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Qual é a melhor corretora de investimento?

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XP, Rico, Easynvest, Modalmais, Guide, Socopa, Ourinvest, Órama… São muitas distribuidoras de investimento disponíveis no mercado. No meio de tantas opções, alguns investidores ficam confusos sobre qual é a melhor corretora de investimento. Chegou a hora de descobrir!

Cada instituição financeira possui as suas características. Uma corretora de valores tem a função de distribuir investimentos. Enquanto o emissor (bancos ou financeiras) são os responsáveis por “criarem” a aplicação, é o distribuidor que precisa levar isso para os investidores. Os distribuidores mais conhecidos no mundo dos investimentos são as corretoras.

Abrir uma conta de investimento em uma corretora é muito diferente do que abrir uma conta corrente em um banco. A conta de investimentos não exige nenhuma taxa de abertura e muito menos custo de manutenção. Sim, você leu certo! O custo é ZERO para abrir conta em uma corretora e começar a aplicar o seu dinheiro — mesmo se você abrir a conta e não fizer um investimento, também não vai pagar nada.

Outro fator muito importante é que o processo de abertura de conta (da maioria das corretoras) é 100% digital. É um processo muito simples: basta baixar o app da empresa ou entrar no site, enviar suas informações e documentos digitalmente e pronto! Em algumas horas a sua conta estará aprovada. Quer saber melhor como isso funciona? Assista aos nossos vídeos do #YubbResenha.

Tudo muito simples, né? Mas como saber qual é a melhor corretora de investimento para abrir conta e ganhar mais dinheiro? Vou te ajudar nessa! Separei alguns fatores que são essenciais na hora de você avaliar qual é a melhor instituição financeira para você.

Dá uma olhada no infográfico que eu fiz com tanto carinho e depois continue lendo o texto! Tenho certeza que, depois de ler, vai ficar muito mais fácil escolher a melhor corretora de investimento. =)

qual é a melhor corretora de investimento?

Usabilidade

Como eu falei ali em cima, a maioria das corretoras oferece uma plataforma online em que é possível realizar todas as operações de investimento. Seja app ou site (ou ambos), é muito importante avaliar a usabilidade daquela plataforma. Ela é fácil de usar? Tem uma aparência agradável? É intuitiva?

Responder essas perguntas é algo essencial. Afinal, você fará todas as suas operações naquele lugar! Se você não souber direito como mexer ou se for algo muito complexo, isso vai dificultar os seus investimentos e pode se tornar uma dor de cabeça ao invés de uma solução.

Investimentos disponíveis

Você sabia que as corretoras oferecem investimentos diferentes? Sim, cada corretora possui o seu “cardápio” e oferece diferentes opções para os investidores. Existem algumas instituições que têm fundos próprios, existem algumas que focam mais em renda variável (como ações), outras que reúnem diversas opções de renda fixa de diferentes bancos… Enfim, são muitas opções!

Na hora de escolher a melhor corretora de investimento para você, é necessário saber quais são as oportunidades disponíveis. Se você quiser investir em uma LCI, por exemplo, vale pesquisar se aquela corretora está distribuindo LCIs naquele momento. Se o seu foco são os fundos de investimento, veja quais corretoras são responsáveis por distribuir os fundos que você deseja.

E onde você pode encontrar tudo isso? No Yubb, é claro! Ao fazer a sua busca de quanto você quer investir (R$) e por quanto tempo (meses), você pode filtrar a pesquisa de acordo com a instituição financeira que deseja. É só selecioná-la no campo “distribuidores” que fica na barra do lado esquerdo da página. A partir daí, você consegue ver quais são os investimentos que aquela corretora disponibiliza e ver se isso se encaixa na sua vida financeira.

Rentabilidade dos investimentos

Para muitos investidores, o que importa é a rentabilidade. Quando você entrar no Yubb para fazer a sua pesquisa, automaticamente o buscador vai te mostrar as melhores oportunidades de investimento em ordem de rentabilidade. Ou seja, as corretoras que aparecem primeiro são as corretoras que estão com os investimentos mais rentáveis.

Esse é um fator essencial na hora de escolher por determinada corretora: ela precisa oferecer rentabilidades altas que sejam boas opções para a sua vida financeira e para o seu planejamento.

Vale lembrar que nem tudo é medido pela rentabilidade, ok? Não é porque aquela corretora oferece os maiores rendimentos do mercado que ela é necessariamente a melhor corretora do mercado. Fique atento também aos outros tópicos! 😉

Taxas aplicadas

“Ué, mas você acabou de me dizer que não há taxa para abrir conta. Que taxa é essa que você está falando?”. Calma, é muito simples! Realmente, eu não menti para você. As corretoras de investimento não cobram nenhuma taxa de abertura de conta e muito menos de manutenção de conta. Mas elas têm que ganhar dinheiro em algum lugar, né?

O faturamento da corretora vem das taxas que ela aplica nos investimentos: é a famosa “taxa de corretagem”. Isso significa que, ao investir em determinadas aplicações, você vai pagar parte de seu investimento para a corretora – pelo trabalho que ela teve em fazer esse investimento para você.

Vale dizer que a maioria das corretoras NÃO cobra nenhum tipo de taxa para investimentos em renda fixa (Tesouro Direto, CDB, LCI, LCA e etc). Ou seja, fique esperto para não “perder” dinheiro à toa! Se for investir em renda fixa, não marque bobeira e escolha uma corretora que não cobra taxas!

Já em renda variável e fundos de investimento, algumas taxas são cobradas. É nessa hora que você precisa ficar atento para fazer a sua análise. A melhor corretora de investimento é aquela que cobra taxas justas para os investidores e, por isso, é muito importante analisar quais são as taxas aplicadas por cada uma delas para escolher a melhor para o seu bolso.

