e quer entrar no mundo dos investimentos. E o melhor? Os valores mínimos para começar a investir são super baixos!

1. CDB a partir de R$ 1,00

O Certificado de Depósito Bancário (CDB) é um investimento em renda fixa privada. Isso significa que é um “empréstimo” que você, investidor, faz para um banco ou uma financeira. Em troca, a instituição te paga a remuneração daquele investimento (o rendimento).

Como é uma ótima maneira de o banco captar recursos, é um investimento muito fácil de ser encontrado. Quando eu te disse que era possível investir com a partir de R$ 1,00, era de um CDB que eu estava falando. No mercado, existem CDBs para diferentes bolsos: as opções vão desde R$ 1,00 até R$ 10.000,00 e muito mais.

E o melhor? Os CDBs são investimentos garantidos pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC), ou seja, são super seguros. Se a instituição financeira quebrar, você recebe o seu dinheiro de volta (até R$ 250 mil).

2. Tesouro Direto a partir de R$ 30,00

O Tesouro Direto é o programa de investimentos do Tesouro Nacional – é um investimento em renda fixa pública. Ao comprar títulos do Tesouro, você está “emprestando” dinheiro para o governo federal. Existem cinco opções de títulos públicos disponíveis e o investimento mínimo é muito baixo: é possível investir a partir de R$ 30,00!

Esse investimento não é garantido pelo FGC, mas a maioria dos especialistas acredita que o Tesouro Direto é o investimento mais seguro do Brasil. Isso porque ele possui a garantia do próprio governo federal, que é a instituição mais poderosa do país e, se o governo “quebrar”, isso significa que todas as outras instituições já quebraram antes.

3. Fundos de investimento a partir de R$ 100,00

Os fundos de investimento não são um produto e sim um serviço. Os investidores (chamados de cotistas) colocam seu dinheiro em um fundo para o que o gestor do fundo e sua equipe consigam a melhor rentabilidade possível.

Existem diversos tipos no mercado: fundos DI, fundos de renda fixa, fundos multimercado, fundos de ações… Tem opção para todos os bolsos! É possível encontrar fundos com investimento mínimo de R$ 100,00 assim como é possível encontrar de R$ 1.000.000,00! Por isso, vale a pena pesquisar um fundo que encaixe no seu bolso e no seu perfil-investidor.

4. Robôs de investimento a partir de R$ 100,00

Os robôs são uma modalidade recente no mercado. Eles são empresas (fintechs) que oferecem um serviço personalizado de investimento. É algo muito similar aos fundos, mas, ao invés de uma equipe especializada, há um sistema automatizado fazendo a alocação dos ativos.

Na prática, um robô vai pegar o seu dinheiro e distribuir em diferentes tipos de produto para fazer uma carteira personalizada para você (de acordo com seu perfil e objetivos). Dá para investir em robôs com a partir de R$ 100,00 e fazer aportes mensais com a quantia que desejar!

 

Quanto preciso para começar a investir? Consegui responder à sua pergunta? Se tiver qualquer dúvida ou quiser conversar comigo, deixe um comentário aqui embaixo!

4 vantagens em diversificar patrimônio

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diversificar patrimônio

Ao começar a investir, é natural que o investidor vá procurar o máximo de informações que tenha disponível para cuidar melhor de seu dinheiro e fazer as escolhas mais adequadas dentro de seu perfil de risco. Nesse tempo, surgem conselhos de amigos, leituras de livro, pesquisas na internet, buscas por rentabilidade, entre outros. Ao começar esse processo, uma das primeiras dicas que aparecem é a diversificação de investimentos. Mas, afinal de contas, quais são as grandes vantagens em diversificar patrimônio?

vantagens em diversificar patrimônio

1. Mitigação de riscos

A primeira vantagem na hora de diversificar seus investimentos é a mais famosa de todas: mitigar o risco. Imagine que todo seu dinheiro está aplicado em imóveis, por exemplo, e o mercado imobiliário passa por uma enorme crise que derruba o valor das propriedades e do aluguel. Isso significa, na prática, que esse investidor está concentrando seu risco em um só lugar (sem necessidade).

Com um patrimônio bem diversificado, uma queda que afete uma categoria específica de investimentos vai impactar apenas um percentual do dinheiro investido e essa mudança brusca de cenário pode até influenciar positivamente o desempenho de outras aplicações. Vamos supor que uma pessoa tem investimentos espalhados em renda fixa e renda variável, ela certamente estará garantida em caso de desempenho positivo ou negativo da economia brasileira. Além disso, a aplicação em fundos de investimento que aplicam em diversas categorias de produtos também pode ser uma boa nesse caso. Os fundos multimercados, por exemplo, podem aplicar em juros, moedas e ações, entre outros, e contam com diferentes políticas que buscam atender investidores com variados perfis de investimento.

2. Maior liquidez

Outro grande destaque em manter sempre uma carteira bem diversificada está na possibilidade de buscar mais liquidez com seus investimentos. Em um caso onde uma pessoa precisa resgatar seu dinheiro investido com rapidez, se ela tem quase todo seu capital concentrado em uma empresa de capital fechado, por exemplo, ela pode passar por problemas para acessar esse dinheiro, muitas vezes precisando se desfazer de seu patrimônio por um valor muito menor do que ele valeria de fato apenas pela pressa em acessar o dinheiro.

