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O que são fundos multimercados?

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Os fundos multimercados geralmente são a dica dada para quem pretende diversificar seu portfólio de investimentos. Eles representam uma parte importante do atual mercado de investimento do Brasil, atingindo uma margem superior aos 19% do mercado nacional de investimentos.

Normalmente, investidores iniciantes não procuram os fundos multimercados por serem mais complexos que os fundos de renda fixa ou DI, e até mesmo investimentos em ações.

Hoje, vamos trazer uma breve explicação sobre esses fundos e cobrir algumas das suas vantagens e desvantagens. Dê uma olhada no infográfico e continue lendo o texto.

Como funcionam

Os fundos multimercado, ao contrário de outros, têm uma liberdade maior de investimento. Ou seja, conseguem investir em mais de uma área ao mesmo tempo, como papéis de renda fixa, compra de moedas, ações de empresas com capital aberto, investimentos no exterior e derivativos.

Essa liberdade de investimentos é atraente pelo seguinte motivo: um bom gestor de fundo, com experiência e boa reputação, consegue montar muito mais estratégias de investimento em um fundo desse tipo do que em outro tipo de investimento.

Isso permite que o investidor até se saia melhor em alguns momentos de crise no mercado. Claro que isso é muito incerto para se afirmar, mas esse tipo de fundo tem sim a característica de um rendimento mais elevado do que outros ativos. Porém, como todos sabem no mercado financeiro, um ganho maior também vem acompanhado de um risco mais elevado.

Algumas características

Um dos fatores que contribuem para um maior risco por parte dos fundos multimercado é o fato de ser permitido a técnica de “alavancagem financeira”. Resumidamente, essa técnica significa colocar um patrimônio maior do que o que o fundo possui em investimentos.Isso pode maximizar (e muito) os ganhos, mas também pode maximizar as perdas, ou seja, é uma faca de dois gumes.

Existem diversas análises possíveis sobre um fundo multimercado, e a conclusão mais aceita é de que a volatilidade de um fundo desse tipo no decorrer do ano seja de 5% a 15%.

Liquidez

A liquidez de um fundo desse estilo é diferente de fundos de DI, por exemplo, pois, na maioria das vezes, não se pode resgatar o dinheiro de forma instantânea em um fundo multimercado. Normalmente, o tempo que demora para se retirar capital de um fundo está no regulamento do fundo, então é sempre indicado uma boa leitura desse documento antes de fazer um investimento, para se estar ciente das partes positivas e negativas do fundo que você está contratando.

Taxas

As taxas de um fundo desse tipo não fogem muito das convencionais. Sem contar que, normalmente,  você vai contratá-lo através de uma corretora.Logo, a principal taxa é a taxa de administração (que normalmente gira em torno de 1,8% ao ano).

Além disso, como é um estilo de investimento que pode trazer alta rentabilidade, na situação em que o gestor ultrapassa a meta estipulada (ou  indexador de referência), pode existir uma remuneração para esse “sucesso”, a chamada taxa de performance. Essa taxa costuma ficar em torno de 20% do valor ultrapassado.

Impostos

O fundo multimercado não é isento de impostos e o leão cobra a sua parte. No caso, a taxa cobrada é de acordo com o tempo em que foi investido o capital inicial:

  • -22,5% para até 180 dias;
  • 20% para prazos de 181 dias até 360 dias;
  • 17,5% para prazos de 361 até 720 dias;
  • 15% para prazos acima de 720 dias.

Cobrança de IOF

A cobrança de IOF só é aplicada para capital retirado do fundo em um período menor do que 30 dias (também de acordo com o número de dias decorridos). Depois desse período, não há mais tributação sobre o mesmo.

 

Com isso, concluímos que os fundos multimercados são uma das maneiras de diversificação de investimentos (claro que não é a única!) e normalmente são indicados para investidores um pouco mais experientes no mercado financeiro.

 

Gostou de aprender sobre fundos multimercados? Se ficou com alguma dúvida, deixe na área dos comentários aqui embaixo =)

As opiniões expostas neste artigo são baseadas na visão do autor e não necessariamente refletem o entendimento do Yubb.

Quanto tempo leva para abrir conta no Urbe.me?

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Urbe me vale a pena?

O brasileiro adora investir em imóveis, mas não é tão fácil sair comprando casas e apartamentos, né? Um jeito muito interessante de fazer esse tipo de investimento é por meio da plataforma de crowdfunding Urbe me.

Por lá, você pode comprar “partes” de imóveis por a partir de R$ 1.000,00 e fica muito mais simples conseguir uma boa rentabilidade. Nós já fizemos um vídeo com Paulo Deitos Filho, fundador do Urbe.me, clique aqui para entender melhor como a plataforma funciona.

