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Onde a gente investe? Veja a carteira de investimentos do Yubb

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carteira de investimentos do Yubb

Como você já sabe, o Yubb é um buscador de investimentos gratuito e online para encontrar as melhores oportunidades para o seu dinheiro. Como somos isentos e imparciais, muitas pessoas nos perguntam qual é a carteira de investimentos do Yubb.

Nunca contamos, em nenhum lugar, quais são os investimentos que fazemos em renda variável. No post de hoje, vou te mostrar um vídeo em que contamos quais são os nossos investimentos em fundos imobiliários e ações. Lembrando que isso NÃO é uma recomendação de investimento!

No caso dos FIIs, eles possuem peso 3 em nossa carteira e, consequentemente, representam 50% de todo o portfólio. Essa decisão foi tomada porque existe a volatilidade dos fundos imobiliários é menor do que as ações e também porque há distribuição mensal de lucros. Ou seja, é um mercado um pouco menos arriscado e que pode gerar uma renda mensal.

Já, no caso das ações, as empresas que são boas pagadoras de dividendos como Itaú e Bradesco possuem peso 2 na carteira de investimentos do Yubb. Para analisar as empresas, levamos em consideração características como lucro, patrimônio líquido, margem líquida e ROE.

Também investimos em empresas como Engie, Fleury, SulAmerica e muitas outras. Quer ver a carteira completa? Dá o PLAY e vem com a gente:

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Gostou da carteira de investimentos do Yubb? Comente aqui embaixo o que você faria diferente! 😉

Qual é o melhor investimento com resgate mensal?

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Saque é sinônimo de conta corrente e não de conta de investimentos, certo? Nem sempre! Muitas pessoas buscam algum investimento com resgate mensal para ter o dinheiro em mãos sempre que quiser.

Esse é o seu caso? Então, o texto de hoje é perfeito para você!

Já vou te adiantar uma coisa: não há resposta exata para “Qual é o melhor investimento?”. Neste post, vou te apresentar 4 opções que existem no mercado e, a partir disso, cabe a você definir qual é a melhor para o seu bolso.

Nos 4 investimentos que vou te mostrar, é permitido fazer resgates mensais, mas cada um possui alguma característica diferente. Confira:

investimento para resgate mensal

1. Renda fixa privada

Se você já conhece um pouco sobre os tipos de investimento, deve estar estranhando o subtítulo “renda fixa privada” em um texto sobre investimento com resgate mensal, né? Mas, sim, é isso mesmo!

Na maioria dos títulos bancários como CDBs, LCIs e LCAs, não é permitido o resgate mensal. No caso de investimentos com liquidez diária, por exemplo, só é possível fazer o resgate antecipado de todo o montante.

No entanto, a notícia boa é que existem algumas instituições financeiras oferecem títulos privados com a opção de resgate mensal. Esses investimentos não são tão fáceis de serem encontrados, mas existe a possibilidade.

O Banco BTG Pactual, por exemplo, oferta um título em que é possível fazer o resgate mensal do rendimento. Já o Banco Pine oferece um CDB que rende mensalmente e o rendimento é depositado na sua conta.

Esses investimentos, normalmente, são ofertas pontuais e podem “acabar”. Mas é interessante saber que existe, sim, a opção de fazer um resgate mensal em investimentos de renda fixa.

2. Robôs de investimento

Os robôs de investimento são menos conhecidos entre os investidores tradicionais. Eles são empresas que fazem o serviço de alocar o seu dinheiro em carteiras personalizadas de acordo com o seu perfil.

São chamados de robôs porque a carteira é criada de uma forma automatizada, ou seja, é uma tecnologia que está sempre buscando as melhores rentabilidades do mercado.

Para quem busca investir com o objetivo de fazer saques mensais, os robôs podem ser uma boa alternativa já que possuem ferramentas para tornar isso possível.

Ao investir o seu dinheiro nos robôs, ele será alocado de acordo com os seus objetivos financeiros e seu perfil de investidor.

Quando você preencher o questionário de perfil, basta sinalizar que precisa de uma carteira com alta liquidez e, dessa forma, terá acesso fácil a seu dinheiro sempre que precisar.

Os robôs não possuem nenhum tipo de garantia (como a do Fundo Garantidor de Créditos – FGC), mas são indicados para todos os tipos de investidores já que o risco do investimento está na carteira e não no robô.

Se você for um investidor arrojado, por exemplo, grande parte do seu patrimônio será alocada em ativos mais arriscados. Tudo vai depender de como está o balanço da sua carteira.

3. Fundos de investimento

Enquanto os robôs são menos conhecidos entre os investidores tradicionais, os fundos são muito comuns. É um tipo de aplicação em que o investidor se torna cotista do fundo e o gestor daquele fundo aloca o dinheiro em diferentes tipos de investimento.

O fundo de ações é aquele em que a maior parte do patrimônio está investida em ações, o fundo de renda fixa é aquele em que a maior parte do patrimônio está investida em renda fixa… E assim por diante. Existem diversos tipos de fundo no mercado.

Se você busca investimento com resgate mensal, os fundos podem ser uma ótima oportunidade. Ao investir em um fundo, você vai depositando o dinheiro no mesmo montante e, caso precise fazer um saque, isso é permitido.