Quando se aplica em diversas categorias de investimento, esse não é um problema, uma vez que parte desse dinheiro provavelmente estará em investimentos para uma reserva de liquidez, disponível para resgate em qualquer momento, mas que seguem com alguma rentabilidade. Esse é o caso dos fundos DI com liquidez diária e do Tesouro Selic. O investimento diretamente no Tesouro Selic é outra possibilidade nesse caso. Esse título conta com a garantia do Governo Federal, que é considerado por especialistas o melhor credor que existe no Brasil.

3. Rentabilidade mais consistente

Ter uma rentabilidade mais consistente para o portfólio é a terceira grande vantagem em ter uma boa diversificação nos investimentos. Quando o risco é mitigado apropriadamente, o investidor pode até sofrer quedas em seu patrimônio, mas elas tenderão a ser mais controladas e direcionadas a apenas uma fatia da carteira de investimentos. Na prática, isso significa mais ganhos no médio e longo prazo.

Claro que, para fazer uma boa diversificação, é preciso bastante estudo e pesquisa. Um dos primeiros pontos é entender o seu apetite a risco, para saber exatamente quanto de seu portfólio poderá ficar alocado em cada categoria de investimentos.

Além disso, contar com uma boa assessoria especializada e pronta a auxiliá-lo certamente é um imenso diferencial para fazer as alocações mais assertivas. Afinal de contas, uma assessoria focada em trazer os melhores retornos certamente saberá quais são os produtos que fazem mais sentido em seu momento de vida.

Buscar plataformas abertas também é uma escolha bastante interessante, pois, assim, é possível ter acesso aos melhores produtos do mercado em geral e não apenas de uma instituição financeira específica. Essas plataformas costumam ser focadas exclusivamente em investimentos e não contam com outros produtos que, muitas vezes, trazem pouca ou nenhuma rentabilidade ao investidor e, por consequência, prejudicam o desempenho do portfólio e podem trazer mais riscos de maneira desnecessária.

4. Segurança

A segurança é outro fator importantíssimo na hora de diversificar seus investimentos, até mesmo dentro de uma categoria específica, como é o caso da renda fixa, por exemplo. Títulos de renda fixa como os CDB (Certificados de Depósito Bancário), LCI (Letras de Crédito Imobiliário) e LCA (Letras de Crédito do Agronegócio) são garantidos pelo FGC (Fundo Garantidor de Crédito) até um limite de R$ 250 mil por pessoa por instituição financeira.

Esse mecanismo permite que o investidor tenha uma proteção em caso de quebra da instituição financeira emissora desse título, permitindo que ele receba o dinheiro aplicado de volta nessa situação. Assim, uma pessoa que quer alocar R$ 300 mil em renda fixa, por exemplo, não precisa colocar tudo em apenas um banco, mas pode, ao invés disso, dividir seu dinheiro em papéis de três instituições financeiras, protegendo todo seu patrimônio conta esse risco.

Em renda variável, a mesma máxima é verdadeira. Caso você invista todo seu patrimônio em ações de uma única companhia, está sujeito às variações que seu preço pode passar por diversos motivos, como um problema econômico no país, uma crise forte no setor em que esta empresa está inserida, uma forte concorrência de um novo player no mercado ou até mesmo uma gestão inadequada por parte de seus líderes. Por isso, vale a pena buscar várias companhias para investir, ou então encontrar algum fundo de investimento com uma gestão focada em trazer um retorno de acordo com seus objetivos e seu perfil de risco.

Outro tipo de investimento em renda variável que pode ser interessante é a aplicação em COE (Certificado de Operações Estruturadas). Os COE são produtos que permitem que o investidor lucre com a oscilação de determinados índices, papéis ou moedas, entre outros ativos, e, geralmente, contam com capital parcial ou totalmente protegido contra quedas. Essas aplicações, além de poderem trazer mais rentabilidade a uma carteira de investimentos, ainda garantem uma diversificação com segurança para quem tem um menor apetite a risco.

 

Você tem o hábito de diversificar patrimônio? Entendeu por que isso é tão importante? Deixe aqui embaixo nos comentários!

BTG Pactual Digital

O BTG Pactual Digital é uma plataforma de investimentos que tem como missão democratizar as melhores aplicações financeiras para todos os brasileiros e conta com a experiência do maior banco de investimentos da América Latina.

Quem é o Banco Indusval?

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Banco Indusval para investir

Ao procurar os melhores investimentos pelo Yubb, você já deve ter encontrado os investimentos do Banco Indusval. É uma instituição financeira tradicional no mercado brasileiro e é muito importante no setor do agronegócio.

O Banco Indusval surgiu do Comind, um banco grande e influente no Estado de São Paulo. Quando as famílias fundadoras compraram a corretora Indusval do Comind, começou a história de sucesso do banco.

