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Sofisa Direto: vale a pena abrir conta?

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Abrindo conta no Sofisa Direto

Abrir uma conta de investimentos é muito mais simples do que você imagina. Já ouviu falar no banco Sofisa? Ele possui uma plataforma totalmente online para você investir com muito mais praticidade: é o Sofisa Direto.

Antigamente, abrir conta em um banco ou em uma corretora era um processo muito complicado. Horário comercial, filas, documentos, cópias de documentos, autenticação em cartório… Eram muitas burocracias que hoje, felizmente, não existem mais.

Preenchendo apenas os seus dados pessoais e mandando fotos dos seus documentos, é possível ter uma conta aberta. No Sofisa Direto é possível fazer tudo digitalmente e até por Whatsapp. Isso facilita muito na hora de começar a investir!

Mas quanto tempo será que demora para abrir uma conta? A aprovação é rápida ou não? No primeiro vídeo da série #YubbResenha, a gente abriu uma conta no Sofisa Direto e mostrou como funciona todo o processo para você. Confira!

Se gostou do vídeo, vamos lá! Inscreva-se no canal, ative as notificações para não perder nada e compartilhe esse conteúdo com os seus amigos.

 

O que achou do Sofisa Direto? Abrir conta é simples ou complicado? Deixe sua opinião aqui nos comentários =)

7 frases sobre finanças para te inspirar

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Muitas pessoas não acreditam no poder das frases porque não sabem o poder incrível da frase certa no momento certo. As frases sobre finanças que foram selecionadas são extremamente fortes financeiramente falando. São frases que, se seguidas, eu tenho certeza de que farão a total diferença na sua vida.

Veja o infográfico e continue lendo o texto abaixo =)

Frases sobre finanças

1. “Preço é o que você paga, valor é o que você leva”

Uma coisa é o preço que você paga por algo, outra totalmente diferente é o valor que acrescenta em sua vida.

É o tal do custo/benefício. Alguns produtos não valem o preço que pagamos e isso depende da opinião de cada um.

Portanto, procure por valor ao invés de procurar por algo barato. O barato pode sair caro no longo prazo.

2. “Riqueza é ausência de necessidade”

Se você fosse a pessoa que, no mundo inteiro, possuísse mais dinheiro, você seria a pessoa mais rica do mundo? Depende! Se você ganha todo dinheiro do mundo e, na mesma medida, você gasta todo esse dinheiro, você não é rico.Riqueza é de fato ter mais do que as suas necessidades. Logo, para isso, não precisamos de tanto dinheiro assim.

Você já ouviu falar sobre a “corrida dos ratos” de Robert Kyiosaki? Kyiosaki é autor do best-seller “Pai Rico Pai Pobre”. Basicamente, a corrida se resume ao fato de a maioria das pessoas, após passarem a ganhar mais, aumentarem seus gastos. Elas ganham um aumento de salário e, com isso, trocam de carro. Ganham um novo aumento de salário e compram uma casa. Um novo aumento e alteram o pacote de TV, de internet, etc. Desta forma, ela sempre sente falta de mais dinheiro. A quantidade que tem nunca é suficiente.

Ou seja, elas acumulam despesas ao invés de acumularem bens que geram riquezas como imóveis para alugar

3. “Gaste menos do que ganha e invista a diferença”

Considero essa a fórmula da riqueza! Gastar menos do que ganha já indica uma ausência de necessidades.

Gaste menos do que ganha todo mês, guarde aquele bônus que você recebeu e invista tudo. Com paciência você verá sua riqueza sendo construída.

Acredite, é sensacional ver seu dinheiro crescendo!

4. “Jamais gaste dinheiro antes de possuí-lo”

Lei básica para todo poupador e investidor. Você não recebeu, logo, você não tem.

Aqui entram financiamentos e empréstimos. Um empréstimo só é inteligente se você o utiliza para alavancar e ganhar mais dinheiro no médio e longo prazos.

Aqui, um outro grande vilão é, sem dúvidas, o cartão de crédito. Ele nos faz acreditar que temos mais dinheiro do que realmente temos. Afinal, por que parcelar? Será que não é mais interessante poupar o valor e ainda pedir um desconto à vista?!