É claro que cada fundo possui a sua particularidade e não são todos que permitem esse tipo de operação. No entanto, não é difícil encontrar fundos com liquidez diária que permitem resgates mensais de acordo com a sua necessidade.

“Mas qual fundo eu escolho?”,  Infelizmente, não há nenhuma fórmula mágica. Tudo depende de qual é o seu objetivo e, principalmente, qual é o seu apetite para risco. Há fundos muito arriscados e outros mais conservadores.

Analise as opções e escolha o que faz mais sentido para seus objetivos!

4. Fundos imobiliários (FIIs)

Os fundos imobiliários, também conhecidos como FIIs, são negociados na bolsa de valores por meio do home broker da sua corretora. Em um FII, o gestor aloca o dinheiro dos cotistas em diferentes tipos de imóveis.

Eles são ótimas opções para quem busca investimento com resgate mensal já que, normalmente, FIIs pagam uma distribuição mensal.

Popularmente, essa distribuição é conhecida como “aluguel” porque boa parte desse dinheiro é proveniente dos aluguéis dos imóveis que estão dentro daquele fundo imobiliário.

Isso significa que, se você quiser fazer um saque mensal, pode usar o rendimento daquele fundo para isso. Como ele faz essa distribuição todos os meses, é uma boa oportunidade.


Na sua opinião, qual é o melhor investimento com resgate mensal? Deixe seu comentário aqui embaixo! 😉

5 dicas do Danilo Zanini para ganhar dinheiro com trade

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A bolsa de valores é um ambiente de expectativa. Os traders são aquelas pessoas que usam as expectativas de crescimento e/ou queda para ganhar dinheiro com ações e outros ativos da bolsa. Veja as dicas do Danilo Zanini para “tradar” e ganhar mais.

No longo prazo, sempre há uma perspectiva de crescimento das empresas listadas em bolsa. Mas, no curto prazo, existem muitas oscilações. Trader é a pessoa que aproveita dessas oscilações para ganhar dinheiro – é a famosa “especulação”.

A bolsa de valores é dominada por banqueiros e grandes investidores. Os investidores pequenos acabam surfando no momento de outras pessoas e, por isso, é importante entender como funciona esse mercado para começar a investir.

Quem especula na bolsa sempre perde dinheiro. Aceite que você vai perder dinheiro por causa da volatilidade do mercado. Perder faz parte do processo e, se você não aceita isso, talvez não seja o melhor lugar para o seu dinheiro.

Não existe certo ou errado! Existem investidores conservadores que não tem apetite para risco e não há nenhum problema. Já quem tem perfil arrojado pode aceitar alguns riscos em troca de mais rentabilidade. Tudo depende do seu perfil como investidor.

Mas se você tem o perfil para fazer especulações na bolsa de valores, esse vídeo é para você! Estivemos com o Danilo Zanini, youtuber e investidor, e gravamos tudo. Dá o PLAY e confira:

O que achou do conteúdo? Se gostou, inscreva-se no canal do Yubb no YouTube e ative as notificações para não perder as novidades.


Você gostou das dicas do Danilo Zanini? Está pensando em operar com day trade? Deixe sua opinião e experiência aqui embaixo! 😉

O que são criptomoedas? Mais uma “bolha financeira” ou uma ótima oportunidade?

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Você já ouviu falar nas criptomoedas? Tenho certeza que sim. Afinal, a trajetória de alta nas cotações de várias dessas moedas virtuais é impressionante. E isso, evidentemente, atraiu diversos investidores com o intuito de ganhar dinheiro rapidamente. Mas, afinal, o que são criptomoedas?

Isso tem feito com que surgissem dezenas de empresas e publicações financeiras “alertando” para essa “grande oportunidade”.

Naturalmente, eu comecei a ser questionado por aqueles que me seguem sobre o que são criptomoedas e se elas realmente são uma boa opção para quem quer investir.

Além disso, percebi que muita gente acredita que vai enriquecer rapidamente, pegando um “atalho” nessa onda. Isso tem me assustado bastante e me motivou ainda mais a escrever este artigo.

Por isso, quero responder aqui: o que são criptomoedas? Como elas funcionam? Será que são uma bolha financeira ou uma ótima oportunidade de ganhar dinheiro?

Parece interessante para você? Então continue lendo para descobrir o que há por trás das criptomoedas!

O que são criptomoedas? Será que elas serão o futuro dos sistemas monetários?

Apesar de seu nome causar certa estranheza para quem não está acostumado com os termos da internet, as criptomoedas nada mais são do que códigos virtuais que representam valores monetários.

Em outras palavras, são moedas como o real ou dólar, mas que não possuem um equivalente físico – como cédulas ou moedas de níquel. Elas existem apenas virtualmente, na web.

Isso, inclusive, é um dos fatos que preocupa investidores mais conservadores, já que, sem um lastro real e sem um sistema monetário regulador dessa moeda, fica difícil manter o controle sobre a sua emissão e constantes oscilações.

Em contrapartida, investidores mais arrojados veem, nessa liberdade, uma nova forma de sistema monetário para o futuro, com menos burocracia e com a ausência de intermediários.