A ideia é ser um crowdfunding 100% online e sem burocracias. Mas será que é fácil abrir conta no Urbe me? Quais documentos são necessários? É algo rápido ou que demora dias? O Yubb também tinha essas dúvidas e, por isso, o #YubbResenha de hoje é com o Urbe me!

Dá uma olhada:

Uau! Abrir conta para começar a investir nesse crowdfunding de imóveis é realmente muito rápido e sem dor de cabeça. Também achou?

Esperamos que tenha gostado do vídeo! Inscreva-se no canal do Yubb e ative as notificações do YouTube para não perder nenhuma novidade.

 

O que achou do Urbe me? Vai investir em imóveis por lá? Deixe os seus comentários aqui embaixo =)

Quando é preciso usar uma corretora para investir?

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corretora de valores

Existem diversas instituições financeiras no Brasil: bancos comerciais, corretoras, financeiras, cooperativas de crédito, agências de fomento… São muitas opções. No post de hoje, a gente vai falar especificamente sobre a corretora de valores. Será que é preciso abrir conta em uma para começar a investir?

Quando alguém fala “abrir conta”, parece que você vai ter que ir até uma agência, pegar fila, fazer cópias de documentos. Mas não é nada disso! Para abrir uma conta de investimentos, o processo é muito simples e totalmente online.

Com alguns cliques, você consegue entrar na plataforma da corretora, preencher alguns dados, mandar uma foto dos seus documentos (nem é sempre que precisa!) e, pronto! Conta aprovada e aberta! Depois disso, é só enviar o seu dinheiro da sua conta corrente para a sua conta de investimentos e começar a investir.

Mas será que é obrigatório usar uma corretora em todos os investimentos? Veja o infográfico que a gente preparou para conhecer mais sobre a corretora e leia o post até o final =)

corretora de valores

Custos

Quando alguém fala em “abrir conta” em outro lugar, as pessoas já se assustam. Isso acontece porque a maioria dos grandes bancos cobra um valor mensal para você conseguir utilizar os serviços da instituição (o famoso “pacote de serviços”). Não se assuste! Uma conta de investimentos não é a mesma coisa que uma conta corrente. Uma corretora é muito diferente de um banco.

Anota aí: não custa nada ter uma conta aberta em uma corretora de valores. Sim, a gente jura! Você não vai pagar nada por esse serviço! Ela não tem nenhuma mensalidade, nenhuma taxa de administração e nenhuma tarifa de abertura.

Se você abrir conta em uma corretora e não transferir nenhum dinheiro para investir, tudo bem 😉 A instituição não vai te cobrar nada por deixar aquela conta aberta e, quando quiser, pode investir sem nenhum problema.

Também é legal dizer que a maioria das instituições financeiras não cobra nenhuma taxa para investimentos em renda fixa. Ou seja, nenhum gasto se você for aplicar seu dinheiro no Tesouro Direto, CDB, LCI, RDB e etc.

A corretora ganha taxa de corretagem em alguns outros tipos de investimento como renda variável e fundos. Nesse caso, vale a pena pesquisar se a corretora que você escolheu tem uma boa taxa para não “perder” dinheiro à toa.

Função da corretora

A corretora é a ligação entre você e o seu investimento. O nome técnico para corretora é “sociedades corretoras de títulos e valores mobiliários” (CTVMs) e elas são instituições financeiras. Isso significa que, para atuar, precisam receber uma autorização do Banco Central. Elas também são constantemente fiscalizadas pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

O trabalho de uma corretora de valores é intermediar a relação do investidor com os investimentos. Como elas são uma “ponte”, o objetivo é ajudar na negociação desses produtos para que seja algo mais fácil e prático para o investidor.

Além de cuidar de toda a burocracia e negociação, esse tipo de instituição pode te ajudar até a escolher o melhor investimento para o seu bolso. Algumas delas possuem consultores e assessores que podem te dar esse auxílio — em alguns casos, sem cobrar mais por esse serviço.

Atualmente, praticamente todas as corretoras do país possuem uma plataforma online. Isso significa que você pode aplicar o seu dinheiro com poucos cliques e é possível acompanhar como está o rendimento do seu investimento.

Na maioria dos casos, as corretoras trabalham com todo o tipo de investimento: renda fixa pública (Tesouro Direto), renda fixa privada (CDBs, LCIs, RDBs e etc) e renda variável (ações na bolsa de valores, principalmente).

Quando você abre conta em uma corretora, é apresentado um “cardápio” dos investimentos disponíveis naquela instituição e você pode escolher qual melhor se encaixa na sua vida financeira.

