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Quem pode ser dono de banco?

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quem pode ser dono de banco?

Existem diversas instituições financeiras no Brasil e cada uma tem a sua história. Seja grande ou pequeno, ser dono de banco é muito importante em qualquer lugar do mundo. Mas quem pode ser dono de um banco?

Em regra geral, qualquer pessoa pode ser dona de um banco. Basta que essa pessoa física seja natural do Brasil. Uma pessoa estrangeira só pode ser dona com uma autorização presidencial, o decreto presidencial.

Outro banco também pode ser dono de um banco. Isso já aconteceu algumas vezes no Brasil: é chamado de “fusão”. Além disso, uma empresa também pode ser dona de um banco, mas vale lembrar que as responsabilidades sempre caem sobre uma pessoa física e, dificilmente, uma jurídica.

Para falar sobre isso, procuramos uma pessoa que entende tudo sobre o assunto. A gente conversou com o Cristiano Malucelli, presidente do Paraná Banco, e gravou tudo para você. Confira o vídeo:

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Você gostaria de ser dono de banco? Deixe a sua opinião aqui nos comentários =)

3 maneiras de aplicar em títulos públicos, o investimento mais seguro do Brasil

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como investir em títulos públicos

Contra fatos não há argumentos: os títulos públicos são o destino mais seguro para o seu dinheiro. Emitidos pelo Tesouro Nacional, os títulos são como empréstimos que você faz ao Governo. Após determinado período, você recebe juros (rendimento) sobre o valor que aplicou.

A segurança máxima se dá pelo fato de que o Governo Federal é a instituição com menor risco de crédito no país. Em comparação com as instituições financeiras, o Tesouro Nacional tem menor chance de dar um “calote” nos investidores pois, no limite, pode emitir moeda para pagar a dívida. É o chamado risco soberano.

Títulos públicos têm a cobertura do FGC?

Os títulos públicos não têm a cobertura do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), mas isso não é um problema.

O FGC existe para proteger investidores do risco de crédito das instituições financeiras, que, como vimos acima, é maior que o do Tesouro Nacional. Por esse motivo, os títulos públicos são considerados mais seguros que qualquer investimento coberto pelo FGC.

Aliás, o FGC é um Fundo que recebe contribuições de todas as instituições financeiras. Já parou para pensar onde o dinheiro deste fundo fica aplicado? Ponto para quem respondeu títulos públicos!

Boa parte dos recursos dos bancos também está aplicada em títulos públicos, basta consultar os balanços trimestrais e conferir.

Isso significa que, mesmo com a frágil situação política e econômica do país, até o Governo Federal dar um calote em seus credores, muitos bancos provavelmente já teriam quebrado primeiro.

Então, se você quer fazer como o FGC e os bancos e investir seu dinheiro no ativo financeiro com menor risco de crédito do país, como fazer? Selecionamos três maneiras fáceis e seguras para você investir em títulos públicos. Dê uma olhada no infográfico e depois continue lendo o post!

Como investir nos títulos públicos

1. Tesouro Direto

O Tesouro Direto é o programa oficial do Tesouro Nacional em parceria com a B3 (antiga BM&F Bovespa) para a distribuição de títulos públicos a pessoas físicas.

Há três categorias de títulos disponíveis para investimento: pós-fixados, que rendem de acordo com a taxa Selic; indexados à inflação, que rendem a uma taxa fixa mais a correção pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA); e prefixados, que rendem a uma taxa de juros definida no momento da aplicação.

Embora os títulos do Tesouro Direto sejam aplicações de renda fixa, os indexados à inflação e prefixados têm características que semelhantes a investimentos de renda variável. Antes do vencimento, há oscilação nos preços de mercado do título. Se você resgatar antecipadamente, pode obter rendimento maior (ou menor) que o previsto.

Para investir em títulos públicos via Tesouro Direto, basta ter conta em um agente de custódia, que nada mais é que uma corretora. Ela precisa ser cadastrada junto ao Tesouro Direto para intermediar a compra e venda de títulos públicos. Saiba como investir no Tesouro Direto neste tutorial.

Vantagem: O custo é baixo (taxa de custódia de 0,30% ao ano) e o investimento fica registrado em seu nome e CPF, o que não ocorre em nos fundos, por exemplo.

Desvantagem: Investir no Tesouro Direto por conta própria pode ser um pouco confuso no começo, e a aplicação está disponível apenas para CPFs (empresas não podem investir).

2. Robôs de investimento

Os robôs de investimento são fintechs que oferecem um serviço completo para você aplicar seu dinheiro de forma diversificada. Geralmente, os títulos públicos estão incluídos no mix de investimentos dos robôs.

Investindo com a Vérios, por exemplo, você ganha uma carteira diversificada com todos os três tipos de títulos públicos. A aplicação é feita via Tesouro Direto, mas você não precisa fazer o trabalho duro sozinho: os algoritmos da empresa definem quanto aplicar em cada título de acordo com o seu perfil e tolerância a risco e o robô faz todas as aplicações por você.