Mas, sem dúvida, a maior inovação trazida pelas criptomoedas foi a blockchain – ou Protocolo da Confiança, que nada mais é do que uma base de dados compartilhados, em que a medida de segurança principal é a descentralização das informações.

Daí vem o termo cripto, do latim, que significa “codificado”: ou seja, uma “moeda codificada”.

E se você já ouviu falar em Bitcoin, Litecoin, Ethereum… São exemplos de criptomoedas. A diferença entre elas é que, assim como dólar, euro e real, cada uma tem a sua cotação e características.

Controvérsias à parte, antes de responder a você se criptomoedas são uma boa opção ou não, existem 3 fatos que você precisa saber antes de ler a minha resposta.

Vamos lá?

Os 3 fatos que você deve saber antes de comprar criptomoedas

Fato #1 – Criptomoedas não são uma forma de investimento

Isso mesmo! Não há como enquadrar esses ativos na definição clássica do conceito de “investimento”, de Benjamin Graham, que diz que:

Uma operação de investimento é aquela que, após análise profunda, promete a segurança do principal e um retorno adequado”.

Veja bem: com criptomoedas, isso simplesmente não é possível. Realizar uma análise profunda do ativo, garantir a segurança do principal e buscar um retorno adequado são formas de se identificar um investimento que não se enquadram à realidade das criptomoedas.

Isso porque, diferentemente do mercado de ações, onde cada ação representa os resultados de uma empresa, analisada pelos seus fundamentos, as moedas – e eu me refiro a qualquer moeda ou até metais preciosos, como o ouro – o mesmo não acontece.

É impossível de se fazer uma profunda análise que vá além do fator “oferta x demanda”. Como o mercado é altamente volátil, não há qualquer garantia de que o valor investido estará protegido.

Portanto, pela definição clássica de investimentos, as criptomoedas não se enquadram nessa categoria.

E isso é ruim?

Não necessariamente. O que importa aqui é que você tenha isso em mente, para que não corra o risco de achar que está investindo, enquanto, na realidade, está especulando.

A diferença não se dá por um ser bom e outro ruim, mas sim pelo fato de que a especulação é uma operação de curto prazo, com foco no preço do ativo especulado em detrimento aos seus fundamentos.

Seu objetivo é gerar um resultado muito superior ao do mercado, assumindo riscos que podem comprometer todo o capital aplicado.

Fato #2 – A tecnologia por trás das criptomoedas é revolucionária

Um dos principais pontos favoráveis às criptomoedas é algo que já comentamos: a blockchain.

Eu não sou nenhum especialista em meios de pagamentos e segurança de transações financeiras, mas tenho que concordar que a blockchain parece ser uma tecnologia fantástica que veio para ficar.

E isso é ótimo! Podemos ter grandes – e positivas – mudanças em tempo real.

Entretanto, há um fato bem claro aqui: isso, por si só, não quer dizer que as criptomoedas sejam uma grande oportunidade.

Afinal, nos mercados financeiros há sempre uma diferença entre “preço” e “valor”. Será que o preço das moedas que utilizam essa tecnologia é um “preço justo”?

Veremos mais sobre isso em frente, mas antes vamos ao fato número três.

Fato #3 – Sim, as criptomoedas podem ser utilizadas como uma reserva de valor

Já ouvi algumas vezes as criptomoedas serem chamadas de “o ouro virtual”. Afinal, assim como o ouro, cada criptomoeda tem uma demanda finita, como no caso da principal moeda, o Bitcoin, que tem 21 milhões de unidades.

Ou seja, sabemos que não haverá uma grande inflação nesse mercado porque, a partir do momento em que as 21 milhões de unidades do Bitcoin forem criadas, a “mineração” de Bitcoin – o nome dado para a criação de novas unidades da moeda – vai parar.

E isso vale para outras criptomoedas em ascensão, ou seja, logo teremos um mercado total bem claro e, portanto, um potencial de uso delas como reserva de valor.

A pergunta que não quer calar: seriam as criptomoedas uma boa oportunidade?

Depois de tudo o que tratamos aqui, você deve estar pensando:

Criptomoedas não são um tipo de investimento, e sim uma forma de especular. Tem uma grande tecnologia por trás, que pode mudar o mundo e além de tudo isso podem ser usadas como uma reserva de valor. Então eu devo comprar?

Por questões legais, eu não posso fazer uma recomendação clara sobre compra ou venda de qualquer tipo de ativo, já que essa é uma atribuição dos analistas de investimentos.

Então, vou me limitar ao meu ponto de vista para responder a essa pergunta. A partir da resposta, você pode decidir se deve comprar criptomoedas ou não.

Afinal, criptomoedas são ou não uma boa escolha?

Na minha visão e, depois, de muita análise sobre esse ponto, a resposta é não, principalmente se você estiver falando de Bitcoin.

Essa é uma criptomoeda que, para mim, tem todas as características de uma grande bolha financeira.

Se você não sabe o que significa “bolha financeira”, eu te explico.

É um termo empregado aos ativos, ou a uma classe de ativos, que adquire um preço totalmente incompatível com o seu valor intrínseco. Ou seja: o ativo passa a ser negociado a um preço muito superior ao seu preço justo.

Então, em dado momento, a bolha “estoura”, trazendo consigo grandes desvalorizações para esses ativos.