Atendimento

Quando você vai fazer compras no shopping, gosta de ser bem atendido, certo? Muitas pessoas dizem que “O atendimento é tudo!” e eu concordo que realmente é! Na hora de investir o seu dinheiro, também é preciso prezar por um bom atendimento e colocar isso na balança na hora de escolher a melhor corretora de investimento.

Por mais que quase todos os processos sejam 100% online, você precisa ter a segurança e a tranquilidade de contar com pessoas do outro lado da tela que estejam dispostas a te ajudar e a sanar as suas dúvidas. A comunicação foi boa? Recebeu e-mails simpáticos? Há um canal para tirar dúvidas? Os atendentes foram agradáveis? São perguntas bem interessantes de se fazer para ver se realmente aquela instituição é a melhor.

Falando nisso, qual é a melhor corretora?

Infelizmente, não há como responder essa pergunta =( Cada corretora possui as suas características e tudo vai depender da avaliação do investidor. Cada pessoa tem a sua percepção, opinião e experiência própria.

Em questão de tamanho, as quatro maiores no Brasil são:

Em questão de qualidade, é preciso analisar os 5 itens que eu listei para você neste texto e, a partir disso, saber qual é a melhor corretora PARA VOCÊ!

 

E aí, conseguiu escolher a melhor corretora de investimento? Gostou dos tópicos que citei por aqui? Acha que faltou algum critério para ser avaliado? Deixe um comentário aqui embaixo =)

Conheça tudo sobre o Banco Pan

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Conheça o Banco Pan

Aposto que você já ouviu falar no Banco Pan. Se você morar em São Paulo, muito provavelmente já passou em frente de alguma agência do Pan. Mas, afinal, quem é esse banco tão tradicional do Brasil?

O Pan é um banco brasileiro de capital aberto que tem como sócios majoritários a Caixa Econômica Federal e o Banco BTG Pactual – que são empresas muito fortes e sólidas no mercado brasileiro. Mesmo com a operação principal acontecendo em São Paulo (SP), as pessoas podem abrir conta no Pan de qualquer lugar do Brasil já que todo o processo é feito digitalmente.

Atualmente, a instituição tem as pessoas físicas como seu foco principal. Oferecem serviços como crédito consignado, financiamento de veículos e muitas outras oportunidades. Do lado da captação, oferecem diferentes tipos de investimento e o mais conhecido é um CDB com liquidez diária que rende 103% do CDI.

O Yubb esteve com Luiz Francisco de Barros, presidente do Banco Pan, na sede da instituição na Avenida Paulista, em São Paulo. Quer saber como foi o papo? Dá o play no #YubbVisita!

O que achou do vídeo? Se gostou, não esqueça de se inscrever no canal do Yubb, compartilhar o vídeo com os seus amigos e ativar as notificações do YouTube para não perder nenhuma novidade.

 

Gostou de conhecer mais sobre o Banco Pan? Vai investir com eles? Se tiver qualquer dúvida ou comentário, deixe aqui embaixo 😉

COE é um bom investimento?

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COE é um bom investimento?

Você já ouviu falar em COE? É um tipo de investimento muito novo no mercado e que desperta a curiosidade dos investidores. Por ser um produto complexo, algumas pessoas têm medo de se aventurarem e colocar seu dinheiro em um COE. Será que é um bom investimento? Descubra com a gente!

Para quem já morou no exterior e investiu dinheiro, muito provavelmente já ouviu falar nas Notas Estruturadas, um título comum nos Estados Unidos e na Europa. Para o Brasil, ele veio com o nome de Certificado de Operações Estruturadas, ou seja, COE. Resumidamente, operação estruturada significa um “envelope” que agrupa outros ativos.

Esse investimento foi criado pela ex-Cetip (atual B3) com o apoio de alguns bancos. A regulamentação saiu em 2014, mas os bancos só começaram as emissões em 2015. É um produto bem novo no mercado e que ainda não foi muito divulgado para os investidores. Nós, aqui no Yubb, achamos que esse investimento ainda vai ser muito difundido pelos bancos e vale a pena você conhecer!

COE é um bom investimento?

O que é?

Certificado de Operações Estruturadas é um produto híbrido – é uma mistura de renda fixa e de renda variável. Como eu disse ali em cima, ele é um “envelope” que contém outros ativos em seu interior. Ao comprar o COE, você não está colocando o dinheiro diretamente nesse produto e sim em todos os ativos que estão dentro da “casca” do COE.

Alguns exemplos para ficar mais simples:

  • O COE A é composto por uma parte de renda fixa (um Tesouro Direto indexado à SELIC) que vai render X% da SELIC e por outra parte de renda variável (ações da empresa A na bolsa de valores) que vai render Y%.
  • O COE B é composto por uma parte de renda fixa (um CDB prefixado) que vai render W% ao ano e uma parte de renda variável (S&P 500, que é o índice da bolsa de valores dos EUA) que vai render Z%.

Na hora de calcular a rentabilidade, você precisa fazer algumas contas para ver quanto o COE vai render no total.

Como funciona na prática?

Para investir em um COE, é muito simples. Como ele é emitido por bancos, você pode encontrá-lo diretamente nos bancos ou por meio das corretoras e distribuidoras. Basta abrir a conta na corretora ou no banco, transferir o seu dinheiro e investir no COE que deseja. Dá para encontrar COEs com a partir de R$ 1.500,00.

Na prática, você precisa escolher qual é o COE que mais combina com você. Antes de aplicar o seu dinheiro, confira o Documento de Informações Essenciais (DIE) do COE. É um documento que contém todas as características daquele investimento e que vai te mostrar se ele é adequado para você ou não.

Ele não é um investimento criado “do nada” – é destinado para um perfil investidor. No DIE, uma informação muito importante é o suitability e isso significa a “adequação” do COE. Por isso, é muito importante ler esse documento para saber se aquele investimento é adequado para você.