Vantagem: É uma forma ainda mais fácil de ter acesso a títulos públicos e garantir uma carteira diversificada de investimentos. Ótima opção para quem não tem tempo ou vontade de gerenciar os investimentos por conta própria.

Desvantagem: Se você gosta de botar a mão na massa e decidir onde investir cada centavo, os robôs não serão úteis, pois eles seguem uma estratégia própria, baseada em estudos matemáticos.

3. Fundos de investimento

Existem fundos de investimento para todos os gostos. Em comum, os títulos públicos, que aparecem na composição da maior parte dos fundos, sendo um dos “ingredientes” favoritos dos gestores para minimizar os riscos do fundo. Mesmo fundos de ações costumam ter uma pequena parcela de títulos públicos!

Para saber se o fundo investe em títulos públicos e em que proporção, consulte documentos como o regulamento ou a lâmina de informações essenciais.

Vantagem: Investir em fundos é simples, ainda mais se for pelo banco onde você já tem conta corrente. Muitos fundos de renda fixa permitem que resgates caiam em sua conta no mesmo dia, uma mão na roda para investir sua reserva de emergência.

Desvantagem: É muito comum bancos oferecerem fundos que investem exclusivamente em títulos públicos e, para isso, cobram taxa de administração de 2%, 3% ao ano ou ainda maior. Fique atento! O custo alto significa menor rentabilidade.

Então, qual é a opção que você escolheu para investir em títulos públicos? Comente aqui embaixo!

Isabella Paschuini

Responsável pela comunicação e conteúdos na Vérios, Isabella é jornalista formada pela UERJ com MBA em Marketing pela FGV.

As opiniões expostas neste artigo são baseadas na visão do autor e não necessariamente refletem o entendimento do Yubb.

Renda fixa ou fundo de investimento: qual é a diferença?

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renda fixa ou fundo de investimento?

Os investimentos são divididos em três grandes grupos: renda fixa, renda variável e fundos de investimento. Cada um tem a sua característica e é indicado para um tipo de investidor. Na hora de escolher, qual é o melhor: renda fixa ou fundo de investimento? E, mais ainda, qual é a diferença entre os dois?

Ao aplicar seu dinheiro em renda fixa, o investidor está emprestando aquela quantia para uma instituição financeira (produtos privados) ou para o governo (títulos públicos). Em troca desse empréstimo, ele recebe uma remuneração que é o rendimento. Ou seja, você sabe qual será a rentabilidade e o prazo do investimento logo no primeiro momento.

Já nos fundos, a situação é outra. É um “investimento coletivo” em que os investidores compram cotas e recebem o rendimento de acordo com a política daquele fundo. O seu dinheiro vai para onde a equipe do fundo decido e isso significa que você não sabe qual será a rentabilidade.

Como a renda fixa é garantida pelo Tesouro Nacional ou pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC), o importante é analisar o emissor, a rentabilidade e o prazo. No caso dos fundos, é bom analisar o gestor do fundo, o histórico de rentabilidade, as taxas cobradas e ver se aquele fundo é adequado para o seu perfil.

A gente esteve na distribuidora Órama, no Rio de Janeiro, para conversar sobre o assunto com Sandra Blanco, consultora de investimentos. Quer ver tudo que ela explicou? É só dar play!

O vídeo ficou muito legal, né? Não se esqueça de compartilhar com os seus amigos, se inscrever no canal do Yubb e ativar as notificações do YouTube para não perder nada!

 

E aí, vai investir em renda fixa ou fundo de investimento? Deixe aqui embaixo nos comentários =)

Como alcançar independência financeira

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Ah, a tão sonhada independência financeira! Contas pagas, saldo azul, viagens, compras… Enfim, vida tranquila! Mas será que é possível alcançar esse grau de plenitude? Com um pouco de dedicação, disciplina e sacrifícios, sim! Quer saber como? Vem com a gente.

Muitas pessoas dizem que ser independente financeiramente é não precisar mais trabalhar. Ou seja, viver somente do que os seus investimentos pagam. Quando os rendimentos de seus investimentos (desde aluguéis até ações na bolsa) ultrapassam o seu salário e você já tem uma boa quantia na conta para parar de trabalhar, isso é ser totalmente independente.

No entanto, aqui neste post do blog do Yubb, vamos tratar o assunto de uma forma um pouquinho diferente. Por mais que o conceito seja esse, você não consegue chegar nisso do nada, né? Tudo precisa começar de algum lugar!

Ao ler outros conteúdos sobre o assunto, você pode ter pensado: “Eu não consigo nem economizar R$ 1,00 no mês. Como vou viver só de rendimentos?” e é isso que vamos desmistificar hoje.

Se você está com a conta no vermelho ou se não vê nenhuma esperança, calma! Ainda há tempo de alcançar a sua independência financeira. A gente separou 5 passos para você seguir e ter uma vida financeira mais tranquila.