Em outras palavras, as pessoas que possuem esse ativo em carteira sofrem com uma grande perda em um espaço de tempo muito curto.

Bolhas existem há um bom tempo e sempre continuarão existindo. Afinal, elas estão muito mais ligadas à natureza humana do que a qualquer outra coisa, pois são causadas pela ganância, pela vontade de querer ganhar sempre mais.

É um assunto puramente relacionado à economia comportamental e eu até entendo se você discordar desse ponto de vista, ou questionar algo como:

“Mas Ramiro, essa tecnologia não é revolucionária?”

E aqui eu repito: o fato da tecnologia do blockchain ser revolucionária não significa que o preço de negociação de uma criptomoeda não esteja em um patamar totalmente artificial. Nem o fato de a demanda ser totalmente finita para cada tipo de criptomoeda impede isso.

Deixe eu te contar uma história para reforçar esse meu argumento.

Uma das bolhas mais famosas dos últimos tempos foi a “bolha ponto.com”, ou “dot.com bubble”, como é conhecida nos Estados Unidos.

No final dos anos 90, com o advento da internet, milhares de empresas de tecnologia abriram o capital na bolsa de valores norte-americana. E a maioria dessas empresas passou por um período de sucessivas altas e valorização muito forte.

Víamos empresas crescendo 100%, 200% ao ano sem gerar absolutamente 1 centavo de receita. Tudo, é claro, sob o argumento de que “a internet iria mudar o mundo”.

E, com o tempo, o mercado acabou percebendo que essas empresas da “bolha ponto.com” não valiam tanto quanto elas estavam sendo cotadas na NASDAQ. Assim, de um dia para o outro, a bolha estourou e todas as ações dessas empresas tiveram grande desvalorização.

E o que a gente enxerga hoje, cerca de 17 anos depois dessa bolha?

  1. Que a internet realmente mudou o mundo. (E eu não preciso nem entrar em detalhes quanto a isso, já que você está lendo este artigo graças a ela);
  2. Isso não evitou que os “investidores” que entraram naquela onda de “ganho fácil” não tenham perdido bilhões de dólares em aplicações financeiras.

Ou seja: aí temos um exemplo bem claro e recente de como o fato da tecnologia ser disruptiva não evita o fato de termos uma bolha financeira.

O Bitcoin e as principais características de uma bolha financeira

Quando eu digo que o Bitcoin tem todas as características de uma bolha financeira, não me refiro apenas à sua valorização extrema em um curto período de tempo. Afinal, isso por si só não quer dizer nada.

Meu argumento favorável ao fator “bolha do Bitcoin” se dá com base em três pontos:

Ponto 1: “Desta vez é diferente”

Como já comentei nos primeiros parágrafos, há algum tempo que tenho sido questionado pela audiência sobre as criptomoedas, mas em especial, os Bitcoins.

E quase todas as vezes que eu manifestei a minha posição contrária e cautelosa em relação à compra de Bitcoins, eu ouvi alguma frase parecida com essa:

“Ah, Ramiro, mas desta vez é diferente…”

E isso é até engraçado, porque existe uma máxima bastante famosa de um investidor chamado John Templeton, que diz justamente o seguinte:

“As 4 palavras mais caras do mundo são: desta vez é diferente”.

E isso significa, justamente, que a gente deveria aprender com casos que já ocorreram no passado. Mas parece que as pessoas insistem em persistir no erro…

A “bolha ponto.com” está aí para reforçar isso!

Ponto 2: Bolhas não podem ser observadas em tempo real

Se todo mundo achasse que o Bitcoin fosse uma bolha, sua cotação não teria subido tanto. O que isso quer dizer?

Que enquanto uma bolha não estoura, sempre há muitas pessoas negando que há, de fato, uma bolha. Veja o caso da subprime, em 2008, que foi muito bem retratada no filme “A Grande Aposta”.

Até um ano antes, o então presidente do banco central norte-americano, Alan Greenspan, e o seu sucessor, Ben Bernanke, seguidamente davam entrevistas negando o fato de que havia uma bolha no mercado de crédito imobiliário à época.

Portanto, de certa forma, o fato de ter muita gente negando que há uma bolha nesse mercado é mais um indício de que pode haver mais uma bolha crescendo.

Ponto 3: Apesar do argumento, (quase) ninguém usa o Bitcoin como reserva de valor ou meio de pagamento

Alguns dizem que o Bitcoin é uma excelente reserva de valor. E eu mostrei aqui que é verdade. O Bitcoin, assim como outras criptomoedas, pode ser, sim, uma excelente reserva de valor.

Outros dizem que um dia será um meio de pagamento amplamente aceito. E eu também não nego isso. Afinal, empresas como a Foxbit já facilitam a conversão de Bitcoins para moedas como forma de pagamento.

Entretanto, a verdade é esta:

A maioria das pessoas está utilizando essa criptomoeda como um ativo especulativo, comprando simplesmente porque acham que conseguirão vender a um preço ainda maior daqui a algum tempo.

Como é uma moeda sem lastro e, ainda, sem uma aceitação global como meio de pagamento, é difícil de dizer se ela possui um valor intrínseco por trás da alta cotação e, se sim, que valor intrínseco é esse.