Como ele é uma “casca”, você precisa saber onde o seu dinheiro será investido. Quais são os ativos do COE? Qual é a parte de renda fixa e de renda variável? O suitability se encaixa no meu perfil de risco investidor? Encontre todas essas respostas, escolha o COE que mais te interessa e invista pelos bancos ou corretoras.

Algumas características

Os COEs só podem ser emitidos por bancos, mas ainda não é um produto muito comum, então não são todos os bancos que os oferecem. Em relação aos custos, a maioria das corretoras e bancos não cobra nenhum tipo de taxa para investimentos em COE. Algumas até podem cobrar taxa de administração/corretagem e taxa de performance, mas não é a maioria.

Importante você saber que esse tipo de investimento NÃO é garantido pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC). Isso significa que você não tem nenhuma garantia de que o seu dinheiro será devolvido caso aconteça algum problema com a instituição. Mas, ao aplicar o seu dinheiro em um COE, o investimento fica registrado em seu nome na Cetip (que hoje se chama B3), o que traz um pouco mais de segurança.

Na maioria dos COEs, a liquidez é no vencimento. Ou seja, o seu dinheiro fica “preso” e só é possível resgatá-lo ao final do prazo determinado.

Outro fator importante é o número de “alavancagem” ou “barreira de baixa”. No DIE, você encontra um valor que é o máximo de rentabilidade que você pode receber. Mesmo se o ativo render mais, você só vai chegar até aquele valor. É por isso que muitos investidores preferem fazer a sua própria carteira do que “diversificar” investindo em COEs!

Eles podem ser divididos em dois grandes grupos:

  • COE de capital garantido: você nunca perde o valor inicial. Investiu R$ 5.000,00? Esses R$ 5.000,00 sempre serão seus! Mesmo se não ganhar R$ 1,00 a mais, o valor inicial estará intocável e não há chance de perdê-lo.
  • COE de capital de risco: você pode perder o valor inicial, mas não mais que isso. Investiu R$ 5.000,00? Você pode perder tudo e ficar com nada, mas não corre o risco de ficar com o valor negativo.

Você já deve ter percebido que, nas duas opções, há uma proteção do seu dinheiro. Diferente de alguns investimentos super arriscados, no COE você nunca vai sair no negativo. Isso pode ser uma vantagem muito grande para você, investidor!

Para quem é indicado?

No geral, o COE é indicado para os investidores que já têm uma quantia guardada em uma reserva de emergência e que buscam um pouco mais de risco para ganhar uma rentabilidade maior. Mas não dá para definir isso com exatidão já que vai depender da suitability de cada COE.

Ele pode ser uma ótima opção para quem:

  • Quer deixar o investimento inicial protegido e tem medo de ficar no negativo.
  • É um investidor que busca mais agressividade, mas ainda não se sente à vontade para aplicar em renda variável.
  • Gostaria de aplicar em ativos internacionais, mas com a comodidade de fazer todas as transações por um banco brasileiro.

Acho que deu para entender, né? Ele é indicado para todos os investidores que buscam mais retorno, mas é muito importante analisar caso a caso.

Vale a pena investir em COE?

É muito difícil definir se vale a pena investir ou não em algum produto. Assim como tudo no mundo dos investimentos, é necessário saber qual é o seu perfil investidor e o seu objetivo financeiro para saber se aquele investimento é adequado para o seu bolso.

Como o COE é um produto mais complexo, é necessário ler algumas coisas sobre o assunto, analisar as taxas cobradas pelas instituições, fazer as contas de qual seria a possível rentabilidade daquele investimento, ler o DIE completo, sanar todas as suas dúvidas para, depois, aplicar o dinheiro.

Se você já investe há algum tempo, já tem a sua reserva de emergência separada e está buscando um investimento diferente: VÁ EM FRENTE! O COE pode ser uma boa opção para ter em sua carteira!

 

 

Gostou de entender um pouco mais sobre COE? Pretende investir neste produto? Se algum tópico não ficou claro ou não foi citado, deixe aqui embaixo. Vou adorar ler seus comentários e respondê-los! =)

4 maneiras de investir em imóveis com pouco dinheiro

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“Você já investiu? Sim, comprei a minha casa!”, “Você gostaria de investir em quê? Comprar um apartamento”, “Qual é o seu sonho? Sair do aluguel e ter a minha casa”… O brasileiro adora investir em imóveis!

Mas eu preciso admitir que não entendo como essas pessoas têm tantos imóveis em seu nome! É preciso de muito dinheiro para comprar casas e apartamentos! Aposto que você já pensou isso também, estou certa?

Se você é daqueles que adorariam investir em imóveis, mas ainda não têm a grana suficiente para comprar um, você vai amar este post! Separamos 4 maneiras que você pode investir em imóveis com pouco dinheiro. Sim, isso é possível! Spoiler: existem opções a partir de R$ 100,00! Dá uma olhada no infográfico e continue lendo o post 😉

investir em imóveis com pouco dinheiro

1. Letra de Crédito Imobiliário (LCI)

A Letra de Crédito Imobiliário (LCI) é um investimento em renda fixa privada. Isso significa que ele é um “empréstimo” do seu dinheiro para a instituição financeira. Quando você investe, você “empresta” o dinheiro para o banco, que te paga juros por ficar com o seu dinheiro. Esses juros pagos pelo banco formam a “rentabilidade” do seu investimento.

No caso da LCI, ela é emitida pelos bancos e podem ser encontradas nos próprios bancos e nas corretoras. É um tipo de investimento bem comum no Brasil, já que costuma ser encontrado em diversos bancos e é isento da cobrança de imposto de renda (IR). Sim, ao investir em LCI, você não precisa pagar para o IR!

Algumas características que são importantes: o tempo mínimo de resgate de uma LCI é de 90 dias, mas você encontra algumas opções com liquidez diária (normalmente, após o prazo de 90 dias iniciais). As LCIs podem ser pré ou pós-fixadas e elas são garantidas pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC), ou seja, são muito seguras.