Ao final desses 5 passos, se você praticá-los todos os meses durante toda a sua vida, você estará muito mais perto de alcançar a independência que parecia tão impossível. Quer saber como começar? Dê uma olhadinha no infográfico e continue lendo o post.

como alcançar independência financeira

1. Organize os gastos

O primeiro passo é visualizar. Muitas pessoas ficam perdidas no meio de boletos, contas, extratos, transferências e não conseguem visualizar em que pé está a sua vida financeira. Cuidado! De “estar desorganizado” para “estar endividado” é uma linha muito tênue. Então chegou a hora de mudar isso, né?

Organizar todos os seus gastos pode parecer uma coisa muito complicada, mas tudo é questão de hábito. Se você começar a fazer isso todos os meses, se torna automático e você percebe que é muito mais fácil do que imagina.

Mas como organizar? Vale tudo! Caderno, folha sulfite, planilha de Excel, aplicativo no celular… Veja como prefere! Basta escrever quanto você recebe por mês, desde rendas fixas (salário, por exemplo) até rendas variáveis (freelancers, por exemplo), e quanto você gasta por mês. Sim, anote TODAS as suas despesas! Quanto gastou com alimentação, lazer, presentes, transporte… Tudo mesmo.

Depois de fazer isso durante alguns meses, você terá uma vida financeira muito mais organizada e, consequentemente, mais tranquila.

2. Economize dinheiro

Para alcançar a independência financeira, é preciso ter dinheiro “de sobra”. Então, depois da organização, vem a economia. Agora que você já sabe para onde está indo o seu dinheiro, fica muito mais fácil saber onde economizar.

Um exemplo: se você percebeu que grande parte do seu salário vai para alimentação, o que acha de cortar alguns dias de almoço fora de casa? Levar marmita para o trabalho pode reduzir o custo. Se você notou que está gastando muito com gasolina, já pensou em ter uma bicicleta? É outra maneira de reduzir custos. Fazendo essas análises, fica mais simples separar o que é essencial do que é supérfluo e ter uma vida mais regrada.

Spoiler: você vai perceber que gasta muito dinheiro com besteiras! Hehe. E isso vai fazer com que você pense muito antes de comprar. O que isso significa? Cada vez mais economia!

3. Descubra o seu perfil investidor

Investir o dinheiro que você economizou é o passo mais importante de todos para alcançar a sua independência financeira. Afinal, você precisa desses rendimentos extras para ter uma vida mais tranquila. Mas, antes disso, é necessário definir qual é o seu perfil investidor. No geral, existem três tipos:

 

  • Conservador: o mais importante é preservar o dinheiro. Investimentos de alto risco não combinam com esse investidor, ou seja, quanto mais seguro, melhor!
  • Moderado: esse está no meio termo; não é tão conservador, mas também não chega a ser agressivo.
  • Arrojado ou agressivo: o objetivo dessa pessoa é sempre obter a maior rentabilidade. Não se importa de assumir riscos mais altos!

 

Qual perfil mais se encaixa com você? É importante ter isso bem definido antes de escolher onde colocar o seu dinheiro.

No mundo dos investimentos, tudo depende de caso para caso. Se você for um investidor agressivo, por exemplo, e colocar o seu dinheiro em investimentos conservadores, com certeza não vai obter os resultados que deseja. Isso vai te deixar infeliz e você não vai ter uma vida financeira tranquila. Quando tudo está “encaixado”, é muito mais fácil relaxar.

4. Invista

Você já conseguiu economizar um pouquinho de dinheiro e já sabe qual é o seu perfil investidor. Agora chegou a parte mais importante de todas: invista! Existem investimentos a partir de R$ 1,00! Ou seja, não tem desculpa para não investir.

Em primeiro lugar, você precisa entrar no Yubb e procurar os investimentos que fazem sentido para o seu perfil investidor e para o seu objetivo financeiro. Quando tiver escolhido, abra uma conta na instituição financeira escolhida.

Abrir uma conta em uma corretora de valores ou em uma financeira é um processo 100% digital e que não cobra nenhuma taxa. Ou seja, dá para ter contas em diferentes instituições para sempre aproveitar as oportunidades do mercado =)

Depois disso, basta transferir o dinheiro da sua conta corrente para a sua conta de investimentos e começar a investir. Quer mais dicas sobre como começar a investir? Clique aqui.

Dica: comece com investimentos mais simples como Tesouro Direto ou renda fixa privada (CDB, RDB, LCI, etc) para sentir como funciona esse mundo. Quando você tiver mais experiência, comece a se aventurar em fundos, ações, robôs e muitas outras opções.

Um ponto muito importante é sempre ter o seu portfólio de investimentos diversificado. Isso significa “não colocar todos os ovos em uma mesma cesta”. Uma parte do dinheiro em Tesouro, outra parte em fundos, um pouquinho em ações… Dá para “brincar” com a sua carteira para ter uma rentabilidade maior.

5. Tenha disciplina

Não relaxe! Não pare de investir! Seja dedicado! Tenha disciplina! Pode parecer que a gente está brigando com você, mas o ponto é que você nunca pode parar de seguir os 4 passos a acima. É claro que, depois de alguns meses de hábito, fica muito mais fácil continuar seguindo os passos.