Isso não significa que o uso de uma corretora é obrigatório na hora de fazer um investimento! Sabe o banco em que está a sua conta corrente? Muito provavelmente, ele também oferece investimentos e você não precisa abrir conta em uma corretora para fazer isso. Sim, você pode investir em alguns produtos sem ter uma conta aberta em uma corretora!

No entanto, existem três tipos de produtos em que é obrigatório o uso de uma corretora de valores. Se você quiser investir em Tesouro Direto, ações ou commodities, você vai precisar obrigatoriamente de uma corretora. Quer saber o porquê? Continue lendo!

Tesouro Direto

O funcionamento do Tesouro Direto é muito simples. Para comprar títulos públicos, você precisa ter uma conta aberta em uma corretora de valores. Como já foi dito, a maioria das corretoras não cobra absolutamente NADA para investimentos no Tesouro Direto.

Elas só são necessárias por uma questão de funcionamento do Tesouro Nacional. Os títulos só podem ser vendidos para o seu CPF de investidor se ele estiver ligado a um CNPJ de uma instituição financeira.

Ao entrar na plataforma da corretora, você facilmente escolhe o título do Tesouro Direto que quer investir e a corretora fará todo o processo de compra. Se quiser vendê-lo antes do prazo de vencimento, também consegue fazer isso pela corretora.

Para saber a lista de instituições financeiras que podem trabalhar com os investimentos do Tesouro Nacional, é só clicar aqui. Nesta lista também dá para ver quais cobram taxas e quais não cobram! Fique esperto e escolha uma com taxa zero 😉

Renda variável (ações e mercado futuro)

Para investir em renda variável, mais precisamente no mercado de ações e de commodities (mercado futuro), você vai precisar de uma corretora de valores.

A ideia é bem parecida com o Tesouro Direto: a função da corretora é comprar e vender as ações e/ou as commodities que você deseja. Quando você quiser comprar ou vender uma ação, basta selecionar pela plataforma da corretora de valores e ela fará todo o “trabalho” por você.

É nesse momento que ela cobra uma taxa de corretagem. Enquanto o seu título está “parado”, ela não cobra nada. Ela só vai te cobrar quando tiver feito algum serviço em sua carteira de investimentos.

E os outros produtos?

Além dessas três opções, existem muuuuitos outros tipos de investimento. Só em renda fixa privada, existem inúmeras opções: CDBs, LCIs, LCAs, LCs, RDBs, LFs, debêntures e etc. Ainda existem os fundos de investimento, os produtos em crédito privado, robôs de investimento… Uma infinidade! Neste post, falamos sobre Tesouro Direto, ações e mercado futuro já que, nesses casos, é OBRIGATÓRIO o uso de uma corretora de valores para investir.

Vale explicar que a maioria das corretoras oferece, sim, outros títulos. O cardápio de uma corretora de valores costuma ser bem extenso: desde Tesouro Direto até COE. Você consegue encontrar opções em renda fixa privada nos grandes bancos (CDBs, LCIs, LCAs, e etc), mas a rentabilidade costuma ser menor do que em uma corretora.

Além dos bancos, as financeiras também oferecem alguns produtos de investimento. Sem precisar do intermédio de uma corretora de valores, você pode abrir conta em uma financeira e investir em RDBs e LCs, por exemplo.

Atenção para a rentabilidade dos bancos!

Como a gente acabou de dizer, os bancos oferecem alguns investimentos. Ou seja, você pode investir o seu dinheiro diretamente no banco em que você possui a sua conta corrente. Isso parece ser muito mais fácil, certo?

O gerente do seu banco muito provavelmente já te ligou para oferecer alguns produtos. Seu dinheiro já está lá na conta corrente, é muito simples aceitar as ofertas dele e investir. Mas a anota esta dica: a rentabilidade dos grandes bancos não costuma ser muito boa!

Investir em produtos de bancos pequenos e médios por meio das corretoras pode ser um negócio muito melhor para o seu bolso. Então fique de olho nas melhores oportunidades pelo Yubb para não marcar bobeira!

 

Agora que você já sabe tudo sobre as corretoras, entre em nosso canal de YouTube e conheça essas instituições por dentro. No #YubbVisita, nós visitamos as maiores corretoras do país para que você entenda como elas funcionam.

 

Gostou de conhecer melhor a função de uma corretora de valores? Se tiver qualquer dúvida ou comentário, deixe aqui embaixo para a gente 😉

Quem é a Kavod Lending?

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quem é a kavod lending?