Como o nome já diz, as LCIs têm tudo a ver com o mercado imobiliário. Para um banco captar recursos de investidores por meio deste produto, o banco precisa necessariamente emprestar para alguém que tenha um projeto na área imobiliária. Ou seja, ao colocar o seu dinheiro em uma LCI, você está investindo em imóveis.

O investimento mínimo é de R$ 1.000,00! Isso significa que você pode investir em imóveis com a partir dessa quantia. Vale procurar as melhores LCIs pelo Yubb =)

2. Certificado de Recebíveis Imobiliários (CRI)

Os Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) também são investimentos em renda fixa e isso significa que também seguem aquela linha de “empréstimo” para a instituição financeira. Como o CRI não é garantido pelo FGC, ele é bem mais arriscado que uma LCI.

A grande diferença entre as LCIs e os CRIs é a emissão. Enquanto a LCI é emitida por bancos, o CRI só pode ser emitido por companhias securitizadoras. Essas empresas emitem os CRIs e, necessariamente, o dinheiro do investidor será emprestado para algum projeto na área imobiliária. Dá para encontrar esse tipo de investimento diretamente na sua corretora de valores.

Os CRIs podem ser pré ou pós-fixados e também são isentos do imposto de renda, o que é um benefício que muitos investidores gostam. Uma característica muito comum neste produto é o longo prazo: normalmente, os prazos de vencimento são maiores que os outros investimentos. Para investir em um CRI, o valor mínimo exigido é maior: R$ 10.000,00! Não é tão pouco dinheiro, mas é bem menos do que se você fosse comprar diretamente um imóvel 😉

Um ponto importante é que CRIs só podem ser aplicados por investidores qualificados ou profissionais, uma categoria de investidores que precisa ter, no mínimo, R$ 1.000.000,00 (um milhão) em investimentos.

3. Fundo imobiliário

Os fundos de investimento imobiliários também são chamados de FIIs. Se você não sabe o que é um fundo de investimento, vou te explicar bem brevemente. O fundo é um condomínio de investidores. Ao colocar o dinheiro em um fundo, você compra cotas daquele fundo e o dinheiro dos cotistas é alocado em diferentes ativos pelo gestor do fundo.

Na prática, você, investidor, aplica o dinheiro em um fundo e o gestor vai procurar a melhor rentabilidade do mercado para o seu investimento. Isso significa que ele vai comprar diversos ativos para que todos os cotistas consigam a maior rentabilidade.

No caso dos fundos imobiliários, eles são ótimas opções para você investir em imóveis com pouco dinheiro, já que existem cotas de FIIs por a partir de R$ 100,00! O gestor do fundo vai pegar o seu dinheiro e alocar em investimentos imobiliários. Além de imóveis, o dinheiro também pode ir para papéis de renda fixa como CRI e LCI (que expliquei logo ali em cima).

Resumindo: ao invés pegar milhões de reais para comprar diretamente um imóvel, você compra uma cota de um fundo que vai aplicar em diferentes imóveis (apartamentos, casas, shoppings, hospitais, agências bancárias e etc). E de onde vem o rendimento? É muito simples! A sua remuneração vem dos valores cobrados dos aluguéis desses empreendimentos.

Vale dizer que o FII é mais arriscado do que CRI e LCI. Por isso, é indicado para quem já tem uma parte de seu patrimônio aplicado em renda fixa, mas gostaria de arriscar mais com a chance de poder ganhar mais.

4. Crowdfunding imobiliário

Sim, você leu certo! Existe um crowdfunding para você investir em imóveis! Crowdfunding significa um financiamento coletivo. No caso dos imóveis, há uma plataforma em que você pode aplicar o seu dinheiro diretamente onde deseja e comprar apenas “um pedaço” daquele imóvel.

Eu sei que pode parecer muito parecido com um fundo imobiliário, mas o funcionamento é diferente. O crowdfunding imobiliário é uma empresa (pode chamar de startup ou fintech se quiser) que possui uma plataforma 100% online para que você seja dono de partes de imóveis.

É um jeito muito simples de aproximar os incorporadores dos investidores. Diferentemente dos fundos imobiliários, o investidor sabe diretamente onde está investindo: ele pode escolher o imóvel que mais achou bacana.

Ao entrar na plataforma, você pode escolher em qual projeto vai investir diretamente. Por exemplo, se tiver disponível o projeto de um shopping center, você pode comprar uma cota de a partir de R$ 1.000,00 e ser dono de parte daquele shopping. A rentabilidade do investimento está no momento de venda do imóvel. Quando o imóvel é vendido, você recebe a sua remuneração.

O crowdfunding imobiliário mais conhecido no Brasil é o Urbe.me. Fizemos um vídeo muito legal sobre essa empresa. Clique aqui para assistir.

 

E essas são as 4 formas para você investir em imóveis com pouco dinheiro! Gostou das opções? Já investia em algum desses produtos ou vai passar a investir? Deixe a sua experiência/opinião aqui embaixo que eu vou adorar ler! 😉

Fintech que se tornou corretora: lançamento da Toro Investimentos

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Toro Investimentos

Sim, mais uma corretora foi lançada no Brasil! Existem diversas corretoras de valores espalhadas por todo o país, mas mais uma foi lançada. Só que essa é diferente das outras: a Toro Investimentos era uma fintech que se tornou corretora.

Na última semana, em São Paulo (SP), aconteceu um grande evento na B3 (antiga BM&FBovespa) para o lançamento de uma instituição financeira diferente de todas as outras. A Toro Investimentos, que antes era uma fintech, entrou para o mercado das corretoras oferecendo uma proposta nova.

O Yubb, é claro, não poderia perder uma oportunidade dessas! Nós estivemos no evento e gravamos cenas exclusivas de dentro do lançamento! Falamos com grandes nomes do mercado financeiro brasileiro e gravamos tudo para você assistir.