5. “Coisas não te fazem rico, dinheiro é que faz”

Sabe aquele amigo que ganha o mesmo que você e tem um carrão de luxo novinho enquanto você continua no carro popular? Então, esse seu amigo é, provavelmente, mais pobre que você!

Esse é um erro muito comum!. Tão comum que já faz parte do subconsciente da maioria das pessoas e elas nem se quer entendem como um erro de fato. Entenda que querer parecer rico só te deixa mais pobre.

6. “Dinheiro só não traz felicidade para quem não sabe o que fazer com ele”

O dinheiro não compra felicidade, isso é verdade. Não dá para comprar felicidade. Para alcançar a felicidade plena, são necessários outros fatores que o dinheiro não compra.

Porém, o dinheiro traz felicidade nos campos onde ele pode atuar. Uma doença, por exemplo, pode ser evitada ou curada e aquela viagem dos sonhos pode enfim ser realizada. Podemos até alcançar a tal da liberdade financeira para nunca mais precisar trabalhar. Resumindo, o dinheiro traz felicidade para quem sabe onde empregá-lo.

7. “O custo de estar errado é menor que o custo de não fazer nada”

Começar a investir de forma errada é completamente comum e plausível. Afinal, nada melhor do que a prática para aprender.

Difícil encontrar alguém que não nunca tenha colocado o dinheiro na poupança ou que não tenha feito um título de capitalização. Lembrando que esses dois exemplos nem são investimentos! Mas vale lembrar que tudo que você faz de errado serve como aprendizado. O que você faz de errado te faz crescer. E, da próxima vez, você tem a chance de melhorar.

Investiu errado? Tira o dinheiro de lá para nunca mais voltar e aprenda sobre novos investimentos! Errar é muito melhor do que não fazer nada.

 

Gostou das frases sobre finanças? Vai usá-las em sua rotina? Deixe aqui embaixo o seu comentário =)

Douglas Gonçalves

Douglas Gonçalves é dono do blog Dicas Financeiras e também criador de Ebooks sobre finanças e investimentos.

 

As opiniões expostas neste artigo são baseadas na visão do autor e não necessariamente refletem o entendimento do Yubb.

Campus Party 2018: os nerds investem?

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Campus Party 2018

Área de realidade virtual com simuladores, palestras, gravações, batalha de drones… Tudo isso e muito mais aconteceu em São Paulo (SP) na Campus Party 2018, a maior experiência de tecnologia do mundo.

O Yubb esteve presente na feira como um dos expositores na área destinada a fintechs e organizada pela ABFintechs. Além de conversar com vocês, os usuários, e expor o buscador de investimentos para quem não conhecia, a gente deu uma volta pelo evento para conversar com os nerds.

Por ser uma feira gigante de tecnologia, o maior público presente é o público nerd: aqueles que amam tecnologia. Como essa oportunidade não poderia ser perdida, a gente saiu andando para conversar com esse público e descobrir se eles investem ou não.

A feira conta com uma parte de entrada gratuita, mas também existe o espaço pago em que ficam os “campuseiros”. São aqueles que acampam e passam os quatro dias imersos em tecnologia. Por isso, a gente também perguntou como eles tinham juntado dinheiro para ir até a Campus Party 2018.

Quer descobrir o que eles responderam? Dá o play!

Se gostou do vídeo, deixe o seu like, compartilhe com os amigos e inscreva-se no canal do Yubb para não perder nenhum conteúdo!

 

E você? Esteve na Campus Party 2018? Acha que os nerds investem mesmo ou não? Deixe sua opinião aqui embaixo nos comentários =)

Dicionário de termos de investimento 2

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Dicionário das organizações financeiras

“BC nega emissão de LCI pelo BNDES”, “CVM multa corretora”, “Febraban estuda ações para reduzir juros do cheque especial”, etc etc e etc. Esses são alguns exemplos de manchetes que aparecem todos os dias na mídia (jornais, revistas, TVs…). Mas será que você conhece essas organizações financeiras? Ou seja: além de conhecer a sopa de letrinhas dos investimentos em si (CDB, LCI, LCA, LC, RDB, entre outras), existe uma outra sopa de letrinhas também muito importante. Mas calma que, como tudo que sempre mencionamos por aqui, é mais fácil do que você imagina!