Portanto, não se engane: quando o valor por trás do ativo é deixado de lado e tudo o que se fala é “quem comprar, vai ganhar”, desconfie: é mais um forte sinal de uma bolha prestes a estourar.

Conclusão: fugir ou agarrar as criptomoedas?

Não estou aqui para me posicionar como o dono da verdade. Com este artigo, quis mostrar para você os meus argumentos, os quais justificam meu posicionamento em relação às criptomoedas e, em especial, ao Bitcoin.

E independentemente do fato de você concordar ou não com eles, reforço meu posicionamento:

Tenha muito cuidado ao considerar adquirir qualquer criptomoeda.

Lembre-se sempre que elas são veículos de especulação financeira, e não de investimento, e o seu sucesso como investidor estará amplamente ligado ao fato de você preservar o seu capital em boas opções de investimentos.

Se você gostou desse conteúdo, não deixe de compartilhá-lo com o máximo de pessoas que puder, ajudando mais e mais investidores a entenderem o que são e como funcionam as criptomoedas.

Ramiro Gomes Ferreira

Ramiro é fundador do Clube do Valor, especialista em investimentos e possui ampla experiência em gestão e análise de valores mobiliários.

As opiniões expostas neste artigo são baseadas na visão do autor e não necessariamente refletem o entendimento do Yubb.

Como uma empresa pode abrir capital na bolsa de valores

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saiba como abrir capital na bolsa de valores

Se você já investiu em ações, sabe que existem muitas empresas listadas na bolsa de valores. Mas como uma empresa chega naquela lista? Qual é o processo para uma companhia abrir capital e permitir investimento de acionistas? O que ela precisa fazer para ter as suas ações negociadas?

O processo é longo, mas simples de compreender. Cada empresa passa por alguns estágios durante o seu crescimento: tudo pode começar com os recursos próprios do empreendedor. Em um segundo momento, podem surgir sócios que querem financiar o crescimento.

Depois, o empreendedor pode pedir um crédito bancário para obter mais recursos. A emissão de papéis de dívidas (como CRIs, CRAs e debêntures) também pode ser uma forma de financiamento.

Até que, chega um determinado momento, em que a empresa decide buscar acionistas e abrir capital na bolsa de valores. Em outras palavras, realizar uma oferta pública inicial de ações (IPO).

Para abrir capital, a empresa precisa seguir algumas regras e seguir um caminho junto com a B3 (bolsa de valores do Brasil) para fazer o seu IPO. Um ponto muito importante é que deve existir demanda de investidores para a empresa ser listada na bolsa.

Depois de percorrer todo esse caminho, acontece aquele evento tão simbólico que é o dia do toque da campainha. É o momento que marca o primeiro dia de negociação da empresa no próprio espaço da B3.

Quer saber mais detalhes sobre esse processo? Yubb esteve com Felipe Paiva, diretor de relacionamento com o cliente da B3, para falar sobre o assunto. Dá o PLAY:

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Você sabia como era o processo para uma empresa abrir capital na bolsa de valores? Se tiver qualquer dúvida, deixe um comentário aqui embaixo! 😉

Fundo de investimentos: 6 dicas para ganhar mais

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Para quem busca diversificar a carteira, um fundo de investimentos é uma ótima opção. Não importa se é fundo multimercado, fundo de ações, fundo de renda fixa… Eles podem ser muito úteis para você, investidor, ganhar mais dinheiro.

O fundo é um serviço de investimento e não um produto diretamente. Ao investir em um fundo, você está deixando o seu dinheiro com uma equipe especializada que vai alocá-lo em diversos ativos.

Todo fundo possui um gestor que é a “cabeça” do fundo e os investidores são chamados de cotistas. Os cotistas compram cotas daquele fundo, tornando-se “sócios” e, em troca, o fundo cria uma estratégia de investimento em diversos ativos de acordo com a sua política.

Se o fundo for de ações, por exemplo, a maior parte do dinheiro dos cotistas será investida em ações. Se o fundo for de renda fixa, em renda fixa. E assim por diante.

O fundo de investimentos é uma ótima oportunidade para quem busca mais facilidade na hora de investir e quer aproveitar a expertise do gestor e sua equipe. Quer dicas para ganhar mais dinheiro com fundos? Vem comigo!

1. Não use rentabilidade histórica como projeção para o futuro

Diferente da renda fixa, a rentabilidade de um fundo de investimentos não é precisa. Como o fundo é composto por diferentes ativos, a sua rentabilidade oscila muito de um período para o outro.

Quando você pesquisar relatórios e informações sobre os fundos de investimento, vai ver um dado que se chama “rentabilidade histórica”. Essa é uma forma que o fundo mostra quanto rendeu no período mencionado. Mas a dica é: rentabilidade histórica não é garantia de ganho futuro!

Ao fazer uma busca no Yubb e notar que o fundo X tem uma rentabilidade histórica de 150% do CDI para um prazo de 1 ano, isso significa que ele RENDEU esse percentual no último ano. No entanto, isso não significa que ele RENDERÁ isso no próximo ano.

Essa dica é importante para não se iludir com as rentabilidades históricas altas. 😉

2. Invista em diferentes fundos

Como eu disse no início do texto, existem diferentes tipos de investimento em diferentes gestoras. Para criar uma carteira diversificada e ganhar mais dinheiro, é interessante ser cotista de diferentes fundos.