Mas, principalmente no início, não dá para deslizar. Se o primeiro mês não deu para economizar nada, não desanime! Continue fazendo isso no segundo, terceiro, quarto, quinto, sexto mês… Algumas vezes pode dar vontade de desistir, mas a paciência é um fator importantíssimo na hora de alcançar a sua independência.

O mesmo vale para o lado positivo. Se você conseguiu economizar bastante dinheiro e está tendo uma vida super tranquila, não relaxe, hein! Dinheiro é algo muito volátil e o seu trabalho de meses pode ser perdido em uma única compra por impulso.

 

Seguindo esses 5 passos todos os meses, procurando novos investimentos pelo Yubb, conhecendo novas oportunidades e tendo essa consciência na hora de comprar, pode ter certeza que a independência financeira vai estar mais próxima do que nunca.

Entendeu os passos para alcançar a tão sonhada independência financeira? Se tiver alguma dúvida ou sugestão, é só deixar um comentário aqui embaixo =)

Como atingir a riqueza pessoal

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riqueza pessoal

“Ser rico” é o desejo de muitas pessoas. Ter dinheiro para parar de trabalhar, fazer o que quiser na hora que quiser pode parecer sinônimo de felicidade e plenitude. Mas esse pensamento vai muito além do dinheiro. Mas como alcançar essa riqueza pessoal?

Esse conceito é mais simples do que você imagina. É o fato de alguém ser rico em todas as partes de sua vida e rico significa realizado. É importante entender que só o dinheiro não é responsável por deixar alguém rico.

Existem muitas pessoas que são ricas em patrimônio, mas não tem nenhuma liberdade e passam por momentos que o dinheiro até chega a ser um problema. Por isso é bacana saber essas ideias mais filosóficas sobre riqueza pessoal.

Uma pessoa rica é uma pessoa que é realizada nos seguintes recursos: dinheiro, saúde, educação, tempo e inteligência emocional. Se você tem muito dinheiro, mas não tem nenhuma saúde, nada funciona. Se você tem muito tempo livre, mas não tem nenhum dinheiro, também não é interessante. O equilíbrio é o ponto-chave.

A gente esteve com Luiz Fernando Roxo para falar sobre o assunto. Além de ele ser do Zeneconomics, também tem um programa chamado Riqueza Pessoal na TV Infomoney. Quer ficar rico em todas as áreas da vida? PLAY!

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Entendeu o que é riqueza pessoal? Se tiver alguma dúvida ou comentário, é só deixar aqui embaixo =)

Quanto tempo demora para abrir conta na XP Investimentos?

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XP Investimentos

Você, com certeza já ouviu falar na XP Investimentos. Esse é o nome da maior corretora do país. Grande parte da empresa é do banco Itaú Unibanco, a maior instituição financeira do Brasil, e a XP ainda detém a Rico, a segunda maior corretora.

Resumindo: é uma empresa MUITO importante para a economia e para o mundo dos investimentos. Para saber um pouco mais sobre a sua história, clique aqui.

Mas como será que funciona uma abertura de conta na XP Investimentos? Todo o processo acontece digitalmente, mas será que é rápido? Ou demora alguns dias? Quais documentos são necessários? Quais dados você precisa enviar?

Nós, aqui do Yubb, também tínhamos essa dúvida. Por isso, o #YubbResenha de hoje vai testar a maior corretora do país e mostrar tudo para você. Dá o play! 😉

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E agora? Vai abrir uma conta na XP Investimentos? Ficou com alguma dúvida ou quer fazer um comentário? Deixe aqui embaixo =)

Temos 4 mil inscritos no Youtube! Mas e agora?

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4 mil inscritos

Nós, equipe do Yubb, estamos muito felizes com essa novidade: temos 4 mil inscritos em nosso canal do YouTube! São 4 mil Yubbers assistindo os nossos vídeos, compartilhando com os amigos, fazendo comentários… É uma grande troca de conhecimento.

Já visitamos diversas instituições financeiras, recebemos convidados, falamos com especialistas, simplificamos vários termos de investimento, andamos de bicicleta, carro, ônibus, avião… São muitos vídeos legais!

Para que o nosso conteúdo fique ainda melhor, precisamos da sua ajuda. Qual tipo de vídeo você gosta de assistir? Quais temas gostaria que abordássemos? O formato que temos hoje te agrada? Ou preferia de outra forma?

Fizemos um vídeo especial para pedir a sua ajuda! Dá uma olhadinha =)

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Você faz parte dos nossos 4 mil inscritos? Obrigado por tudo =)

Rendimento Tesouro Direto: quanto você vai ganhar com os títulos públicos?

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Aposto que você já ouviu falar em Tesouro Direto! Esse tipo de investimento está na boca do povo por ser muito simples e rentável. Mas qual é o rendimento Tesouro Direto? É isso que vamos te explicar hoje.

Para sermos mais exatos, o Tesouro Direto não é um tipo de investimento e sim um programa. Ele foi criado pelo Tesouro Nacional em 2002 em parceria com a BM&F Bovespa. É uma maneira que o governo criou para captar recursos para si mesmo por meio de investidores brasileiros pessoas físicas.