Quer saber como foi esse evento? O que essa corretora está propondo que é tão inovador? Vem com a gente em mais um #YubbNoEvento!

Se gostou do vídeo, deixe o seu like, compartilhe com os amigos, inscreva-se no canal do Yubb e ative as notificações para não perder nenhum conteúdo!

 

Você já tinha ouvido falar na Toro Investimentos? Gostou de acompanhar o lançamento dessa nova corretora? Deixe seu comentário aqui para a gente!

Conheça 4 vantagens para investir em ETFs

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vantagens das etfs

Já pensou em investir na Bolsa de Valores? As ETFs (Exchange Traded Funds ou Fundo de Índice) podem ser uma ótima opção para quem busca investir em ações, mas com menor custo. Afinal, essa é a forma mais simples e barata de investir e ter ganhos bem parecidos com a variação do Ibovespa.

Vale ressaltar também que, ao investir em ações, você se torna automaticamente um sócio de grandes empresas no mercado, sem nem precisar ter um grande conhecimento de mercado e sem aplicar valores exageradamente altos.

Como no mundo dos investimentos é importante avaliar os lados positivos e negativos dos ativos, aqui neste texto vamos te contar todas as vantagens e desvantagens das ETFs.

Assim, você pode avaliar se esta opção vale a pena para a sua carteira de investimentos a partir de seus objetivos e perfil de investidor.

vantagens para investir em ETFs

Vantagens das ETFs

Para saber quais as melhores opções de ativos para sua carteira, é importante sempre pesar todos os seus pontos positivos para que faça a melhor escolha. Separamos os principais para você:

  • Diversificação

Quando você investe em ETF, está aplicando em um pacote completo de ações, ou seja,, quando você compra uma ETF, você está na verdade comprando um pacote com dezenas ou centenas de ações.

Isso além de poder investir com pouco dinheiro e ter ganhos bem parecidos com a variação do Ibovespa.

O objetivo da diversificação é diluir todos os riscos que seus investimentos podem correr e sempre balancear sua carteira. Ou seja, se você possuir ativos bem diversificados, os riscos de perdas serão muito menores do que aplicar em uma única opção de investimento.

Através do ato da diversificação, você pode aproveitar bem todos os momentos de alta do mercado de ações, além de minimizar os períodos de incertezas e oscilações. E, com isso, pode conseguir maior rentabilidade.

  • Custo baixo

Uma característica muito atraente das ETFs é o custo baixo. Entre os fundos de investimentos, não é possível encontrar uma opção onde a taxa de administração esteja em torno de 0,059%.

Por isso, se você tiver interesse em investir em uma carteira de ações diversificada, essa será uma das formas mais baratas de se fazer isso.

  • Dividendos automaticamente reinvestidos

Se um de seus objetivos t for investir a longo prazo obtendo bons resultados, os dividendos podem te auxiliar neste caminho.

Os dividendos são os lucros recebidos pelas empresas que você investe e são revertidos a todos os acionistas por suas participações – no caso das ações, é a remuneração do seu investimento.

No mundo das ETFs, esses dividendos são automaticamente reinvestidos em novas ações, assim você não se preocupa em ter que acompanhar sempre que ocorrer algum evento sobre suas ações. Isso vai manter seus rendimentos em constante evolução.

  • Aderência

A aderência representa quanto os seus resultados estão próximos do índice de referência (benchmarks) que a ETF se propôs a seguir. Como as ETFs possuem custos muito baixos, é possível chegar sempre muito próximo dos seus índices de referência.

Se você estiver buscando investir em ações que sigam a média do mercado, de forma diversificada e que tragam bons rendimentos para a sua carteira, as ETFs podem ser uma ótima saída.

É importante sempre conhecer seus investimentos por completo, para identificar se realmente faz parte dos seus objetivos traçados e do seu perfil de investidor. Por isso é válido saber um pouco sobre as desvantagens também. Veja a seguir

Desvantagens das ETFs

  • Não possuir isenção de IR

No mercado de ações há uma grande vantagem: até R$ 20 mil vendidos/resgatados, o investidor é isento da cobrança do Imposto de Renda. Entretanto, no caso das ETFs isso não se aplica, porque não são propriamente ações e sim fundos de investimentos.

Por isso, sofrem incidência de IR para qualquer valor vendido com lucro. Ou seja, se você investir por exemplo R$ 1.000,00 e no momento da retirada tiver R$ 1.500,00 acumulado você pagará IR sobre estes R$ 500,00 “a mais” que você recebeu.

Caso tivesse investido diretamente em uma ação, neste mesmo exemplo, você não pagaria IR sobre nenhum dos valores (R$ 1.000,00 ou R$ 500,00).

  • Não produz renda passiva

Sabe o que contamos sobre o reinvestimento automático dos dividendos? Muitas pessoas que buscam acumular mais recursos a longo prazo utilizam aquela opção como forma de renda extra.

Entretanto, com as ETFs não é possível viver disso, ou seja, retirar este valor de forma periódica, porque eles acabam se tornando novas aplicações em sua carteira de investimentos e é o próprio fundo que faz isso.

Mas caso você tenha interesse em obter uma renda passiva entre os seus investimentos, entre tantas opções, os fundos imobiliários podem ser uma boa alternativa.

Conclusão

Como vimos, todo investidor que estiver buscando uma forma de aplicar na bolsa de valores pode considerar as ETFs como uma boa oportunidade.

Até mesmo investidores que buscam aplicar seu dinheiro na bolsa com menos riscos por conta da diversificação e custo baixo, essa pode ser uma ótima saída.

Mas vale ressaltar que tudo depende do seus objetivos traçados e do seu perfil de investidor, para que possa identificar a melhor opção para sua carteira de investimentos. Afinal, boas escolhas resultam em retornos positivos para você e suas aplicações.