Se você é um investidor conservador, por exemplo, pode colocar grande parte de seu patrimônio em fundos mais seguros como fundo DI e fundo de renda fixa, mas também pode colocar uma pequena parte em fundo multimercado.

Além disso, também é importante “não ficar preso” em sua corretora/banco. No Yubb, mostramos diversas gestoras e, para ganhar mais dinheiro, é sempre indicado observar as oportunidades em todas as instituições financeiras do mercado.

3. Não tenha medo de arriscar mais

Anota aí: até o investidor mais conservador do mundo pode ter uma parte de seu patrimônio alocado em renda variável. Tudo depende do perfil, mas basta fazer uma boa alocação dos ativos para minimizar os riscos e maximizar os ganhos.

No caso dos fundos, é a mesma ideia! Você não precisa ter medo de arriscar mais. Ou seja, não precisa temer os fundos multimercado e os fundos de ações. Por mais que você seja conservador, é interessante conhecer as oportunidades do mercado.

Mas, é claro, mantenha a cautela. Veja se aquele fundo possui uma política que se encaixa com os seus objetivos e, aos poucos, crie mais “coragem” para correr mais riscos e, quem sabe, ganhar mais dinheiro.

4. Fique atento com as taxas

Taxas, taxas e mais taxas. Ao deixar o seu dinheiro com o gestor de um fundo, você está pagando “pela cabeça” dele, certo? Como é a experiência dele que vai fazer o seu dinheiro render, esse trabalho precisa ser pago de alguma forma.

Nos fundos, existem três taxas que são comuns: taxa de administração, taxa de performance e taxa de saída. Cada uma possui uma função diferente e é necessário ficar atento para não pagar taxas abusivas.

Um exemplo muito comum que gosto de dar: um fundo de renda fixa não pode comprar uma taxa de administração alta. Como os produtos de renda fixa são mais simples, você poderia investir sozinho. Se você está determinando essa função para um fundo, é necessário que essa taxa seja baixa.

Já no caso de um fundo de ação, a taxa pode ser mais alta já que é um mercado mais complexo. Analise de caso a caso e fique atento para não perder rentabilidade com taxas!

5. Analise o valor inicial e a liquidez

Todo fundo de investimentos possui características únicas. Antes de investir, você precisa analisar se todos aqueles atributos cabem no seu bolso e no seu planejamento financeiro. Calma, é mais fácil do que você imagina!

Vou focar em dois pontos aqui: valor inicial e liquidez.

O valor inicial é o valor mínimo exigido para que você invista naquele fundo. Existem fundos que exigem milhões de reais para entrar, acredita? Mas há diversas oportunidades a partir de R$ 100,00. Veja se aquele fundo se encaixa no seu objetivo.

No caso da liquidez, a situação é parecida. Alguns fundos possuem liquidez D+30, ou seja, no caso de resgate, o dinheiro demora 30 dias úteis para cair na sua conta. Se for uma emergência, já era, né? Por isso, veja qual é a liquidez do seu fundo para não ter dor de cabeça no futuro.

6. Pense no longo prazo

Por último, mas não menos importante, é importante analisar o prazo do seu fundo de investimento. Como existem muitos fundos com liquidez diária, os investidores gostam de pensar no curto e médio prazo, mas é muito importante focar também no longo prazo.

Como os fundos são investimentos mais arriscados (sem garantia do Fundo Garantidor de Créditos) e que oscilam com o mercado, podem ser ótimas opções para o seu investimento de longo prazo.

Quer aplicar as dicas e ganhar mais dinheiro? Veja os melhores fundos no Yubb:

Gostou das nossas dicas para investir em fundo de investimentos? Se tiver qualquer dúvida ou comentário, deixe aqui embaixo! 😉

Rico Investimentos: quem é essa corretora e como investir?

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quem é a Rico Investimentos?

A Rico Investimentos é a segunda maior corretora do Brasil, ou seja, é uma instituição muito importante no mercado financeiro brasileiro. Em 2016, foi comprada pela XP Investimentos – que é a maior do país. Mas, afinal, que corretora é essa?

A Rico é uma empresa digital de investimentos que tem o objetivo de empoderar seus clientes através de ferramentas e educação financeira. O foco está no online já que a corretora acredita que há muitos problemas no modelo tradicional de investimentos.

Atualmente, são mais de R$ 20 bilhões em custódia para mais de 900 mil clientes e a Rico é líder em investimento no Tesouro Direto, ganhando até mesmo dos grandes bancos. Segundo os executivos da Rico, isso está diretamente relacionado com a estratégia de educação financeira para seus clientes.

Muitas pessoas têm medo de investir em plataformas independentes, mas, na realidade, não há nenhum risco no intermediário. O risco não está na corretora e sim no investimento,

Se você investir em um título do Tesouro Direto, por exemplo, a garantia é do governo e não da Rico. A corretora é apenas uma ferramenta que ajuda o investidor a encontrar diversos investimentos em diferentes emissores.

O Yubb esteve com Pedro Boesel, head da corretora, e gravou tudo para você. Quer ver? Dá o PLAY!

Curtiu o vídeo? Inscreva-se no canal do Yubb no YouTube e ative as notificações para não perder as novidades.