Você já pensou em investir o seu dinheiro em empresas que estão precisando de crédito? Sim, isso existe! É a ideia da Kavod Lending, uma fintech de investimentos que conecta investidores e empresas, é o chamado peer-to-peer lending (P2P).

A Kavod Lending é uma alternativa muito diferente de investir o seu dinheiro. Legalmente, você pode emprestar uma quantia para as empresas que estão precisando de créditos. Vale dizer que isso não significa que a empresa está falindo! É muito comum no mundo empresarial as empresas se financiarem.

As instituições estiveram sempre “à mercê” dos bancos e a Kavod chegou para mudar essa ideia. Além de facilitar o crédito para as empresas, também oferece uma alternativa muito mais rentável para todos os investidores interessados.

A gente esteve com Fábio Neufeld, CEO da Kavod Lending, para que ele apresentasse a sua empresa para os Yubbers. E, é claro, gravamos tudo para você! Corre para assistir:

Se gostou do conteúdo, inscreva-se no canal do Yubb, compartilhe o vídeo com os seus amigos e também ative as notificações para não perder nenhum vídeo novo.

 

O que achou da Kavod Lending? Vai começar a investir em empresas? Se tiver alguma dúvida ou comentário, é só deixar aqui embaixo =)

Como fazer um plano de investimento

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Se você pretende começar a investir, a primeira coisa a se pensar é num plano de investimento.

O primeiro passo é descobrir que tipo de investidor você é, ou seja, qual é o seu perfil de investidor? No geral, existem três tipos: conservador, moderado e arrojado.

Como existe uma enorme gama de investimentos no mercado, você pode acabar se confundindo.É por esse motivo que o plano de investimento é tão importante.

Basicamente, você precisa definir quais são seus objetivos a curto, médio e longo prazo. Esses objetivos, juntamente com suas características pessoais, irão definir o seu portfólio de investimentos.

plano de investimento

Então, vamos lá:

1. Defina seu objetivo

O seu plano de investimento depende exclusivamente do objetivo que tem estipulado.

Se o seu objetivo é de longo prazo, como aposentadoria por exemplo, você pode criar uma carteira específica.

2. Avalie sua situação financeira atual

Você tem que estar ciente de sua atual situação financeira. Avalie quanto pode investir e assegure-se de separar uma parte desse dinheiro para algum imprevisto. Essa “poupança extra” deve ser aplicada em investimentos de alta liquidez, porque assim, em casos de emergência, você pode resgatar com facilidade.

3. Escolha investimentos de acordo com sua idade

Se você for jovem, terá mais tempo de se recuperar em caso de algum tipo de crise de mercado, então você pode destinar uma porcentagem maior do valor disponível em aplicações de renda variável.

Caso esteja próximo da aposentadoria, recomenda-se aplicações mais conservadoras, investimentos em renda fixa e papéis de companhias tradicionais.

4. Converse com um assessor

Para elaborar um plano, você já descobriu seu perfil de investidor, já estabeleceu seus objetivos, avaliou sua situação financeira, e quanto de capital tem disponível.

O assessor te ajudará agora a diversificar as porcentagens de alocação de acordo com seus objetivos, por exemplo 25% em ações, 35% em Tesouro Selic, 40% em CDB e LCI.

No mercado financeiro, a frase “não coloque todos os ovos no mesmo cesto” é muito usada. A diversificação é importantíssima para ajustar alta rentabilidade com segurança!

Contando com a assessoria de um profissional, você garante que este plano esteja alinhado com o seu perfil de risco e suas necessidades de liquidez.

Dica: NÃO ESQUEÇA DA RESERVA DE EMERGÊNCIA – Reserve um valor que cubra de 3 a 6 meses seus custos mensais e aloque-o em uma aplicação que tenha liquidez diária. Em caso de doença ou perda de emprego, você não ficará desamparado.

5. Acompanhe o progresso de seus investimentos

Faça um acompanhamento periódico de suas aplicações, você precisa saber se eles estão avançando de acordo com suas expectativas.

Assim como a vida, o mercado também oscila, então é possível que mesmo tendo feito um ótimo plano de investimento, você precise fazer mudanças.

Sua situação financeira pode melhorar e você incrementar seu portfólio, o mercado pode favorecer determinados tipos de investimentos com aumento ou baixa das taxas de juros, com o passar dos anos você pode querer correr menos riscos e diminuir a porcentagem de investimentos mais agressivos.

Ou seja, o acompanhamento e as alterações pertinentes são a manutenção para que seu plano de investimento esteja sempre alinhado com suas expectativas.

Qual é o seu plano de investimento? Deixe aqui nos comentários. 