Na maioria dos casos, elas são siglas: CVM, ACREDI, ABBC, entre outras. Por mais que a sigla sempre venha acompanhada de seu significado, é muito fácil ficar “boiando” e não entender nada sobre a notícia.

Pensando em você, a gente criou a segunda edição do Dicionário de termos de investimento. Se você não viu o primeiro, clique aqui para conferir, ficou muito legal! Dessa vez, o foco são as diversas instituições e organizações financeiras que atuam no mercado de investimentos. São diversas companhias, associações e organizações. Para ser mais exato, a gente separou 10 que são muito importantes e que costumam gerar dúvidas.

Essas instituições existem para organizar, fiscalizar e unir todo o sistema financeiro brasileiro. De certa forma, uma grande função dessas organizações financeiras é proteger os pequenos investidores e garantir que estes investidores possam fazer investimentos de forma segura e transparente.  Cada uma, é claro, com a sua função. Agora, veja o infográfico abaixo e continue lendo o post – a gente vai te explicar quem são elas e o que elas fazem.

Dicionário organizações financeiras

CMN

Conselho Monetário Nacional (CMN) é o orgão superior e a instituição mais importante no sistema financeiro do Brasil. É ele o responsável por estabilizar a moeda (R$) e realizar medidas para fomentar o desenvolvimento econômico do país. Em resumo, o  CMN faz a orientação para todos os setores da economia.

BC

Assim como o CMN, o Banco Central (BC) é uma das organizações mais importantes para o mundo das finanças e investimentos no país. É ele quem controla a inflação no país por meio de uma série de instrumentos e regulações.  

A estabilidade financeira é um dos objetivos principais na atuação do Banco Central – ele está sempre de olho em toooodas as instituições financeiras do país (bancos, corretoras, financeiras) para que a economia mantenha-se estável e a inflação esteja dentro da meta estipulada pelo governo.

CVM

A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) está sob a responsabilidade do Ministério da Fazenda e tem a função de fiscalizar o mercado mobiliário (não é pra confundir com “imobiliário” não, hein!) – ou seja, fiscalizar os investimentos de renda fixa e variável como ações, fundos, títulos bancários privados entre outros.

A CVM é uma organização de extrema importância para padronizar o funcionamento de todos os investimentos no Brasil, trazendo mais segurança e transparência para você, investidor. Embora a CVM não fiscalize os investimentos de renda fixa, ela atua bastante em fundos de investimento e também junto às corretoras de valores.

ANBIMA

A Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (ANBIMA) representa as instituições como bancos, gestoras, corretoras, distribuidoras e administradoras. A ideia é reunir essas empresas de forma que o mercado fique mais organizado, regulado e unido. Vale dizer que a ANBIMA é conhecida por representar e fiscalizar os fundos de investimento. Se você não sabe a diferença de um fundo para outros tipos de aplicação, clique aqui.

B3

Se você é investidor, essa é pra você! A B3 foi criada em março de 2017 pela fusão da  BM&FBOVESPA (a famosa bolsa de valores) com a CETIP (empresa prestadora de serviços financeiros no mercado de balcão organizado, principalmente em renda fixa). O nome completo é B3 S.A. – Brasil, Bolsa, Balcão.

Além de poder investir nas opções negociadas na B3 (produtos da bolsa de valores), a B3 registra os investimentos em renda fixa no seu nome (função que era da CETIP) e também realiza a custódia de alguns outros investimentos (Tesouro Direto, por exemplo).

ACREFI

Essa aqui a gente incluiu na lista porque foi citada no vídeo que fizemos sobre o PoupaBrasil. Como muita gente pode ter ficado sem entender, vale a pena explicar =)

A Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento (ACREFI) tem o objetivo de congregar as empresas do setor – defendendo os seus interesses no mercado. Lembra das financeiras que a gente mostra aqui no Yubb? Aquelas que emitem RDBs? Elas são representadas pela ACREFI.