A estratégia da instituição é focar no setor de agronegócio, mas, ao mesmo tempo, ter um “braço” de varejo para pessoas físicas que é a corretora Guide Investimentos. Por ser um banco de crédito, tem o objetivo de focar nas pequenas e médias empresas, em uma estratégia B2B (Business to Business; de empresa para empresa).

O Yubb esteve na sede da instituição em São Paulo (SP) para conversar com Jair Ribeiro, presidente do Indusval, para saber tudo sobre esse banco tão importante para o Brasil. Ficou curioso? Dá o PLAY no vídeo!

Gostou do conteúdo? Então não esqueça de se inscrever no canal do Yubb e ativar as notificações do YouTube para não perder os novos vídeos!

 

Já conhecia o Banco Indusval? Está pensando em investir seu dinheiro com eles? Deixe a sua experiência e sua opinião aqui embaixo nos comentários!

8 dicas para investir em títulos públicos

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dicas para investir em títulos públicos

Tesouro is the new poupança. Traduzindo, Tesouro é a nova poupança. Tesouro Direto é um programa de investimentos do governo federal que é conservador, seguro, simples e que rende bem mais que a poupança. Investir em títulos públicos é um processo bem fácil, mas que, com algumas dicas, pode ser mais vantajoso ainda!

Como eu acabei de te contar, o Tesouro Direto é um PROGRAMA de investimentos e não um PRODUTO. O Tesouro Nacional criou esse programa em 2002 para vender títulos para pessoas físicas pela internet e com o objetivo de democratizar os investimentos no país e também captar recursos para o próprio governo.

No post de hoje, vou te contar 8 dicas imperdíveis para você investir em títulos públicos do Tesouro Direto sem ter dor de cabeça. Spoiler: tem até dica de investimento por objetivo! Dá uma olhadinha no infográfico e corre para ler o texto 😉

dicas para investir em títulos públicos

1. Entenda a segurança do Tesouro Direto

Bomba: os títulos do Tesouro NÃO são garantidos pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC)!!! Mas ele é considerado, pela maioria dos especialistas, como o investimento MAIS SEGURO DO BRASIL. Você deve estar pensando “Como assim?”. Na realidade, a lógica é bem simples.

O governo federal é instância máxima da organização política e econômica no Brasil, sendo assim, o Tesouro Nacional também é. Se o governo “quebrar”, isso significa que todas as outras instituições financeiras já quebraram antes (bancos, corretoras, financeiras e até o FGC). Resumindo: os títulos públicos são garantidos pelo próprio Tesouro Nacional e, por isso, são os investimentos menos arriscados do país.

2. Tenha conta aberta em uma corretora

Já tem uma conta em uma corretora de valores? Ainda não? Então estou aqui para te dizer que você vai ter que abrir uma para conseguir investir em títulos públicos. Isso acontece porque o Tesouro Nacional é apenas o emissor desses títulos. Para fazer a sua distribuição, é necessário o serviço das corretoras (XP, Easynvest, Rico, Socopa, Guide, ModalMais e etc).

Abrir conta em uma corretora é um processo 100% online e gratuito. Para operar em títulos do Tesouro Direto, a corretora precisa estar na lista das instituições financeira habilitadas pelo Tesouro Nacional. Vale lembrar que a maioria dessas empresas não cobra nenhuma taxa para você aplicar neste tipo de título, então fique esperto para não pagar taxas à toa!

3. Tome cuidado com a liquidez

A liquidez dos títulos do Tesouro Direto é diária, ou seja, você pode resgatar seu dinheiro a qualquer momento. Essa é uma característica muito positiva para quem quer investir em títulos públicos! Mas é preciso ficar muito atento! Existe uma “pegadinha” na liquidez em que você pode acabar perdendo dinheiro.

Os valores de compra e venda dos títulos (e suas rentabilidades) são atualizados diariamente. Ao comprar algum título, o investidor sabe quanto vai receber na data de vencimento estipulada. Se você resolver resgatar seu dinheiro antes do prazo, vai receber o correspondente daquele dia. Ou seja, se o valor de venda for menor do que o valor que estava definido no início, você perde dinheiro. Por isso, é muito importante tomar cuidado com a liquidez “diária” e não sair resgatando o seu dinheiro a qualquer momento.Conheça os títulos disponíveis

Quando você ouve alguém falando “Vou investir no Tesouro Direto”, é apenas uma maneira coloquial de dizer, já que você precisa escolher em qual título você vai aplicar. Conhecer as características das 5 opções disponíveis é um passo muito importante na hora de investir em títulos públicos:

  • Tesouro IPCA: é indexado ao IPCA (indicador oficial da inflação no Brasil), ou seja, seu rendimento vai acompanhar a inflação.
  • Tesouro IPCA com juros semestrais: idêntico ao Tesouro IPCA, mas você recebe rendimentos de seis em seis meses e não só no vencimento.
  • Tesouro Prefixado: possui uma taxa prefixada que permanece a mesma durante todo o período do investimento, ou seja, não depende de nenhum fator.
  • Tesouro Prefixado com juros semestrais: idêntico ao Tesouro Prefixado, mas você recebe rendimentos de seis em seis meses e não só no vencimento.
  • Tesouro Selic: é indexado à taxa SELIC, ou seja, seu rendimento vai acompanhar a SELIC.