Filipe Teixeira

Filipe Teixeira é redator do portal EuQueroInvestir e também coordenador da área de Marketing do EuQueroInvestir.com e do EuQueroInvestir A.A.I assessores de investimentos.

As opiniões expostas neste artigo são baseadas na visão do autor e não necessariamente refletem o entendimento do Yubb.

O que você faria com o prêmio do Big Brother Brasil 18?

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prêmio bbb 18

Quinta-feira, 19 de abril: dia da final do Big Brother Brasil 18. Tem quem goste do programa e tem quem odeie, mas uma coisa é certa: o prêmio é incrível! O campeão do BBB 18 leva  R$ 1,5 milhão para casa! E você, o que faria com o prêmio BBB 18?

O Yubb esteve nas ruas para perguntar isso para as pessoas e a maioria respondeu que iria gastar esse dinheiro. Casas, apartamentos, carros, motos, dívidas, ajuda para parentes, viagens… O brasileiro pensa em gastar essa quantia.

O que a gente gostaria de te mostrar é que, se você investisse esse valor, dava para ganhar até R$ 100 mil por ano! Dependendo da aplicação, você poderia nunca mais precisar trabalhar e viver só dos rendimentos.

O que acha dessa ideia? Será que o pessoal das ruas gostou? Dá o play para o #YubbNaRua de hoje 😉

Gostou do vídeo? Não esqueça de se inscrever no canal do Yubb, ativar as notificações para não perder nada e deixar o seu comentário.

 

Agora você viu que investir o prêmio BBB 18 é a decisão mais inteligente? O que você faria se ganhasse R$ 1,5 milhão? Deixe aqui nos comentários =)

Conheça a história da Rico: da criação até a venda para a XP

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Qual é a história da Rico?

Se você é investidor, muito provavelmente já conhece a corretora Rico. Há anos ela é considerada a segunda maior corretora do Brasil e, no final 2016, foi comprada pela XP Investimentos – a maior do país. Isso teve grande repercussão na mídia, mas poucas pessoas conhecem a história da Rico.

Ela é uma corretora de valores que está no mercado desde 2011 e possui uma plataforma totalmente online que oferece diferentes produtos em renda fixa (pública e privada), fundos de investimento e renda variável (principalmente ações).

Hoje, a Rico tem mais de 260 mil clientes em todo Brasil. É muita gente, né? Mas como será que ela chegou até aqui? Qual é a história da Rico? A gente preparou um infográfico completo e exclusivo para você entender melhor. Depois de vê-lo, continue lendo o texto 😉

Qual é a história da Rico?

Link Investimentos

A história da Rico começa junto com a Link Investimentos. A Link era uma instituição financeira que foi criada em 1998. Aos poucos, ela foi ganhando espaço no mercado e se tornou a maior corretora da BM&F. O foco da Link sempre foram as pessoas jurídicas, as empresas. Mas, em 2008, iniciou um novo projeto: a criação do home broker da Link destinado a pessoas físicas – chamava-se Link Trade.

Cinco executivos foram os responsáveis pela criação desse home broker: Frederico Meinberg, Marcelo Mendonça de Barros, Monica Saccarelli, Norberto Giangrande e Ricardo da Costa Moraes Filho. Pode anotar esses nomes, eles são importantíssimos na história da Rico!

Dois anos depois, em 2010, veio a notícia! O banco UBS (maior banco da Suíça) decidiu apostar no mercado brasileiro e comprou a Link Investimentos. Pela bagatela de R$ 195 milhões, a Link Investimentos agora fazia parte do grupo UBS.

O que aconteceu foi que o banco UBS não se interessava pelo Link Trade. Os compradores não viam o varejo como uma boa estratégia e acabaram abrindo mão de toda a área de home broker da Link Investimentos.

Com dois anos de atuação, o Link Trade possuía uma base de 12 mil clientes. Não dava para jogar isso fora! Foi aí que os criadores do Link Trade (aqueles cinco que falamos ali em cima, lembra?) viram uma oportunidade: criar uma nova corretora de valores.

E a Rico nasceu!

Em 2011, Frederico Meinberg, Marcelo Mendonça de Barros, Monica Saccarelli, Norberto Giangrande e Ricardo da Costa Moraes Filho criaram a Rico corretora com uma estratégia voltada ao varejo com a base de 12 mil clientes que vieram do Link Trade e com 25 pessoas na equipe.

O foco era criar uma instituição financeira que fosse completamente online, disponibilizando uma plataforma de investimentos completa para pessoa física.