Mais Retorno

Mais Retorno é uma fintech que tem como objetivo informar, ensinar e desmistificar o mundo dos investimentos e finanças pessoais para investidores de todos os níveis, com isenção e uma linguagem divertida, interessante, prática e acessível.

 

As opiniões expostas neste artigo são baseadas na visão do autor e não necessariamente refletem o entendimento do Yubb.

Qual é o melhor produto em renda fixa?

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Tesouro Direto, CDB, LCI, LCA, LC, RDB e assim por diante. A renda fixa é uma classe de investimentos que abrange diferentes produtos e, o mais importante, produtos que são muito diferentes entre si. Por serem muito mais seguros que a renda variável, os investidores procuram muito essa classe de ativos. Mas como saber qual é o melhor produto em renda fixa?

o melhor produto em renda fixa

Características dos investimentos em renda fixa

Todos os investimentos em renda fixa possuem algumas características em comum. Para saber qual o melhor produto em renda fixa para o seu bolso, é necessário entender todos os atributos e decidir quais são as suas prioridades.

 

  • Emissor: é o “dono” do investimento, é a instituição financeira que “fabrica” os investimentos. No geral, pode ser um banco (Itaú, Bradesco, Daycoval…) ou uma financeira (Avista, Dacasa…).
  • Distribuidor: é a instituição financeira responsável por distribuir a aplicação para as pessoas, é a ponte entre o emissor e o investidor. Os distribuidores mais conhecidos são as corretoras de valores (XP, Rico, Easynvest…), mas os investimentos podem também ser distribuídos pelos seus próprios emissores (bancos ou financeiras).
  • Investimento mínimo: infelizmente, não dá pra sair investindo em todos as aplicações com o valor que quiser. Os investimentos exigem um valor mínimo para aplicar e isso pode ir de R$ 1,00 até mais de R$ 1 milhão!
  • Prazo de vencimento: em renda fixa, não dá para investir em um título para o resto da sua vida. Todo produto possui o seu prazo de vencimento definido e, depois disso, o seu dinheiro precisa ser retirado de lá. Os prazos podem ir desde 30 dias até 30 anos ou mais.
  • Liquidez: liquidez é a possibilidade de resgatar o dinheiro. Se a liquidez for diária, significa que você pode resgatar o seu investimento a qualquer momento. Se a liquidez for no vencimento, o seu dinheiro está “preso” até a data final.
  • Garantia do FGC: o Fundo Garantidor de Créditos (FGC) é responsável por garantir alguns investimentos em renda fixa até R$ 250.000,00 por grupo financeiro. Isso significa que, se a instituição financeira quebrar e o investimento for garantido pelo FGC, você recebe o seu dinheiro de volta.
  • Tributação: existem investimentos em renda fixa que são tributados pelo imposto de renda e existem outros que não são tributados. Em ambos os casos, você precisa declará-los, mas os “não-tributados” não sofrem a cobrança dos impostos.
  • Prefixado ou pós-fixado: os investimentos prefixados são aqueles que você conhece a rentabilidade no dia do investimento, não sendo alterada por nenhum fator externo (isso é mostrado em % ao ano). Os investimentos pós-fixados são aqueles que você só sabe a rentabilidade no dia do resgate, já que esses investimentos estão atrelados a algum indexador (isso é mostrado em % do CDI, SELIC, IPCA e etc).

 

E aí, qual das 8 características é a mais importante para você? Vou te propor um desafio: que tal colocá-las em ordem de importância? Faça uma lista e decida, de 1 a 8, quais são as suas prioridades. Isso vai te ajudar muito a saber qual é o melhor produto em renda fixa =)

Tipos de investimento em renda fixa

Os investimentos em renda fixa podem ser públicos (títulos do Tesouro Direto) ou privados (CDB, LCI, LCA, LC e etc). Existem diversos tipos disponíveis no mercado, mas aqui vou te mostrar os seis principais:

 

  • Tesouro Direto: é o programa de investimentos do Tesouro Nacional. Não é garantido pelo FGC, mas é garantido pela maior entidade do país: o governo federal. Dá para comprar títulos com a partir de R$ 30,00! A liquidez é diária, mas vale ficar atento às taxas diárias para não perder dinheiro na venda do seu título antes do vencimento. O Tesouro Direto oferece três títulos: Tesouro IPCA, Tesouro Prefixado e Tesouro SELIC, sendo que os dois primeiros podem ser encontrados também na forma de “juros semestrais”.
  • CDB: o Certificado de Depósito Bancário (CDB) é o queridinho dos brasileiros. Dá para investir com a partir de R$ 1,00 (sim, você leu certo!) e é muito flexível. Existem CDBs com liquidez diária ou no vencimento e podem ser pré ou pós-fixados. São sempre tributados pelo imposto de renda e são garantidos pelo FGC. Os CDBs são emitidos por bancos e você os encontra nos próprios bancos ou em corretoras.
  • LCI: a Letra de Crédito Imobiliário (LCI) não é tão comum porque, ao investir em uma LCI, o seu dinheiro vai diretamente para o setor imobiliário, não podendo ser destinado a outras áreas. A liquidez pode até ser diária, mas é mais raro de encontrar. Por lei, o tempo mínimo de resgate é 90 dias. A característica mais forte da LCI é que é um investimento isento da tributação do imposto de renda. As LCIs são emitidas por bancos e podem ser encontradas nos próprios bancos e nas corretoras. E o melhor? Garantidas pelo FGC.
  • LCA: a Letra de Crédito do Agronegócio (LCA) é muito parecida com a LCI. A única diferença é que, ao investir em uma LCA, o seu dinheiro vai diretamente para o setor do agronegócio, e não para o setor imobiliário. As outras características são as mesmas: liquidez pode ser diária ou no vencimento, o tempo mínimo de resgate é 90 dias e é um investimento isento da tributação do imposto de renda. Assim como as LCIs, as LCAs são emitidas por bancos, podem ser encontradas nos próprios bancos e nas corretoras e são garantidas pelo FGC.
  • RDB: o Recibo de Depósito Bancário (RDB) é conhecido como “o CDB das financeiras” já que eles são emitidos e distribuídos por financeiras. A liquidez desse título é sempre no vencimento e eles podem ser prefixados ou pós-fixados. São sempre tributados pelo imposto de renda e são garantidos pelo FGC. Os RDBs costumam ter uma rentabilidade mais alta do que os investimentos de bancos.
  • LC: a Letra de Câmbio (LC) não tem nada a ver com “câmbio” no sentido de “moeda estrangeira”. É um investimento também emitido e distribuído por financeiras e que costuma ter uma rentabilidade maior. A liquidez é sempre no vencimento, mas pode ser pré ou pós-fixada. As LCs são sempre tributadas pelo imposto de renda e são garantidas pelo FGC.