5. Invista no Tesouro IPCA para longo prazo

Você pensa em se aposentar com tranquilidade? Ou planeja juntar dinheiro para o futuro dos seus filhos? Se o seu objetivo financeiro é de longo prazo, invista no Tesouro IPCA! Essa dica é muito interessante para quem está em dúvida de onde investir o dinheiro entre tantos opções de títulos públicos.

O Tesouro IPCA é uma ótima opção para esse objetivo, já que a sua rentabilidade depende do valor da inflação no país. Isso significa que o seu dinheiro estará sempre rendendo acima da inflação, independente de ela estar alta ou baixa. Para o longo prazo, isso é muito importante, já que o seu dinheiro nunca perderá o poder de compra!  

6. Coloque sua reserva de emergência no Tesouro SELIC

Lembra da “pegadinha” da liquidez que te contei ali em cima? Ela não se aplica ao Tesouro SELIC! Você pode resgatar o seu dinheiro a qualquer momento: ele não “sofrerá” com as taxas do dia e serão mantidas as taxas estabelecidas no dia da compra. O investidor não corre o risco de perder dinheiro ao investir Tesouro SELIC.

Isso é muuuito incrível para quem quer aplicar a reserva de emergência. Se o nome é reserva de emergência, é preciso que ela esteja em um lugar de fácil acesso em caso de emergência, certo? O Tesouro SELIC é uma das melhores opções para quem quer investir aquele dinheirinho que precisa estar “na mão” sempre.

7. Aproveite os juros semestrais

Ao fazer um investimento, a maioria das instituições financeiras paga o rendimento para os investidores no prazo de vencimento. Não é tão comum encontrar aplicações que te trazem juros mensais ou semestrais. Por isso, o Tesouro Direto é uma ótima oportunidade para aproveitar os juros semestrais!

O Tesouro IPCA e o Tesouro Prefixado possuem uma modalidade “com juros semestrais” e, nesse caso, é possível receber os rendimentos de seis em seis meses. Imagine uma renda extra entrando na sua conta semestralmente? Tudo de bom, né? Então, a dica é: aproveite os juros semestrais do Tesouro Direto em parte da sua carteira de investimentos!

8. Não se assuste com a taxa de custódia

Muitas corretoras não cobram taxa para você investir no Tesouro Direto, mas existe uma taxa fixa que será cobrada na sua aplicação: a taxa de custódia da B3. Se você aplicou seu dinheiro em algum título público, ele será custodiado na B3 (antiga BM&FBovespa) e isso significa que o investimento está registrado em seu nome (isso traz mais segurança, né?).

Como nada é de graça, a B3 cobra 0,3% ao ano de seu investimento para fazer esse serviço de custódia. É uma taxa tão baixa que você talvez nem perceba, mas, se perceber, não se assuste se essa parte de seu dinheiro “sumir” anualmente, ok? É a taxa de custódia agindo em seu título público!

 

Gostou das nossas dicas para investir em títulos públicos? Já investe no Tesouro Direto ou está pensando em investir? Conte TUDO para mim aqui embaixo! =)

Melhores investimentos de 2018: as opções para o segundo semestre

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Sim, o segundo semestre de 2018 já chegou! Dá para acreditar? No início do ano, muitos economistas fizeram grandes previsões para os meses seguintes e os investidores ficaram preparados para algumas mudanças na economia brasileira. Agora que sete meses já se passaram, o que mudou? Descubra os melhores investimentos de 2018 para o segundo semestre!

É muito complicado fazer previsões, né? Quando as coisas não acontecem do jeito que previmos, ficamos chateados e irritados. No mundo dos investimentos, isso não é diferente. É difícil projetar quais serão as melhores rentabilidades para os meses seguintes já que diversos fatores podem alterar tudo a qualquer momento.

Aqui no Yubb, as nossas previsões são feitas a partir de expectativas. Como somos o único buscador de investimentos gratuito, online e imparcial que mostra diversos tipos de aplicações (desde renda fixa até fundos), nossas previsões são feitas de acordo com os dados que temos no sistema. Esses dados englobam o número de buscas realizadas pelos usuários, taxas de rentabilidade dos investimentos nos últimos meses, preferência dos usuários, expectativas de retorno para os próximos meses e assim por diante.

No post de hoje, separamos investimentos que prometem dar o que falar no segundo semestre de 2018. De acordo com a análise de dados do Yubb, é uma boa ideia ficar de olho nessas 5 opções abaixo =) Dá uma olhada no infográfico e continue lendo o texto!

melhores investimentos de 2018

1. Ações

Para muita gente, investimento financeiro é sinônimo de ações. Quando alguém fala que “Fulano está investindo o dinheiro”, as pessoas já pensam que o fulano está comprando e vendendo ações na bolsa de valores. É claro que investimento vai muito além disso, mas investir em ações pode ser um bom negócio para o segundo semestre de 2018.