O começo não foi fácil! A Rico não era nada do que é hoje. O crescimento era lento já que buscavam diretamente o cliente final. Não tinha agente autônomo, nem mesmo muitas opções de produtos =(

No início, só eram oferecidos investimentos em renda variável, mais especificamente ações na bolsa de valores. Com o tempo, a corretora começou a oferecer fundos de investimento e também opções em renda fixa pública e privada. Um ano depois de sua criação, a Rico tinha 20 mil clientes. A empresa foi crescendo de tamanho e foi se consolidando no mercado.

A fusão que mudou tudo

Para os sócios-fundadores da Rico, de nada adiantava ter uma ótima plataforma online com diferentes produtos se não tivessem uma grande base de clientes. A corretora já vinha crescendo, mas o que fazia sentido na época era conseguir uma quantidade maior de investidores.

Em 2014, veio a fusão que mudou tudo. A corretora Rico anunciou a fusão com o home broker da Caixa Geral de Depósitos (CGD), chamado DirectaInvest. Isso significava que, juntos, eles detinham 90 mil clientes! Alcançou outro nível, concorda?

A ideia era unificar o atendimento aos clientes de ambas por meio da plataforma da Rico, enquanto o operacional ficava por conta da DirectaInvest. O objetivo foi consolidar o mercado de investimentos e isso foi atingido com sucesso! A partir desse momento, a Rico se tornou a segunda maior corretora do Brasil, ficando apenas atrás da XP Investimentos.

Época de ouro e compra pela XP

Depois da fusão, foi só alegria! A Rico ficou conhecida no Brasil inteiro, cada vez conquistava mais clientes e oferecia mais produtos. Sua plataforma também foi se adaptando e caiu no gosto dos brasileiros.

Um ponto muito interessante é que, entre 2014 e 2016, a Rico liderou por 17 meses consecutivos as aberturas de contas em Tesouro Direto. Isso significa que ela foi a corretora mais utilizada para investimentos em títulos públicos nesse período.

Lembra ali em cima que a gente disse que a Rico só “perdia” em tamanho para a XP Investimentos? Pois é! Depois de um longo período de análise, em dezembro de 2016, a XP comprou a corretora Rico.

Elas ainda são instituições diferentes que possuem base de clientes diferentes, mas, sim! A XP é dona da Rico! Juntas, elas são a maior corretora que existe hoje no Brasil. Incrível isso, né? De uma área de home broker com 12 mil clientes para a segunda maior corretora do país com 260 mil clientes. Isso que é história inspiradora! <3

 

Gostou de conhecer a história da Rico? Já tem uma conta lá ou vai abrir? Deixe a sua opinião e o seu comentário aqui embaixo =)

Como investir com robôs de investimento?

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como investir com robôs de investimento?

Os robôs estão na moda! A tecnologia chegou para ficar e isso não seria diferente no mundo dos investimentos. É claro que toda instituição financeira já usa a tecnologia em seu trabalho, mas existem especificamente os robôs de investimento. Quem são eles? Será que vale a pena?

Robôs de investimento são os robo-advisors. Eles são empresas (fintechs) que fazem o serviço de uma gestora de investimento. Com base no seu perfil e objetivo, eles montam um portfólio para você com a meta de alcançar a rentabilidade máxima.

Essas empresas costumam dizer que o robô veio para democratizar. Enquanto, antigamente, só os milionários conseguiam ter uma boa carteira de investimentos, hoje qualquer um consegue. É possível investir em robôs com a partir de R$ 100,00!

A ideia é otimizar o processo de forma que o investidor não perca tempo na hora de aplicar o dinheiro. Quem faz toda a gestão daquele valor e cuida de toda a burocracia é o robô! É uma maneira de automatizar os investimentos trazendo mais facilidade e rentabilidade.

No Brasil, existem quatro robôs de investimento: Magnetis, Monetus, Warren e Vérios. Os quatro estão disponíveis na busca do Yubb e a gente esteve com os fundadores para conversar mais sobre robôs de investimento. Vem ver!

Gostou do conteúdo? Para não perder mais nenhum vídeo, inscreva-se no canal do Yubb e ative as notificações do YouTube.

 

Entendeu o que são os robôs de investimento? Vai investir com eles? Deixe a sua opinião aqui nos comentários =)

Vale a pena investir em crédito privado?

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Crédito Privado

Você já deve ter ouvido falar que crédito privado pode ser a melhor saída quando os juros estão em baixa. E essa procura ocorre, muitas vezes, por conta da oportunidade de obter rentabilidade superior aos títulos públicos e alternativas mais conservadoras de investimentos.

Mas pouca gente sabe sobre crédito privado e o porquê este assunto é tão importante. Por isso, se você não sabe ou quer conhecer um pouco mais a fundo sobre estes títulos, vamos defini-los e contar sobre suas vantagens e desvantagens.