Você já investe pela Rico? Ou pretende investir? Deixe a sua experiência aqui embaixo no campo de comentários! 😉

Renda fixa vale a pena no cenário financeiro atual?

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renda fixa vale a pena

Novo governo, valorização do Ibovespa, SELIC a 6,5%, novas empresas abrindo capital… 2019 tem tudo para ser o ano da renda variável e dos fundos de investimento. Mas, em todo esse cenário, será que a renda fixa vale a pena?

É importante entender que, diferente da renda variável, a renda fixa é um grupo de investimentos em que você sabe exatamente quanto vai receber ao final do período. Títulos públicos do Tesouro Direto, CDBs, LCIs e LCAs são alguns exemplos de produtos de renda fixa, ou seja, produtos seguros.

Apesar do cenário atual de SELIC baixa e independente de qualquer tensão nacional e internacional, a renda fixa te dá uma rentabilidade certa que, normalmente, está sempre acima da inflação.

É um porto seguro para todos os investidores. Independente do tamanho do investidor, é necessário ter uma parte de seus recursos alocados em renda fixa para não correr riscos.

A verdade é que renda fixa nunca te deixará rico, mas é uma ótima oportunidade para deixar uma parte de seu patrimônio alocada em uma reserva de emergência. Dessa forma, os investimentos vão proteger o seu dinheiro.

Estivemos com Cláudio Ferro, CEO do PoupaBrasil, para falar mais sobre o assunto e esclarecer se renda fixa vale a pena nesse cenário atual. Confira:

Gostou do conteúdo? Então inscreva-se no canal do Yubb no YouTube e ative as notificações para não perder os novos vídeos.

Depois de tudo que foi falado, você acha que a renda fixa vale a pena? Deixe seu comentário aqui embaixo! 😉

Onde investir mensalmente? Saiba qual é a melhor opção

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Entre as suas idas e vindas nos conteúdos de blogs e canais de YouTube sobre finanças, aposto que você já ouviu milhares de vezes “a importância de investir todos os meses”. Estou certa? Mas, afinal, onde investir mensalmente?

Eu não vou perder muito tempo te explicando essa importância. Você já sabe que é importante criar o hábito de investir e que, se você não investir mensalmente, estará mais longe do seu objetivo. Neste texto aqui, eu já falei muito sobre isso e o assunto de hoje é outro.

No post de hoje, eu quero te mostrar 3 grupos de investimento em que você pode realizar aportes mensais e, a partir disso, você pode fazer a sua escolha sobre onde investir mensalmente.

Renda fixa

Os investimentos são divididos entre renda fixa e renda variável. No caso da renda fixa, são os títulos mais seguros e mais indicados para os perfis mais conservadores e/ou objetivos de curto e médio prazo.

Ter investimentos em renda fixa é uma ótima dica para quem está montando uma reserva de emergência – aquela reserva financeira que vai te salvar de imprevistos, sabe?

Muitos especialistas também indicam a renda fixa para mais da metade do patrimônio de um investidor. Como é a opção mais segura, é interessante deixar a maior parte do dinheiro nesses investimentos.

Confira algumas opções para investir mensalmente em renda fixa:

  • Tesouro Direto: os títulos públicos são os investimentos mais seguros do país por serem do governo federal. Todas as aplicações do Tesouro Direto podem ser encontradas todos os meses (Tesouro SELIC, Tesouro Prefixado e Tesouro IPCA), mas vale lembrar que o preço e a rentabilidade podem variar.
  • CDB, LCI, LCA e outros títulos privados: funciona como um “empréstimo” que você faz para o banco e podem ser encontrados diretamente nos bancos e/ou nas corretoras. Só é possível investir mensalmente no mesmo título se ele ainda estiver disponível naquela instituição financeira.

Como funcionam os aportes mensais em renda fixa?

Os investimentos em renda fixa NÃO permitem que sejam aportados novos valores no mesmo montante.

Isso significa que, se o mesmo título existir em dois meses seguidos, o valor não será somado à quantia anterior, será criado um novo investimento. Mas, a verdade é que isso não faz nenhuma diferença para o seu bolso. O importante é investir!

Os títulos de renda fixa são únicos e só é possível investir no mesmo produto se ele ainda estiver disponível com a mesma rentabilidade no próximo mês.

Não encontrou o mesmo produto? Fique tranquilo! Você pode procurar, pelo Yubb, outra oportunidade com a mesma taxa em outra instituição financeira ou até mesmo com uma taxa maior.

Resumidamente, a regra é: sempre existirão bons CDBs, LCIs, LCAs e títulos do Tesouro para você investir. A rentabilidade talvez não seja a mesma do mês anterior, mas isso não é um problema. Investir todos os meses em renda fixa vai te fazer chegar mais perto do seu objetivo financeiro.

Fundos de investimento

Os fundos não são diretamente um produto – são um serviço. Ao investir em um fundo, você está comprando cotas e se tornando cotista daquele fundo. O gestor é quem vai pegar o dinheiro dos cotistas e alocar em diferentes ativos.

Os fundos de investimento são boas oportunidades para quem não tem muito conhecimento e prefere “deixar na mão” de um especialista. No entanto, nenhum fundo é garantido pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC) e são uma modalidade bem mais arriscada do que a renda fixa.