Vale lembrar que ação é uma modalidade de renda variável, ou seja, faz parte de um grupo mais arriscado nos investimentos. Ação é um título que representa uma parcela de uma sociedade de capital aberto (de uma empresa que pode ser negociada). Toda essa negociação é feita na bolsa de valores ou no mercado de balcão.

Quando você compra ação da empresa X, está comprando “uma parte” dela. Você, investidor, se torna sócio da empresa. Se a empresa X conseguir bons resultados, você recebe os dividendos e começa a ganhar dinheiro (remuneração do investimento) pela valorização daquela empresa. Mas, como eu disse, o mercado de ações é arriscado! A empresa X pode ter prejuízo e você pode perder dinheiro. Por isso, analise bem toda a situação antes de comprar uma ação.

2. Fundos multimercado

Os fundos de investimento podem ser ótimas opções para quem está em dúvida sobre onde investir o dinheiro. Como é um tipo de serviço e não diretamente um produto, é uma boa oportunidade para ganhar acima das instabilidades do mercado.

Em um fundo, o seu dinheiro é investido em diversos ativos que são escolhidos pelo gestor do fundo. A partir da experiência dele e da equipe, é feita uma alocação de ativos para criar uma carteira de investimentos diversificada e com o maior rendimento possível. Os fundos são divididos em vários tipos: o fundo imobiliário, por exemplo, só aplica seu dinheiro em imóveis; já o fundo de renda fixa só investe em aplicações de renda fixa como Tesouro Direto e CDB.

Mas neste tópico não estamos falando de qualquer fundo e sim dos fundos multimercado! O fundo multimercado é uma opção muito boa para o segundo semestre de 2018. Nele, o gestor do fundo pode aplicar o seu dinheiro em diferentes tipos investimentos , por isso o nome “multimercado”.

Esse tipo de fundo pode ser muito interessante já que usa os benefícios de diversos tipos de ativos. Em um fundo multimercado, a sua carteira pode ser composta desde títulos públicos do Tesouro Direto até ações da bolsa de valores. Por esse motivo é uma alternativa bem bacana para o resto do ano e entra na lista dos melhores investimentos de 2018 =)

3. Robôs de investimento

Você já ouviu falar nos robôs? Ao fazer uma busca de investimentos pelo Yubb, você já deve ter se deparado com os nomes Magnetis, Monetus, Vérios e Warren com rentabilidades altíssimas. Esses são os 4 robôs de investimento que existem no Brasil e são ótimas opções para você investir seu dinheiro.

Os robôs são empresas (fintechs) que fazem o serviço de gerir o seu dinheiro. Parecem os fundos, né? Realmente, os robôs são muito parecidos com os fundos de investimento, mas a diferença é muito simples. Nos robôs, o processo é todo automatizado e seu dinheiro será gerido por “máquinas” – daí vem o nome robô.

Essas empresas criaram algoritmos que conseguem fazer uma carteira de investimentos personalizada para o investidor de acordo com o seu tipo de perfil. Ao colocar o seu dinheiro nessas fintechs, o robô vai alocar a quantia em diferentes tipos de investimento de acordo com os seus objetivos e perfil – ou seja, os robôs de investimento não são O PRODUTO e sim O SERVIÇO que vai colocar seu dinheiro nos produtos.

4. Crowdfunding

De toda a lista, talvez essa seja a opção menos conhecida. Você conhece o investimento coletivo na internet? É um assunto que ficou muito conhecido nos últimos anos e que pode ser uma boa opção para o seu dinheiro. No mundo dos investimentos, existem plataformas de crowdfunding imobiliário e de crowdfunding de empresas. Assim como os robôs, os crowdfundings de investimento são fintechs.

No crowdfunding imobiliário, você pode comprar “parcelas” de imóveis. Você financia a construção do imóvel que desejar e quando ele começar a trazer lucro (por meio de venda e/ou alugueis), você recebe a remuneração. No crowdfunding de empresas, você pode financiar a criação ou o crescimento de uma empresa que está precisando de crédito e quando ela começar a trazer lucro, você recebe a remuneração.

Vale lembrar que crowdfunding é uma modalidade de investimento mais arriscada. Não há nenhuma garantia de que você receberá a remuneração proposta já que o lucro depende de diversos fatores. Mas, como você sabe, quem arrisca mais tem a chance de ganhar mais!

5. Renda fixa de instituições menores

Os investimentos em renda fixa são os mais seguros do mercado. O investidor “empresta” o dinheiro para bancos e financeiras que pagam os juros como remuneração pelo dinheiro emprestado e você recebe o rendimento. Os bancos grandes oferecem diversas opções em renda fixa, mas aqui a dica é para você aplicar seu dinheiro em instituições menores no segundo semestre de 2018.

Como essas instituições menores precisam captar mais investidores, oferecem investimentos mais rentáveis e com a mesma segurança dos bancos grandes. Alguns exemplos:

  • Bancos pequenos e médios:
    • Certificado de Depósito Bancário (CDB)
    • Letra de Crédito do Agronegócio (LCA)
    • Letra de Crédito Imobiliária (LCI)
  • Financeiras:
    • Letra de Câmbio (LC)
    • Recibo de Depósito Bancário (RDB)

Esses investimentos são garantidos pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC) e é uma ótima alternativa para quem busca rentabilidade e segurança.