O que é crédito privado?

Crédito Privado nada mais é do que a representação de emissões e negociações de títulos entre você e empresas privadas que buscam investimentos para seu desenvolvimento.

Hoje, entre os mais tradicionais e utilizados, estão as debêntures, CRI e CRA (Certificado de Recebíveis Imobiliários e Certificado de Recebíveis do Agronegócio) e Fundos de investimentos como o FIDC.

Além disso, os títulos de Crédito Privado são mais arriscados pois não possuem a garantia de pagamento do governo (como nos títulos públicos) e nem do Fundo Garantidor de Créditos – FGC (como nos títulos de emissão bancária), ou seja, o investidor pode perder dinheiro caso alguma delas não consiga pagar suas dívidas.

E caso você nunca tenha ouvido falar ou saiba o que é o FGC, ele é basicamente um mecanismo de proteção criado pelos bancos para dar mais segurança aos seus investidores e assim atrair maior volume de dinheiro para eles. A garantia é de R$ 250 mil para cada instituição financeira que você possua investimentos.

Portanto, considerando todas essas informações, podemos afirmar que o Crédito Privado, por possuir taxas, muitas vezes, mais altas do que as oferecidas em bancos, torna-se mais atrativo ao público investidor.

Para saber mais, veja o infográfico abaixo e continue lendo o texto.

tipos de crédito privado

1. O que são Debêntures

Para entender um pouco melhor o que são debêntures, é importante saber que elas estão entre os títulos mais tradicionais do crédito privado, embora não sejam tão conhecidas quanto CDB, LCI e LCA.

Debênture é um título que visa o desenvolvimento de empresas privadas, não bancárias, que possuem como objetivo investir em seus negócios sem precisar recorrer a empréstimos de bancos, considerados caros em muitos casos.

Por isso, uma grande vantagem para as empresas é o fato de conseguirem empréstimos com um gasto (juro) menor e um prazo maior, gerando assim um custo mais eficiente para elas.

E existe mais de um tipo de debênture, sabia? Por isso, é muito importante que você as conheça também para fazer a melhor escolha:

  • Debênture simples: como a maior parte das aplicações financeiras, possui juros estipulados em prefixados, pós-fixados e até mesmo híbridos, e te paga em dinheiro direto na sua conta corrente.
  • Debênture conversível: empresa opta por pagar o investidor em ações e não em dinheiro. Como por exemplo: uma empresa deve a você, investidor, R$ 1.000, mas ao invés de restituí-lo desta forma integral, opta por pagar em 10 ações no valor de R$ 100,00 cada uma.

Uma das maiores vantagens das debêntures é ter a oportunidade de receber uma rentabilidade superior aos títulos públicos e outras aplicações de renda fixa mais comuns. Por isso, tantos investidores optam por esta opção de investimento quando as taxas de retorno da renda fixa estão em queda.

E uma grande dica de investimento isento de imposto é a debênture incentivada, onde empresas privadas necessitam do investimento para desenvolver seus projetos, sejam eles de infraestrutura, rodovias, geração de energia, saneamento básico, entre outros.

De toda forma, a debênture também pode ser considerada um investimento de risco e sabe como você pode avaliar se vale a pena ou não?

Primeiramente por de ratings, que são notas produzidas por algumas empresas de análises especializadas em riscos. Estas empresas de análises informam quais são as principais empresas e bancos que negociam títulos no mercado financeiro. Por meio de notas que partem de AAA (a melhor avaliada), até D (a mais arriscada), notificam se há grau de investimento com qualidade alta, média ou baixa. Assim, você pode investir de forma mais segura em empresas com avaliações vantajosas e não sair prejudicado, além de obter altos rendimentos.

2. O que são CRI e CRA?

Os Certificados de Recebíveis são investimentos de crédito privado no Brasil que têm como objetivo auxiliar empresas no desenvolvimento de seus projetos.

Conhecidos como Certificado de Recebíveis Imobiliários (CRI) e Certificado de Recebíveis de Agronegócio (CRA), estes investimentos não estão ligados diretamente às empresas e sim a um intermediário (conhecido como securitizadora) que repassará o valor investido a elas.

Possuem características bem parecidas com as debêntures incentivadas, uma vez que são isentos de IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) e IR (Imposto de Renda), além de oferecerem taxas de juros atrativas.

Mas, como todos os títulos de crédito privado, também possuem um risco de crédito elevado, o que, em outras palavras, significa que é preciso uma avaliação mais profunda sobre “para onde” ou “para quem” serão enviados os seus recursos, como também avaliar seu rendimento e o momento atual do mercado financeiro.