Assim como outros investimentos em renda fixa, o rendimento do Tesouro Direto não é uma fórmula pronta. Na poupança, por exemplo, você tem uma regra que define a sua rentabilidade. No Tesouro Direto, não.

Tudo depende do tipo do título que você vai investir, do prazo de vencimento e de como está a economia naquele dia. Parece difícil, mas a gente vai te explicar melhor =) É só dar uma olhadinha no infográfico abaixo e continuar lendo o texto.

rendimento Tesouro Direto

Para quem é indicado?

Sendo um investimento muito simples, o Tesouro Direto pode ser indicado para diferentes tipos de investidor. Como é um título em renda fixa e que possui a garantia do Tesouro Nacional, é uma aplicação muito segura. Tem gente que considera o Tesouro Direto como o investimento mais seguro do Brasil!

Por esse motivo, é uma ótima opção para quem quer começar a investir. Está com dinheiro na poupança e o rendimento é mínimo? Dê um passinho a mais e caia no Tesouro Direto. É só abrir conta em uma corretora, escolher um título que te interesse e comprá-lo. Para saber mais sobre o passo a passo, clique aqui.

Segurança = menos risco = investidor conservador. A maioria dos investidores conservadores gosta de investir no Tesouro Direto porque ele tem uma boa rentabilidade e a garantia do governo.

Mas existem investidores arrojados que também compram títulos públicos, acredita? Isso acontece porque eles precisam diversificar o seu portfólio. Não dá para colocar 100% do dinheiro em investimentos arriscados! Por mais que essas pessoas coloquem a maior parte do seu dinheiro em renda variável ou fundos, uma parte menor também precisa ir para renda fixa e, nisso, o Tesouro Direto é uma ótima opção.

Rendimento Tesouro Direto: diferentes títulos, diferentes rentabilidades

Sim, existem diferentes tipos de títulos públicos! Não é só investir no Tesouro Direto, você precisa escolher em qual título vai investir. São cinco opções disponíveis e cada uma delas tem um cálculo de rentabilidade diferente.

Para ficar mais fácil de você entender, neste tópico a gente vai usar valores REAIS dos títulos públicos no dia que em que esse texto foi publicado (27/03/2018). Os valores mudam todos os dias, mas é legal exemplificar com o que já existe =) Para ver os preços de hoje, clique aqui.

Confira:

Tesouro IPCA+: é um investimento pós-fixado (indexado a um indicador). Nesse caso, o rendimento está indexado ao IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), ou seja, à inflação oficial do governo brasileiro. Isso significa que você vai receber a taxa definida + a variação do IPCA do período. Hoje, por exemplo, a taxa para um título IPCA+ com vencimento em 2035 é 5,13% ao ano + o valor do IPCA. Você até tem uma noção de quanto vai receber ao final do período, mas não tem certeza porque não sabe como vai estar a inflação até lá. Dica: é uma boa opção para investimentos de longo prazo já você nunca vai perder o seu poder de compra, a taxa de rendimento estará sempre acima da inflação.

Tesouro IPCA+ com juros semestrais: segue o mesmo princípio do Tesouro IPCA+, mas, ao invés de você receber todo o rendimento no prazo de vencimento, você receberá em parcelas de seis em seis meses.

Tesouro Prefixado: neste título, você sabe exatamente quanto vai receber no final do investimento. Por isso é chamado de “prefixado”, porque o rendimento está predeterminado assim que você decide investir. Um título prefixado com vencimento em 2021 tem uma taxa de 7,94% ao ano. Isso significa que é exatamente isso que você vai ganhar (ou seja, 7,92% ao ano até o vencimento)! Sem nenhuma alteração na taxa de acordo com o tempo.

Tesouro Prefixado com juros semestrais: segue o mesmo princípio do Tesouro Prefixado, mas, ao invés de você receber todo o rendimento no prazo de vencimento, você receberá em parcelas de seis em seis meses.

Tesouro Selic: é um investimento pós-fixado (indexado a um indicador). Nesse caso, o rendimento está indexado à Selic (a famosa taxa Selic), ou seja, à taxa básica de juros. Isso significa que você vai receber a taxa definida + a variação da Selic do dia. Hoje, por exemplo, um título Tesouro Selic com vencimento em 2023 rende 0,01% ao ano + a Selic, que está atualmente 6,5% ao ano.

Outro ponto que influencia a rentabilidade é o prazo de vencimento. Na maioria dos casos, quanto maior o prazo de vencimento, maior o rendimento (em todos os títulos, ok?). Um título do Tesouro Prefixado 2021 rende 7,94% ao ano enquanto um Tesouro Prefixado 2025 rende 9,38%. Um título do Tesouro IPCA 2024 rende 4,34% enquanto Tesouro IPCA 2035 rende 5,13% (lembrando que todos os valores foram consultados em 27 de março de 2018 e mudam diariamente!). Ou seja, vale a pena deixar o dinheiro investido por mais tempo para conseguir uma taxa maior 😉

A liquidez do Tesouro Direto

Muita gente não sai da poupança por causa da liquidez. Ter a possibilidade de resgatar o seu dinheiro a qualquer momento é muito bom, né? Mas existem outros investimentos que também possuem essa liquidez diária. Fizemos um post muito legal sobre esse assunto, dá uma olhada!