 

Qual foi o investimento que mais brilhou os seus olhos? Consegue decidir?

Qual é o melhor produto em renda fixa?

Agora que você já conhece as oito características principais dos investimentos em renda fixa e os seis tipos principais de investimento, chegou a hora de definir qual é o melhor produto em renda fixa!

Como a gente sempre diz aqui no Yubb, não existe o melhor produto e sim a melhor opção PARA VOCÊ. Nesse caso, tudo vai depender de quais características você mais prioriza na sua vida financeira. Alguns exemplos:

  • Se você prioriza a rentabilidade, investir nas financeiras (RDB ou LC) pode ser a melhor opção.
  • Se você prioriza a segurança, investir no Tesouro SELIC pode ser a melhor opção.
  • Se você quer um lugar para colocar a sua reserva de emergência, a melhor opção é um CDB com liquidez diária.
  • Se você quer ficar acima da inflação, invista no Tesouro IPCA.
  • Se você tem pouco dinheiro para investir, vá de títulos do Tesouro Direto ou de CDBs.
  • Se você confia no setor imobiliário, invista em uma LCI.

E por aí vai…

Eu sei que talvez essa não era a resposta que você procurava, mas a verdade é que o mundo dos investimentos é muito diferente de pessoa para pessoa.

 

E aí, qual é o melhor produto em renda fixa PARA VOCÊ? =) Deixe aqui nos comentários que eu vou adorar ler!

Quanto tempo leva para abrir conta no Warren?

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Warren Investimentos

Os robôs de investimento estão na moda. O Warren Investimentos é um dos mais conhecidos do país e promete uma forma inteligente e moderna de investir o seu dinheiro para obter a maior rentabilidade do mercado.

O Warren é um robô de investimento que faz o serviço de gestor de investimentos – uma consultoria automatizada para o investidor. O Yubb já esteve com Tito Gusmão, CEO do Warren, para conhecer o funcionamento dessa plataforma tão diferente. Clique aqui para assistir!

Ao entrar no site do Warren, você se depara com um design colorido e diferente e com várias perguntas feitas por um robô que conversa com você. Mas será que essa plataforma realmente funciona? A abertura de conta é realmente feita conversando com um robô?

Para te ajudar com tudo isso, o Yubb resolveu gravar o processo de abertura de conta. Será que foi rápido? Dá o play no #YubbResenha de hoje com o Warren Investimentos!

Gostou do nosso conteúdo? Se sim, não esqueça de se inscrever no canal do Yubb, deixar o seu like e ativar as notificações do YouTube para não perder nada!

 

Achou rápido e fácil o processo de abertura de conta no Warren Investimentos? Já investe com eles ou pretende investir? Deixe sua experiência aqui embaixo nos comentários!

10 erros muito comuns nos investimentos e como evitá-los

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erros comuns nos investimentos

Já diz o ditado: “Errar é humano!”. Ok, a gente até concorda com isso! Mas ninguém gosta de errar, né? Aqui no Yubb, o objetivo é te ajudar para que você erre cada vez menos e consiga ganhar mais dinheiro. A gente vai te apresentar os erros comuns nos investimentos para que você consiga evitá-los.

No post de hoje, a gente separou as 10 falhas que são mais frequentes entre os investidores iniciantes. Com certeza você já deve ter passado por alguma delas, mas não tem problema nenhum! É errando que se aprende =) Veja o infográfico com os erros comuns nos investimentos e leia o texto para saber como evitá-los!

1. Deixar dinheiro na poupança

Esse é o erro mais catastrófico para quem cuida do seu próprio dinheiro! Poupar não é investir, ou seja, poupança não é investimento. Ao deixar as suas economias na poupança, você não está só “ganhando pouco”, você está realmente perdendo dinheiro para a inflação! Para quem quer ter uma vida financeira tranquila e quer investir melhor, o primeiro passo é tirar o seu dinheiro da poupança e aplicar em investimentos com mais rentabilidade (e com a mesma segurança).

+ Quer saber porque a poupança é tão ruim? Leia este texto.

2. Não ter uma reserva de emergência

Sabe aquele dinheiro que fica guardado para cobrir imprevistos? É a chamada reserva de emergência! Antes de investir todo o seu patrimônio, é muito importante que você tenha uma reserva disponível para ter mais tranquilidade. Essa reserva precisa estar aplicada em investimentos com liquidez diária (com opção de resgate a qualquer momento). Depois desse dinheiro “guardado”, você pode usar o resto das suas economias como quiser e nas aplicações que desejar.

+ Saiba mais sobre reserva de emergência clicando aqui.

3. Ouvir o seu gerente do banco

Infelizmente, o gerente do banco não é o seu melhor amigo. É interessante ouvir o que ele tem a dizer, mas nada de levar como verdade absoluta! Como ele está ali trabalhando, vai te indicar os produtos que são boas opções para o banco e não necessariamente para o seu portfólio de investimentos.