É claro que o gestor do fundo não pode aplicar em qualquer lugar. O destino do dinheiro dos cotistas depende do tipo de fundo. Veja algumas opções para você investir mensalmente:

  • Fundo DI: o dinheiro é alocado em ativos de renda fixa que acompanham a taxa DI. Como o patrimônio está em títulos seguros, o nível de risco é mais baixo quando comparado a outros fundos. Dica: fuja de altas taxas de administração!
  • Fundo multimercado: o dinheiro é alocado em diversos ativos tanto de renda fixa quanto de renda variável. A estratégia varia de fundo para fundo.
  • Fundo de ações: a maior parte do dinheiro é alocada em ações da bolsa de valores. É um fundo bem volátil e, por isso, arriscado. Pode ser uma boa oportunidade para quem quer começar a investir em ações, mas possui pouco conhecimento.
  • Fundos imobiliários (FIIs): como o dinheiro é alocado em imóveis, os cotistas recebem “aluguéis” mensais e esses fundos podem ser boas opções para quem busca investir mensalmente. Diferente dos outros fundos, os FIIs são negociados na bolsa de valores.

Como funcionam os aportes mensais nos fundos?

Se você está buscando o melhor investimento para fazer aportes mensais, talvez ele esteja aqui. Os fundos são muito práticos porque eles não sofrem alterações durante os meses e, na maioria dos casos, sempre estarão disponíveis.

Ou seja, você pode investir todos os meses NO MESMO MONTANTE.

O interessante dos fundos é que não existe um prazo final de investimento. Você pode seguir comprando cotas todos os meses sem se preocupar com a disponibilidade e com o prazo de vencimento.

Ações

Quando se fala em investimento, muitas pessoas já pensam nas ações. Se você não sabe, a ação representa uma parte de alguma empresa (também conhecida como sociedade de capital aberto e sociedade anônima).

Ao comprar uma ação – que é negociada na bolsa de valores – você pode ganhar dinheiro de duas formas:

  • Valorização: se a empresa tiver bons resultados, seu dinheiro passa a valer mais e, ao vender a ação, você ganhará mais do que pagou.
  • Dividendos: é parte do lucro da empresa que é compartilhada com os acionistas. De tempos em tempos (em alguns casos, até mensalmente), você recebe os dividendos na sua conta da corretora.

Como funcionam os aportes mensais em ações?

Os aportes mensais em ações são uma mistura da renda fixa com os fundos. Elas parecem um pouco com os títulos de renda fixa porque seus preços MUDAM a todo segundo – ou seja, você pode comprar novamente por um novo preço.

Mas elas também lembram os fundos porque estão SEMPRE disponíveis. Uma vez que aquela empresa está listada na bolsa de valores, você pode comprar uma ação dela sempre que quiser.

Vale lembrar que as ações além da compra, as ações também podem ser vendidas a qualquer momento. Essa liquidez pode ser uma boa característica para quem busca investimentos para aplicar todos os meses.

É uma ótima opção para quem busca investir mensalmente para objetivos de longo prazo e/ou para quem tem mais apetite para risco.

Qual é o melhor?

Como você já sabe, o Yubb é um buscador de investimentos imparcial e, por isso, não posso te indicar nenhum tipo de investimento. Agora que já te mostrei quais são as opções disponíveis no mercado, cabe a você entender qual é a melhor para o seu dinheiro.

Mas, é claro que eu não ia te deixar na mão! Se você quer saber como investir mensalmente pode te ajudar a chegar no seu objetivo, dá uma olhada na nossa calculadora:

E você? Decidiu onde investir mensalmente? Se tiver qualquer dúvida, deixe seu comentário! 😉

Home broker XP Investimentos: vale a pena usar a plataforma?

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home broker XP

Você já ouviu falar no banco Itaú, certo? É a maior instituição financeira do Brasil e, de quebra, é dono da maior corretora de valores do país: a XP Investimentos. No post de hoje, vou te responder se vale a pena usar o home broker XP.

Se você não está familiarizado com esse termo, home broker é o nome usado pelas corretoras de valores para as suas plataformas online de compra e venda de ativos da bolsa de valores.

Ações, fundos imobiliários e fundos de índice (ETFs) são alguns dos produtos que podem ser comercializados na bolsa de valores brasileira. Se você está querendo investir em renda variável, chegou a hora de saber se o home broker XP é uma boa plataforma.

A XP é a maior corretora do Brasil e, em segundo lugar, está a a Rico Investimentos que também é do mesmo grupo da XP. Ou seja, é uma instituição financeira importantíssima para o mercado financeiro brasileiro.

No #YubbResenha de hoje, vamos operar com o home broker XP Investimentos para te mostrar como funciona essa plataforma. Confira:

O que achou do vídeo? Muito interessante, né? Então não esqueça de se inscrever no canal do Yubb no YouTube e ativar as notificações para não perder as novidades.

E, é claro, não esqueça de deixar a sua avaliação sobre a XP (ou qualquer outra empresa em que você investe) no Guia das Melhores Empresas de Investimento para ajudar outros investidores.

Gostou do funcionamento do home broker XP Investimentos? Já é investidor ou está querendo abrir uma conta? Conta para a gente aqui embaixo! 😉