Um desses investimentos é o Tesouro Direto. “Nossa, que incrível! Posso tirar o meu dinheiro a qualquer momento!”. Sim, você pode! Mas tenha muito cuidado com a “pegadinha” da liquidez do Tesouro Direto, ok? Vamos te explicar como funciona.

Agora que você já entendeu como é calculada a rentabilidade do Tesouro Direto, é importante dizer que os valores e taxas dos títulos são alterados todos os dias. Isso significa que hoje você pode comprar um título por um valor e amanhã vendê-lo por outro.

É aí que mora o perigo! Se você decidir resgatar o dinheiro antes do prazo de vencimento, corre o risco de ganhar menos do que ficou acordado no início. O Tesouro Nacional vai “recomprar” o seu investimento pelo valor que ele estiver no dia e não pelo valor que foi combinado.

Por isso, tome cuidado! Você pode acabar perdendo dinheiro sem querer. É sempre importante se organizar para tirar o dinheiro só no prazo de vencimento e não correr nenhum risco. Dica: o Tesouro SELIC é o único título do Tesouro Direto em que essa “regra” não se aplica. Se não quiser correr esse risco de jeito nenhum, invista nele 😉

 

Entendeu como funciona o cálculo da rentabilidade do Tesouro Direto? Vai começar a investir nos títulos públicos? Deixe a sua dúvida ou comentário aqui embaixo =)

Bitcoin: o que é e como investir?

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Nos últimos meses, o Bitcoin tem aparecido cada vez mais na mídia, fazendo com que muitas pessoas tivessem curiosidade em aprender sobre isso.

Inevitavelmente, a maioria das notícias acaba sendo muito superficial nas explicações e focadas muito mais em enfatizar os riscos envolvidos ao operar essa criptomoeda.

Neste artigo, falarei sobre as principais características do Bitcoin, bem como suas vantagens e riscos, para que você possa decidir por conta própria se deve investir nesse ativo.

Antes de continuar lendo o texto, dê uma olhada nesse infográfico =)

Bitcoin

Como surgiu o bitcoin?

O Bitcoin é considerado uma criptomoeda, ou seja, uma moeda protegida por criptografia.O projeto foi divulgado pela primeira vez em 2008, em um paper escrito por Satoshi Nakamoto, que é o suposto criador do Bitcoin, mas que ninguém conhece.

Acredita-se que esse pseudônimo pode ser também a representação de um grupo de programadores que se juntaram para o projeto e quiseram manter o anonimato.

Em 2009, a blockchain começou a funcionar, sendo que a primeira transação foi feita de Satoshi Nakamoto para Hal Finney, em 12 de janeiro de 2009.

A blockchain é a principal tecnologia por trás do Bitcoin, pois é nela que se torna possível os envios da moeda.

Ela é semelhante a um livro contábil, no qual ficam registradas todas as transações feitas com Bitcoin, desde o início de sua história.

Essas transações são totalmente abertas ao público. Você pode verificar isso neste site: https://blockchain.info/pt

O primeiro uso real do Bitcoin como moeda ocorreu em 22 de maio de 2010, quando um programador ofereceu pagar 10 mil Bitcoins por 2 pizzas grandes, valor que na época era cerca de US$ 40,00.

Com o Bitcoin hoje valendo cerca de US$ 10 mil, o preço dessas duas pizzas teria sido de US$ 100 milhões!

Principais características do bitcoin

1) Rede descentralizada

Por meio da blockchain, é possível enviar Bitcoins para qualquer lugar do mundo, sem precisar da intermediação de nenhuma empresa ou instituição.

Pelo seu computador ou smartphone, você pode enviar dinheiro do Brasil para o Japão, sem depender do banco.

2) Alta velocidade

Quando fazemos transferências bancárias dentro do próprio país, as transações costumam ser instantâneas.

E para enviar para o exterior? É uma grande burocracia!

Você precisa preencher documentos específicos, pedem códigos de IBAN, SWIFT, etc. que dá muita dor de cabeça.

Depois de feito todo o procedimento burocrático, o valor demora alguns dias (ou até semanas) para chegar a seu destino.

Com o Bitcoin, você consegue enviar para o exterior em questão de horas (ou até minutos).

3) Custos mais baixos

No início, o Bitcoin conseguia realizar transações muito rápidas e com custos praticamente irrelevantes.

Conforme tem crescido sua adoção, as transações têm congestionado a blockchain e feito com que os custos tenham aumentado muito para quem quer uma transação com maior velocidade.

Ainda é possível pagar centavos pelas transações com Bitcoin, mas isso pode comprometer um pouco a velocidade da sua transação.

4) Funcionamento 24 horas

Ao contrário de bancos e empresas em geral, a blockchain funciona 24 horas por dia, todos os dias da semana.