 

O que achou dos melhores investimentos de 2018 para o segundo semestre? Investiu em algum desses na primeira metade do ano? Qual é a estratégia da sua carteira para o fim do ano? Deixe sua opinião e experiência aqui embaixo nos comentários!

Como fazer um intercâmbio guardando R$ 280 por mês?

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como guardar dinheiro para intercâmbio

Para a pergunta “Qual é o seu sonho?”, muitas pessoas respondem “Fazer um intercâmbio!” . Infelizmente, na maioria dos casos, esse sonho não é realizado por falta de dinheiro. Mas não precisa ser assim! Ter dinheiro para intercâmbio pode ser muito mais simples do que você imagina.

No post de hoje, vamos te mostrar que é possível fazer um intercâmbio guardando apenas R$ 280,00 por mês! Sim, é sério! Mas um intercâmbio de quanto tempo? Por quantos meses é necessário juntar esse dinheiro? É um dinheiro investido ou uma viagem parcelada?

Dá uma olhadinha no infográfico que preparamos e continue lendo o texto para descobrir todas essas respostas 😉 Chegou a hora de você ter dinheiro para intercâmbio!

como guardar dinheiro para intercâmbio

Quanto custa um intercâmbio?

É muito difícil estimar quais serão os custos para fazer um intercâmbio. Tudo vai depender da cidade escolhida, do tipo de moeda, de qual acomodação você prefere… São diversos fatores que podem influenciar no preço total. No post de hoje, fizemos uma média para ficar mais simples para você =)

Nós escolhemos como destino a cidade de Vancouver, no Canadá, e separamos três tipos de intercâmbio: de um mês, de três meses e de seis meses. Para estabelecer os preços de passagem, usamos os valores do Decolar. Para os preços de hospedagem e curso de inglês, usamos os valores da CI.

Destino: Vancouver (Canadá)

Objetivo: curso de inglês

Passagem (ida e volta): R$ 2.500,00

Curso de inglês com 28 horas de aula por semana:

  • Intercâmbio de 1 mês: R$ 4.237,46
  • Intercâmbio de 3 meses: R$ 10.222,52
  • Intercâmbio de 6 meses: R$ 17.052,78

Hospedagem:

Para hospedagem, levamos em consideração o que é mais comum no mundo dos intercambistas. Fechar 1 mês de acomodação em uma casa de família (a tão famosa “host family”) e, depois disso, procurar um local para morar na cidade.

  • Intercâmbio de 1 mês: R$ 3.304,84 (casa de família)
  • Intercâmbio de 3 meses: R$ 3.304,84 (casa de família no primeiro mês) + R$ 5.256,00 (aluguel de um quarto individual no centro da cidade nos outros dois meses) = R$ 8.560,84
  • Intercâmbio de 6 meses: R$ 3.304,84 (casa de família no primeiro mês) + R$ R$ 13.140,00 (aluguel de um quarto individual no centro da cidade nos outros cinco meses) = R$ 16.444,84

Custo de vida (alimentação e celular):

  • Intercâmbio de 1 mês: R$ 1.022,00
  • Intercâmbio de 3 meses: R$ 3.066,00
  • Intercâmbio de 6 meses: R$ 6.132,00

VALOR TOTAL:

  • Intercâmbio de 1 mês: R$ 11.064,30
  • Intercâmbio de 3 meses: R$ 24.349,36
  • Intercâmbio de 6 meses: R$ 42.129,62

Isso significa que um intercâmbio de 1 mês custa aproximadamente R$ 11.000,00, de 3 meses R$ 24.000,00 e de 6 meses R$ 42.000,00. São esses valores que vamos levar em consideração nas contas abaixo.

Investir ou parcelar?

Na hora de fechar um intercâmbio, a maioria das pessoas vai até as agências de viagem, fecha um pacote e parcela aquela compra em um milhão de vezes no cartão de crédito. A parcela no cartão pode ser muito atrativa (já que são valores bem baixos por mês), mas será que é a melhor opção?

Temos certeza de que você queria muito ter esse dinheiro à vista para pagar a viagem e já ficar livre disso, certo? E se a gente te disser que isso é possível se você fizer um “parcelamento ao contrário”?

Ao invés de fechar a viagem parcelada no cartão de crédito e ficar pendurado durante meses naquela fatura (inclusive DURANTE o intercâmbio), o que acha de fazer um planejamento financeiro e conseguir o dinheiro ANTES de fechar a viagem? Isso é possível com investimentos! No resto deste texto, vamos te mostrar qual é o valor que você precisa juntar por mês (e durante quantos meses) para conseguir dinheiro para intercâmbio.

Investir a quantia para a viagem é muito melhor do que parcelar o intercâmbio no cartão de crédito, já que você pode ECONOMIZAR MUITO DINHEIRO! Isso acontece porque os juros compostos estão trabalhando por você durante o período estipulado e você precisa colocar menos dinheiro do que colocaria na fatura do cartão de crédito. O rendimento dos investimentos feitos mês a mês vão te ajudar a chegar mais perto de realizar o seu sonho.