FEBRABAN

A Federação Brasileira de Bancos (FEBRABAN), como o nome já diz, é a entidade que representa o setor bancário do país. Sem fins lucrativos, seu objetivo é aperfeiçoar o sistema pensando em como melhorar os serviços dos bancos de forma que isso reduza o risco e também aprimore o acesso da população a produtos e serviços bancários. Sabe o banco da sua conta corrente? Provavelmente a FEBRABAN trabalha junto com ele 😉

CBLC

A Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia (CBLC) tem tudo a ver com a B3 que a gente explicou ali em cima. É uma empresa que que faz clearing e custódia do mercado de capitais da antiga Bovespa – em outras palavras, é a responsável por “guardar” as ações e alguns outros títulos privados. Isso significa que, se você investir em ações, a CBLC guarda o investimento em seu nome.

ABBC

A Associação Brasileira de Bancos (ABBC) tem mais de 80 associados entre bancos e financeiras. O objetivo é contribuir para o desenvolvimento do Sistema Financeiro Brasileiro e oferecer serviços voltados para otimização de atividades e redução de custos operacionais. Além disso, também faz ações educacionais para capacitação de profissionais da área.

ANCORD

A Associação Nacional das Corretoras e Distribuidoras de Títulos e Valores Mobiliários, Câmbio e Mercadorias (ANCORD) é uma entidade que representa o setor da intermediação no Brasil. Como o nome já diz, ela representa as instituições financeiras e também os agentes autônomos de investimento. O objetivo é fortalecer e unir o mercado.

 

É claro que, além dessas 10, existem muitas outras organizações e associações. A CIP é a Câmara Interbancária de Pagamentos de bancos, Cobranças e Compensação de Títulos. O SPB é o Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB). A ABECS é a Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços e por aí vai. Neste post, a gente tentou trazer as organizações financeiras mais faladas e que costumam trazer mais dúvidas =)

 

Você já conhecia essas organizações financeiras? Sabia quais eram as funções? Deixe sua pergunta ou comentário aqui embaixo!

Quem é mão de vaca pode investir?

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Mão de vaca pode investir?

Você é consumista ou vive com o caranguejo no bolso? No Brasil, aqueles que gastam pouco e economizam com tudo são chamados de mão de vaca. Com certeza você já ouviu falar nesse termo. Mas, afinal, quem é mão de vaca pode investir?

A resposta é: sim! O “econômico” pode e deve investir. Se você é daqueles economiza onde pode, aproveite para usar o dinheiro economizado para investir e ainda aumentar a sua renda.

Saber escolher um bom investimento é uma das características principais do mão de vaca profissional já que o objetivo dele é sempre ganhar mais dinheiro para alcançar os seus objetivos.

Esperto é aquele que economiza de uma maneira inteligente, que tem a consciência antes de gastar. Isso não significa que ele deixa de gastar o dinheiro, não! Significa que gasta e economiza nas coisas certas.

Para falar sobre o assunto, a gente procurou uma especialista, né? O Yubb esteve com a Gabriela Forlin, do canal Mão de Vaca Profissional, e gravou tudo para você. Dá o play!

Curtiu o vídeo? Então já sabe! Deixe seu like, inscreva-se no canal do Yubb e ative as notificações para não perder nada.

 

E aí, você é mão de vaca? Tem o hábito de investir? Conte a sua história aqui nos comentários =)

Quem é o PoupaBrasil?

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PoupaBrasil

Já pensou em realizar um único cadastro e poder atuar em nove instituições financeiras diferentes? Essa plataforma já existe e se chama PoupaBrasil.

O PoupaBrasil é uma plataforma online destinada a investimentos de renda fixa.  De uma forma simples, é possível realizar um cadastro único para investir em nove financeiras. São elas: Caruana, Dacasa, Estrela Mineira, Lecca, Omni, Portocred, Santana, Santinvest, Viacerta.

A empresa foi criada pela ACREFI (Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento) com o objetivo de reunir as pequenas instituições financeiras – aquelas que não tem tanta visibilidade.  Dessa forma, o investidor consegue aplicar seu dinheiro de forma mais simples.

O PoupaBrasil é focado em RDB (Recibo de Depósito Bancário) que é um produto de renda fixa privada que é emitido por financeiras. Na plataforma, todas as financeiras oferecem a mesma rentabilidade, com a mesma taxa e no mesmo prazo.

Ao entrar para investir, você realiza o cadastro totalmente online e, depois de aprovado, o sistema te direciona para a primeira financeira “da fila” – o usuário não escolhe em qual instituição investir.