Se você quiser enviar recursos às 22h no dia de Natal, conseguirá enviar da mesma maneira que nos horários comerciais.

5) Transações irreversíveis

Uma vez realizada e confirmada a sua transação, ela não poderá mais ser desfeita.

Por um lado, isso traz muita credibilidade ao receber um pagamento.

Por outro, você precisa ter muito mais atenção ao lidar com seu dinheiro, pois não terá a quem recorrer caso transfira algum valor errado ou para um endereço errado.

6) Anonimato parcial

Quando você realiza transações via Bitcoin, os agentes participantes da transação são identificados somente pelo endereço público de onde estão enviando as moedas.

Não é necessário informar nome, RG, CPF ou qualquer outro dado.

Isso é considerado um anonimato apenas parcial, pois, se a pessoa sabe que está negociando com você, também fica sabendo que aquele endereço é seu.

A lógica é semelhante a utilizar um nickname em um fórum. Você tem aquele nome que representa sua pessoa, mas a maioria não sabe quem é você de verdade.

7) Escassez

As moedas que conhecemos, como real, dólar, euro, entre outras, podem ser infinitas, pois o Governo pode emitir mais moeda quando quiser.

O Bitcoin, por sua vez, tem um limite de unidades que existirão.

Desde sua criação, já estava em suas regras que no ano de 2140, haverá exatamente 21 milhões de Bitcoins.

Hoje, existem pouco menos de 17 milhões de unidades (você pode consultar aqui: https://coinmarketcap.com/currencies/bitcoin/).

8) Divisibilidade

Muitos pensam que nunca conseguirão investir em Bitcoin, pois o preço dele está muito alto (na casa dos 30 e poucos mil reais).

Porém, assim como as outras moedas, o Bitcoin também é divisível, mas na verdade ele tem 8 casas após a vírgula.

Portanto, você poderia comprar 0,00000001 Bitcoin (ou 1 satoshi, como é chamado o “centavo” do Bitcoin), que seria bem menos de 1 centavo de real aos preços de hoje.

9) Mineração

Novos Bitcoins são gerados pelo processo de mineração.

Minerar, na prática, significa resolver problemas matemáticos bastante complexos, que somente computadores com superprocessamento são capazes de fazer, com o objetivo de validar as transações realizadas na blockchain.

Quando algum computador consegue resolver o problema, ele envia a resposta para a blockchain, para que os outros computadores tirem a prova de que aquilo está correto.

Se houver a concordância, significa que a transação realizada foi confirmada e o minerador recebe Bitcoins (ou satoshis) como recompensa.

10) Livre mercado

O preço do Bitcoin varia de acordo com o mercado.Como não existe nenhuma instituição por trás, não há como manipular ou represar preços forçadamente e podem existir (e realmente existem) grandes players do mercado que movimentam quantidades enormes de Bitcoins a seu bel prazer.

No entanto, mesmo eles têm uma quantidade finita de dinheiro e não podem manipular o mercado sozinhos por tanto tempo.

Por esse motivo, os preços inevitavelmente seguem seu rumo de acordo com a demanda do mercado.

Principais riscos do bitcoin

1) Risco de mercado

O risco de mercado tem relação com o preço de um ativo.

No caso do Bitcoin, como dito logo acima, o preço se movimenta livremente, podendo ter oscilações muito bruscas.

Para se ter uma ideia, o preço em 2017 variou de US$ 1.000,00 a US$ 19.000,00, ou seja, chegou a multiplicar por 19 vezes dentro de um único ano.

E agora está em cerca de US$ 10.000,00, o que representa uma queda de quase 50%.

Sem contar que chegou a voltar aos patamares de cerca de US$ 6.000,00 também neste ano de 2018, o que seria uma queda de quase 70% em relação ao valor de US$ 19.000,00.

Isso significa que, se você comprar o ativo muito sobrevalorizado, corre o risco de ter grandes prejuízos no curto prazo.

No entanto, se você a tecnologia e o futuro do Bitcoin forem de sucesso, os preços atuais deixarão saudades.

2) Risco de não adoção

Para uma moeda ter sucesso, é necessário um grande fator, que se chama adoção.

Aproveito aqui para dizer que o Bitcoin não tem lastro em nada (e muitos usam esse argumento como motivo para não comprar).

Porém, a verdade é que NENHUMA moeda atualmente tem lastro.

O padrão ouro extinguiu-se já há bastante tempo e, hoje, nem mesmo o dólar é lastreado em ouro.

As moedas estatais são utilizadas simplesmente pelo fato da adoção. Ou, melhor dizendo, da imposição dos Governos.

E, como o Bitcoin não tem nenhum Governo para impor seu uso, pode acontecer de nunca vir a ser adotado em massa.

No entanto, vale a pena dizer que é uma moeda com grande crescimento em adesão nos últimos anos, embora ainda longe de se tornar realmente globalizada e de uso cotidiano.

3) Risco de proibição

Além de os Governos não aderirem ao uso do Bitcoin, eles podem ainda proibir e caracterizar seu uso como crime.