Onde e quanto investir?

Agora que você já sabe que guardar o dinheiro e investir mês a mês é muito melhor do que parcelar, chegou a hora de saber como fazer isso. Para fazer as contas abaixo, utilizamos um CDB de um banco médio com uma rentabilidade fácil de ser encontrada no mercado: 112% do CDI, ou seja, que rende aproximadamente 0,59% ao mês em agosto de 2018.

Na hora de fazer o seu planejamento financeiro, você precisa decidir por quanto tempo vai juntar este dinheiro. Neste post, separamos um planejamento por 12 meses (1 ano), por 24 meses (2 anos) ou por 36 meses (3 anos). Cabe a você, investidor, decidir qual é o prazo que mais encaixa no seu bolso para juntar o dinheiro para seu tão sonhado intercâmbio.

Se você precisa de R$ 11.000,00 para fazer um intercâmbio de um mês:

  • Junte R$ 890,00 por mês durante 12 meses ou;
  • Junte R$ 430,00 por mês durante 24 meses ou;
  • Junte R$ 280,00 por mês durante 36 meses.

Se você precisa de R$ 24.000,00 para fazer um intercâmbio de três meses:

  • Junte R$ 1.936,00 por mês durante 12 meses ou;
  • Junte R$ 934,00 por mês durante 24 meses ou;
  • Junte R$ 600,50 por mês durante 36 meses.

Se você precisa de R$ 42.000,00 para fazer um intercâmbio de seis meses:

  • Junte R$ 3.388,00 por mês durante 12 meses ou;
  • Junte R$ 1.635,00 por mês durante 24 meses ou;
  • Junte R$ 1.051,00 por mês durante 36 meses.

Ao juntar essa quantia mensalmente, basta aplicá-la (todos os meses) em algum investimento que renda 0,59% ao mês e, no fim do período, você terá todo o dinheiro para o seu intercâmbio =)

Quanto economizou?

Lembra que ali em cima a gente disse que investir é bem melhor que parcelar? Agora vamos te provar que é verdade! Se você seguiu as nossas dicas, terá economizado muito dinheiro! Confira:

  • Intercâmbio de 1 mês:
    • Se investiu em 12 meses, economizou R$ 320,00
    • Se investiu em 24 meses, economizou R$ 680,00
    • Se investiu em 36 meses, economizou R$ 920,00
  • Intercâmbio de 3 meses:
    • Se investiu em 12 meses, economizou R$ 768,00
    • Se investiu em 24 meses, economizou R$ 1.584,00
    • Se investiu em 36 meses, economizou R$ 2.382,00
  • Intercâmbio de 6 meses:
    • Se investiu em 12 meses, economizou R$ 1.344,00
    • Se investiu em 24 meses, economizou R$ 2.760,00
    • Se investiu em 36 meses, economizou R$ 4.164,00

Não entendeu como isso foi calculado? É muito simples! No caso de um intercâmbio de 6 meses, se você investiu R$ 1.051,00 por mês durante 36 meses, no total você gastou R$ 37.836,00, mas juntou R$ 42.000,00! Se você fosse parcelar a viagem de R$ 42.000,00 em 36 vezes, teria que ter pagado R$ 1.166,70 por mês.

Dá para acreditar que você pode economizar até R$ 4.164,00 só por ter tido paciência e organização? Por isso é muito importante colocar todos os gastos no papel e juntar o dinheiro para a viagem antes de ela acontecer. Com um bom controle financeiro, é possível realizar todos os seus sonhos!

 

Você já fez um intercâmbio? Se sim, conte pra gente para onde foi e como fez para guardar o dinheiro para intercâmbio: parcelou ou investiu? Se gosta deste tipo de post, deixe um comentário aqui embaixo para a gente saber! =)

 

Os dados deste post podem sofrer alterações de acordo com a taxa cambial do dia. As contas aqui apresentadas foram feitas no dia 19/07/2018 com o dólar canadense comercial valendo R$ 2,92.

 

Débora Duarte

Débora é produtora de conteúdo no Yubb e formada em jornalismo pela Universidade Presbiteriana Mackenzie.

Peirol Gomes

Peirol é líder de crescimento no Yubb e formado em engenharia de gestão pela Universidade Federal do ABC (UFABC).

Quais foram os erros de investimento da Livia Medeiros?

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Livia Medeiros

Você já cometeu algum erro na hora de investir? Com certeza sim, né? Isso é um processo totalmente normal para quem cuida do dinheiro. Até os investidores mais experientes e bem sucedidos cometem erros. Descubra os 5 erros que Livia Medeiros cometeu!

Para quem não conhece, Livia Medeiros é uma influenciadora digital no Instagram e YouTube. Ela fala sobre finanças pessoais e investimentos e confessou para o Yubb que já errou muito na hora de investir. Seu primeiro erro foi não ter investido mais nova! Mesmo com pouco salário, é importante investir desde o primeiro salário.