Assim como no caso das debêntures, os CRI’s e CRA’s também contam com a classificação das agências de risco, facilitando seu trabalho nesse aspecto.

3. Fundos de Investimentos: FIDC

O FIDC (Fundo de Investimento de Direitos Creditórios), como o próprio nome diz, é um fundo de investimento que busca seu retorno através de Direitos Creditórios. Direitos Creditórios são os valores que uma empresa tem a receber de cheques, duplicatas e outros títulos.

Para simplificar a compreensão dessa operação, imagine a seguinte situação: a empresa A vende seu produto para a empresa B no valor de R$ 500 mil, mas a empresa B só poderá pagar dentro de 30 dias o valor sobre o produto entregue. Portanto será gerada uma duplicata, como uma forma de garantia de que o valor será pago dentro daquele período.

Mas se a empresa A necessitar do valor desta venda naquele mesmo momento e não no prazo de 30 dias, poderá recorrer a um FIDC para conseguir antecipar o recebimento desse valor. Ou seja, no momento desta procura, a ideia da empresa A é realmente vender esta duplicata a investidores para que assim possa receber este valor à vista (antecipar o valor que receberia no futuro).

O processo que ocorre nesta situação é o seguinte: o investidor que assumir esta duplicata, disponibilizará o valor solicitado no mesmo momento cobrando uma taxa (de juros) por isso. Portanto ao invés de a empresa A receber o valor total de R$ 500 mil, receberia, por exemplo, R$ 450 mil no ato, antecipando o valor que têm a receber e abrindo mão assim de uma parcela de crédito que irá para o investidor (no exemplo, R$ 50 mil).

Ou seja, para a empresa A valeria muito mais receber R$ 450 mil à vista e com a certeza de que terá este valor podendo manter seu ciclo de investimento, do que correr o risco de não receber ou ficar um período sem capital de giro.

Por outro lado, o FIDC assume o risco e após 30 dias, poderá receber, ou não, da empresa B o valor de R$ 500 mil. E o interesse do FIDC está exatamente nesta diferença entre o que paga e o direito de crédito que adquire.

Uma de suas maiores vantagens é a alta rentabilidade e entre suas desvantagens está o fato de que, quanto maior o rendimento, maior o risco.

Aliás, uma informação importante sobre este fundo é saber que ele requer investimentos a partir de R$ 25 mil e tem como público investidores qualificados (pessoa física que possui aplicações financeiras acima de R$ 1 milhão), o que o torna inacessível para muitas pessoas.

Atenção: este tipo de investimento possui risco elevado e, se você está iniciando suas aplicações agora, deverá avaliar as classificações de riscos e rentabilidade deste tipo de investimento, para escolher a melhor forma de aplicar seus recursos.Este fundo deve ser visto como uma alternativa parcial de investimento, para diversificação de uma carteira mais completa.

 

Ficou alguma dúvida sobre investir em crédito privado? O que está esperando para investir em títulos agora? Deixe nos comentários aqui embaixo!  

Mais Retorno

Mais Retorno é uma fintech que tem como objetivo informar, ensinar e desmistificar o mundo dos investimentos e finanças pessoais para investidores de todos os níveis, com isenção e uma linguagem divertida, interessante, prática e acessível.

As opiniões expostas neste artigo são baseadas na visão do autor e não necessariamente refletem o entendimento do Yubb.

Vale a pena abrir conta na ModalMais?

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ModalMais vale a pena?

Você já ouviu falar no Banco Modal? É uma instituição financeira muito tradicional no Brasil e que oferece seus investimentos por meio da ModalMais, que é uma corretora de valores moderna e totalmente online.

A ModalMais está cada vez mais ganhando o seu espaço no mundo dos investimentos por oferecer aplicações diferenciadas ao cliente. Mas será que é uma boa ideia abrir uma conta nessa instituição? Vale mesmo a pena?

Atualmente, a maioria das corretoras possui um serviço online onde é possível abrir uma conta com poucos cliques. Como funciona a ModalMais? É preciso enviar documentos? Quando tempo demora a aprovação para começar a investir?

O Yubb também tinha essa dúvida então resolvemos fazer um teste. Quanto tempo demora para abrir conta na ModalMais? O #YubbResenha de hoje é esse! Vem ver o resultado 😉

Como você assistiu, o processo de abertura de contas é muito simples e rápido. Tudo é feito digitalmente e sem dor de cabeça

O que achou do vídeo? Esperamos que tenha gostado! Inscreva-se no canal do Yubb e ative as notificações do YouTube para não perder nenhuma novidade.

 

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