A gente esteve com Cláudio Ferro, diretor-executivo do Poupa Brasil, para visitar a empresa e contar um pouquinho mais sobre o negócio. Vem assistir!

Se gostou do conteúdo, inscreva-se no canal do Yubb, compartilhe o vídeo com os seus amigos e também ative as notificações para não perder nenhum vídeo novo.

 

Gostou da proposta do PoupaBrasil? Se tiver alguma dúvida ou comentário, deixe aqui embaixo que a gente está de olho =)

Educação financeira: por que é importante?

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educação financeira

Quando a gente é jovem, muitas coisas são ensinadas na escola: física, química, biologia, matemática, português… Em casa, os pais ensinam como se comportar, aconselham por quais caminhos seguir e ajudam no que podem. Mas tem uma coisa que fica esquecida em toda família brasileira. Sabe o que é? Educação financeira.

Quando esse jovem começa a ganhar o seu salário, fica perdido com o que fazer com o dinheiro. Devo gastar? Devo poupar? Abro conta no banco? Na maioria das vezes, os pais ajudam a abrir uma conta no mesmo banco de toda a família e pronto. É isso que você aprende sobre dinheiro.

Na maioria das casas, o dinheiro é colocado como um problema e não uma solução ou oportunidade de ganhar mais. Recebeu o salário? “Vai pagar os boletos!” Sobrou dinheiro? “Você não esqueceu de pagar nenhuma conta?”. O jovem não ouve os pais conversarem sobre o assunto, também não se interessa em perguntar e assim segue o ciclo.

Um estudo realizado pelo Banco Central mostrou que, embora 64% dos brasileiros afirmem pagar suas contas em dia, 56% das pessoas assumiram não fazer orçamento doméstico ou familiar. E, pior, 69% afirmaram não ter poupado nenhuma parte da renda recebida nos últimos 12 meses!

Isso mostra como os brasileiros são despreparados quando o assunto é a vida financeira. E isso não é sua culpa, não! Como a gente disse ali em cima, é um ciclo. Seu avô não ensinou seu pai, que não ensinou você e você não vai ensinar seus filhos. É aí que precisamos mudar!

Educação financeira é um assunto MUITO importante e que deveria ser obrigatório até nas escolas — inclusive, estão surgindo algumas iniciativas nesse sentido. Dinheiro não deveria ser um problema! Saber lidar com as suas finanças é algo que todo mundo vai precisar fazer cedo ou tarde. Se todos aprendessem quando fossem crianças/jovens, seria muito menos traumatizante e as oportunidades de ganhar com investimento desde cedo seriam muito maiores.

Sabe quando uma criança recebe R$ 10,00 dos avós e sai comprando tudo em bala? Pode parecer besteira e exagero, mas é aí que começa a gestão do dinheiro e os pais podem ajudar muito nesse momento. Não importa se você tem 14 anos e ganha R$ 50,00 de mesada ou se você já tem 19 e ganha R$ 800,00 de bolsa-estágio — o aprendizado é o mesmo.

Na maioria das casas, infelizmente, o assunto “finanças” é tratado como uma coisa ruim. Quando os pais estão com uma dívida, os filhos não podem saber. É tudo sussurrado ou guardado a sete chaves. “O que está acontecendo, mãe?” e “Do que vocês estão falando, pai?” são perguntas sempre respondidas com “Nada! É sobre dinheiro! Coisa de adulto” e isso acaba sendo muito ruim para o desenvolvimento do filho.

Aqui no Yubb, a gente conhece muitas pessoas que são especialistas em finanças, youtubers que falam sobre o assunto, blogueiros da área e outros especialistas. Conversando com eles, a maioria relata que aprendeu tudo sozinho: “Nunca ninguém me ensinou!”. Eles pesquisaram, assistiram vídeos, baixaram aplicativos… Foram atrás para saber mais e descobriram um mundo novo!

“Mas por que vocês estão dizendo isso?” A gente quer dizer que nunca é tarde para aprender. Se você já é um adulto e quer saber mais sobre finanças, vá atrás! Existe muito conteúdo bacana e dá para aprender muito bem: basta ter esforço e dedicação.