Outro erro da Livia foi não ter arriscado mais. Hoje, ela é uma investidora mais experiente e aceita correr mais riscos. Há alguns anos, ela não aceitava correr riscos e tinha muito medo de perder dinheiro. Mas o PIOR ERRO da vida da Livia foi ter pedido dinheiro emprestado para o banco para poder investir. Você acredita que ela fez isso?

A youtuber separou os 5 erros que ela cometeu no mundo dos investimentos e contou tudo para o Yubb. Dá o play no vídeo abaixo e descubra!

Gostou do vídeo? Se sim, não esqueça de se inscrever no canal do Yubb e ativar as notificações para não perder os novos vídeos!

 

O que achou dos erros de investimento da Livia Medeiros? Já cometeu algum desses erros? Deixe a sua opinião e sua experiência aqui embaixo nos comentários 😉

Por que um fundo fecha?

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Por que um fundo fecha?

Temos nos deparado, com mais frequência, com a notícia de que um fundo de investimento vai fechar para novas aplicações. Mas muitos se perguntam: o que isso, de fato, significa? Por que um fundo fecha?

Primeiro, vamos entender como funciona um fundo de investimento. É um tipo de aplicação financeira que reúne recursos de diversos investidores a fim de obter rendimentos e ganhos de capital.

Os recursos aplicados formam o patrimônio do fundo, que é dividido em cotas utilizadas para a compra de ativos financeiros, como títulos e ações, que pertencem aos investidores (chamados de cotistas) na proporção das cotas adquiridas. O responsável por todo esse processo é o gestor, que seleciona os ativos de acordo com o regulamento do fundo estabelecido na sua criação.

Em geral, quando um fundo é criado, existe a preocupação com o tamanho do patrimônio que ele pode alcançar. Isso se deve, principalmente, em função dos ativos em que está autorizado a investir e com o objetivo de manter o foco nos resultados.

A indústria de fundos de investimentos cresceu significativamente nos últimos anos, atingindo um patrimônio total superior a 4 trilhões de reais. Com a queda da taxa básica de juros e com os investidores em busca de alternativas mais rentáveis, a procura por fundos tem sido grande.

Para escolher entre tantos fundos disponíveis é muito importante ter definido:

  • Objetivos – pode ser desde a compra de um produto (um computador, por exemplo) até a preparação para a aposentadoria;
  • Perfil de investidor – Conservador, Moderado ou Arrojado. Você pode descobrir qual é o seu, respondendo um questionário de perfil.

Por que um fundo fecha?

Quando um fundo pode fechar?

Um fundo pode fechar a qualquer momento e, por incrível que pareça, pode ocorrer quando o investimento está performando muito bem.

Ele fecha para novas aplicações. Em geral, isso acontece quando atinge seu valor máximo de patrimônio. Como consequência de uma boa performance, a procura aumenta e, com isso, o valor máximo é atingido de forma mais rápida. Neste caso, fechar o fundo é um cuidado que o gestor tem para manter as estratégias traçadas e continuar entregando bons resultados aos cotistas.

A partir da data de fechamento, não é mais permitido realizar novos aportes, nem mesmo pelos que já são cotistas do fundo. Vale ressaltar que mesmo quando os fundos estão fechados para novas aplicações, os resgates não são afetados. Isso significa que os investidores podem solicitar novos resgates a qualquer momento. Além disso, o dinheiro que foi aplicado antes do fechamento do fundo continua rentabilizando normalmente, de acordo com suas estratégias.

Outro motivo que pode levar ao fechamento de um fundo se deve à reestruturação da equipe para manter a qualidade das rentabilidades. Neste caso, o gestor pode optar por fechá-lo para contratar novos profissionais e estabelecer novas estratégias, podendo voltar a abrir no futuro. Lembrando que mudanças nas regras do fundo precisam sempre passar por aprovações, inclusive dos próprios cotistas do fundo.

Por quanto tempo um fundo fica fechado?

O fechamento de um fundo pode ocorrer a qualquer momento e não há um período determinado para que ele fique fechado, podendo ser por meses ou até anos. Em alguns casos, ele pode não reabrir mais.

A reabertura ocorre, geralmente, após a reestruturação da equipe e o aumento da capacidade do patrimônio. Em outros casos, acontece devido a um período de performance negativa, quando ocorrem muitos resgates, para recompor o patrimônio.

Quer investir em um fundo que está fechado?

Não se preocupe!

Se você tentou investir em um fundo que está fechado, ainda existe a possibilidade de o mesmo reabrir. Além disso, também há diversas outras opções de fundos com estratégias muito semelhantes, que podem se tornar excelentes alternativas.

É aí que entra a Órama, uma plataforma 100% online, que oferece uma seleção de fundos para todos os perfis e objetivos. Lá, você encontra fundos de diferentes tipos e estratégias, e conta com uma equipe qualificada, que pode auxiliar na escolha do investimento ideal para você.

Eduarda Macedo

Eduarda Macedo é redatora publicitária da Órama Investimentos.

 

As opiniões expostas neste artigo são baseadas na visão do autor e não necessariamente refletem o entendimento do Yubb.