Por isso, é muito importante que você tenha contas abertas em várias instituições financeiras para aproveitar as boas oportunidades de todas elas. Vale lembrar que as rentabilidades dos investimentos de grandes bancos normalmente são bem mais baixas que de bancos médios ou financeiras, portanto, busque pelo Yubb e ganhe mais! Nada de ficar preso a sua conta e ao seu gerente!

4. Não estudar sobre o assunto

Como já dissemos muitas vezes nos textos e vídeos do Yubb, não é necessário ser nenhum expert para investir seu dinheiro. Com um conhecimento básico, é possível conseguir boas aplicações. Mas não estudar sobre o assunto é um erro muito sério! Para investir e ganhar mais, é importante que você saiba pelo menos o básico sobre o tema. Aliás, o mais importante é que você se interesse pelo assunto e busque sempre conhecimento para ir aperfeiçoando a sua carteira de investimentos.

+ 10 coisas que você precisa saber antes de investir o seu dinheiro

5. Ter pressa para ficar rico

Acho que você já ouviu a história da lebre e da tartaruga, né? Quem tem muita pressa, não chega a lugar nenhum. No mundo dos investimentos, a pressa para ficar rico é um fator que pode se tornar um obstáculo na sua vida financeira. Assim como tudo na vida, é preciso ter muita paciência para economizar dinheiro, escolher as melhores aplicações e aguardar o rendimento delas. Com paciência e disciplina, você vai conseguir juntar bastante dinheiro e ter os melhores investimentos.

+ Veja o vídeo com o autor do livro “Me acorde quando eu estiver rico!” e entenda mais sobre isso!

6. Pensar no curto prazo

O brasileiro tem o costume de ser muito imediatista! Quer investir o dinheiro em aplicações com resgate rápido e já usar aquela quantia para “aproveitar a vida”. É claro que ter objetivos de curto prazo é importante, mas a vida financeira é feita de objetivos de curto, médio e longo prazo. Pensar sempre no curto prazo pode ser um erro crucial para o seu portfólio. Os investimentos a longo prazo são os mais importantes já que são aqueles que vão garantir o seu futuro. E são eles que vão render mais, porque os juros vão ficar “trabalhando” durante anos.

+ Confira as nossas dicas de investimento para curto, médio e longo prazo.

7. Achar que os riscos não existem

Todo investimento tem um risco! Por mais que você esteja colocando o seu dinheiro em uma aplicação garantida pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC), o risco está lá. Ser um investidor conservador e investir só em produtos de renda fixa não faz com que os riscos desapareçam. Por isso, é muito errado achar que os riscos não existem! Procure conhecer as garantias do seu investimento para saber lidar caso algo aconteça.

+ Conheça os riscos dos investimentos lendo este post.

8. Esquecer dos impostos

Não adianta ficar bravo: os impostos existem, sim! A maioria das aplicações financeiras é tributada pelo imposto de renda (IR) e você precisa fazer essa conta na hora de investir o seu dinheiro. Além de calcular a rentabilidade bruta, é essencial que você calcule a rentabilidade líquida do seu investimento. Dessa forma, você estará descontando a cobrança de IR e saberá exatamente qual é o seu rendimento.

Dica: quer fugir dos impostos? No Yubb, basta selecionar o filtro “isento de imposto de renda” no menu do lado esquerdo e nós só te mostraremos títulos em que o IR não é cobrado 😉 Vem experimentar clicando neste link!

9. Colocar todo o patrimônio em um só lugar

Um dos princípios básicos do mundo dos investimentos é não colocar todos os ovos na mesma cesta. Isso significa que colocar todo o seu dinheiro na mesma aplicação é um super erro! Além de isso prejudicar a rentabilidade dos seus investimentos, se acontecer algum problema com aquela instituição, você pode perder o seu patrimônio. Diversificar o seu portfólio é indispensável! Basta colocar cada parte do seu dinheiro em um investimento diferente.

+ Quer diversificar a sua carteira de investimentos? Veja as nossas dicas!

10. Não ter disciplina

Não adianta economizar e investir uma vez ou outra. É necessário que você junte dinheiro todos os meses para continuar investindo, busque conhecimento para procurar novos produtos financeiros, acompanhe o resultado das suas aplicações para fazer as mudanças necessárias e assim por diante. Na vida financeira, ter disciplina é muito importante para que você consiga manter uma rotina de economia de dinheiro e também de bons investimentos.

 

Gosto de conhecer os erros comuns nos investimentos? Qual foi o erro que você mais quer evitar ou aquele que não se perdoaria caso cometesse? Responde aqui pra gente! =)

Entenda a diferença entre as taxas CDI e SELIC

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CDI e SELIC

Já ouviu falar no Certificado de Depósito Interbancário (CDI) e no Sistema Especial de Liquidação e de Custódia (SELIC)? Esses nomes estão sempre nos jornais e representam taxas muito importantes para a economia do país.

Como dissemos neste post, a SELIC é a taxa de juros pública utilizada pelo governo para remunerar aqueles bancos que emprestam dinheiro entre si utilizando-se de títulos do Tesouro Nacional. O CDI tem a mesma função, mas se refere aos empréstimos de curto prazo realizados entre os próprios bancos que se utilizam dos próprios recursos dos bancos.

No mundo dos investimentos, CDI é a taxa mais usada para remuneração. Aposto que você já viu por aí que um título de determinado banco rende mais de 100% do CDI. Mas por que isso acontece? Qual é a real diferença entre as duas taxas?

A gente esteve no Daycoval, para falar com Anderson Rodrigues, gerente da tesouraria do banco, para ele falar sobre o assunto. Dá o play e confira tudo sobre as taxas mais famosas do Brasil:

O que achou do vídeo? Se gostou, não esqueça de se inscrever no canal do Yubb e ativar as notificações para não perder os novos vídeos!

 

Gostou de entender a diferença entre CDI e SELIC? Se tiver qualquer dúvida ou comentário, deixe aqui embaixo =)