Uma das justificativas de quem é contra é falar que o Bitcoin tem sido usado para lavagem de dinheiro, tráfico, pornografia, fraudes e pirâmides.

É claro que, com o Bitcoin, isso pode se tornar mais fácil. Mas seria o mesmo que querer proibir a internet pelo fato de ela facilitar esse tipo de prática também.

Vale lembrar que a própria internet, no seu início (e que não faz tanto tempo assim), era usada somente por nerds, hackers, criminosos, pedófilos, etc.

Em pouco tempo, ela começou a ser amplamente utilizada pelo cidadão comum, que enxergou nela diversas vantagens de uso em seu dia a dia.

Imagino que o Bitcoin pode seguir um caminho parecido e, como alguns países já sinalizam regulamentações para seu uso (inclusive a Receita Federal já tem criptomoedas em seu regulamento), acho bastante improvável uma proibição aqui no Brasil.

4) Risco de perda

O Bitcoin tem uma característica muito interessante de que você é quem tem poder total sobre o valor que tiver guardado em sua wallet (falarei sobre ela a seguir).

Portanto, caso você esqueça a senha, perca seu hardware e não faça um backup adequado, não terá a quem recorrer para recuperar seus Bitcoins.

A ideia dele é que você seja seu próprio banco e tenha a responsabilidade total sobre seu dinheiro.

Como comprar bitcoin

Agora que você já conhece as características e os riscos do Bitcoin, como fazer para comprar?

Primeiramente, ele é negociado em uma exchange, que é semelhante a uma corretora de valores, mas funciona somente para negociar Bitcoin e outras criptomoedas.

Normalmente, existe pouca burocracia para se criar conta em uma exchange. O processo costuma ser muito rápido.

Feito isso, você envia em reais para lá e faz a compra do seu Bitcoin.

Tendo o Bitcoin, o ideal não é deixar na própria exchange. Porém, ao se fazer isso, a chave privada não fica em seu poder, e você corre o risco de perda dos Bitcoins por fraude na exchange ou invasões de hackers.

É muito importante que você tenha também uma wallet para armazenar os Bitcoins sob seu controle.

Essa wallet pode ser on-line, pode ser um software que você salva em seu computador, pode ser um hardware comprado (semelhante a um pen-drive, mas com tecnologia diferente) ou uma paper wallet (na qual você imprime a chave privada para acesso posteriormente).

 

E será que o bitcoin precisa ser declarado no imposto de renda? Para quem não sabe como fazer a declaração, criei em 2017 o curso chamado “Imposto de Renda nos Investimentos”, que ensina como declarar Tesouro Direto, títulos privados, ações e fundos imobiliários. Neste ano, estou incluindo a declaração de criptomoedas também.

 

Entendeu o que é Bitcoin? Vai comprar alguma criptomoeda? Se ficou alguma dúvida, deixe um comentário!

Vitor Hernandes

Vitor Hernandes é paulistano e tem 28 anos. Fundador do blog Jornada do Dinheiro. Pós-graduando em Finanças, Investimentos e Banking (FIB) pela PUC. Tradutor de formação, investidor por vocação e educador financeiro como missão de ajudar a população brasileira. Eterno aluno, pois sempre há algo novo a aprender, estuda educação financeira e investimentos por hobby, além de atuar no mercado financeiro desde 2011. Os fundos imobiliários são seus investimentos preferidos.

As opiniões expostas neste artigo são baseadas na visão do autor e não necessariamente refletem o entendimento do Yubb.

Dicas para investir no Tesouro Direto

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como investir no Tesouro Direto

Você, com certeza, já ouviu falar no programa de investimentos do governo federal. É o Tesouro Direto! Por ser muito seguro e ter uma boa rentabilidade, é uma ótima opção para quem está começando a investir ou procurando uma aplicação conservadora (simples e com pouco risco).

O Tesouro Direto é o primeiro passo para quem está saindo da poupança. É a porta de entrada no mundo dos investimentos. A partir do momento que você abre conta em uma corretora para investir no Tesouro, você é apresentado a novas possibilidades.  Isso faz com que você se interesse para investir cada vez mais.

Quem sai da poupança, normalmente procura o Tesouro SELIC – que é o mais simples entre os títulos públicos. Também existe o Tesouro IPCA, indicado para quem quer investir a longo prazo e quer ficar sempre acima da inflação. E o Tesouro prefixado, uma boa opção dependendo da situação econômica do país.

Diferente da poupança, o Tesouro Direto tem rentabilidade diária. Graças ao “aniversário da poupança”, o rendimento só vem de mês em mês enquanto, nos títulos públicos, o rendimento vem diariamente. Agora não tem mais motivo para você não investir, né?

O Eduardo Vilela, do canal Pobres Milionários, esteve em São Paulo com o Yubb para conversarmos sobre as características dos títulos públicos. Quer ver esse vídeo recheado de dicas? PLAY!

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Vai sair da poupança e investir no Tesouro Direto? Se tiver qualquer dúvida, comentário ou sugestão, é só deixar aqui embaixo =)