No entanto, este post serve para te “alertar” sobre os benefícios da educação financeira. Ou seja, se você não aprendeu com os seus pais, que tal aprender agora e ensinar para os seus filhos? E se você que está lendo isso ainda for jovem, otimo! Chegou a hora de botar a mão na massa e aprender a cuidar do seu dinheiro.

Quer saber por que ter uma boa educação financeira é tão importante? Veja o infográfico e continue lendo o post.

educação financeira

Pelo infográfico, você já percebeu a importância de investir em educação financeira tanto nas escolas quanto em casa, certo? Agora vamos ver alguns itens para ir mais a fundo =)

1. Não vê dinheiro como um tabu

Como a gente disse ali em cima, muitas vezes o dinheiro é visto como um problema. Dinheiro é tido como sinônimo de contas, boletos, dívidas, dor de cabeça. Mas não tinha que ser assim! Quando as crianças/jovens aprendem, desde pequenas, a cuidar do seu dinheiro, ter consciência das suas finanças e veem os pais fazendo a mesma coisa, é muito mais fácil remover esse tabu e ver dinheiro como uma solução e uma oportunidade para ganhar sempre mais.

2. Gasta com consciência

Dívidas. O problema do brasileiro! =( Muitos acabam se endividando pelo fato de ganharem pouca renda e não saberem como organizar esses gastos (fique de olho no item 3 também!). Quando a pessoa tem contato com educação financeira desde cedo, os gastos são feitos com muito mais consciência.

Sabe aquela história de sair gastando no shopping? Ou parcelar a compra em várias vezes e ficar endividado no cartão de crédito? Para quem já sabe cuidar das finanças, isso é muito difícil acontecer! Como ela dá o devido valor ao seu dinheiro, não sai gastando sem pensar e é mais díficil se afundar em dívidas.

3. Mais organização

Demos um pequeno spoiler desse item, né? Organização é uma palavra extremamente importante quando o assunto é vida financeira. Quando alguém procura um coach financeiro, por exemplo, é muito comum que a dica “se organize” seja uma das primeiras.

“Mas em que sentido?” No sentido de controle! Você precisa escrever (pode ser em um caderninho, em uma planilha no Excel, em um aplicativo… tanto faz!) todos os seus gastos do mês para saber onde está indo o seu dinheiro, onde você pode economizar e como pode investir. Fizemos um vídeo muito bacana sobre esse assunto, clique aqui para conferir.

Para aqueles que têm contato com finanças desde cedo, isso é mais simples. Como a educação financeira esteve presente na vida daquela pessoa, é um hábito comum saber para onde está indo seu dinheiro e ser mais organizado.

4. Aprende a investir

Normalmente, quando alguém começa a investir o dinheiro e vê o dinheiro crescendo, a seguinte pergunta aparece: “Como ninguém me mostrou isso antes?”. E, realmente, isso é verdade. Por que ninguém conversa sobre investimentos?

Muitos brasileiros acabam deixando o dinheiro na poupança por pura falta de conhecimento. Alguns nem sabem que existem outras formas de investir que são tão seguras e práticas quanto a poupança, mas que rendem bem mais.

Quando um investidor explica o funcionamento disso para o seu filho ou outro familiar, a mensagem vai seguindo de pessoa para pessoa e o conhecimento vai atingindo cada vez mais gente de forma que investir seja uma coisa muito mais comum.

Se, desde pequena, a pessoa aprendeu a mexer com o seu dinheiro e tem o objetivo de fazer o seu dinheiro crescer, investir é uma consequência. É muito mais fácil ela ter a consciência de que dinheiro parado é furada e que aplicar é sempre uma ótima solução.

Nisso, o Yubb pode te ajudar! É só digitar quanto você quer investir (R$) e por quanto tempo (meses) para encontrar as opções disponíveis no mercado =)

5. Planeja o futuro

“Ué, vocês estão viajando! Eu não sei nada sobre finanças, mas sei planejar o meu futuro”. Vamos com calma! É claro que todo mundo consegue planejar o seu futuro, pensar o que quer fazer nos próximos anos e estabelecer metas.

A diferença está na forma que isso é feito. Se você tem uma vida financeira organizada, investe o dinheiro e tem um pouco de conhecimento sobre o assunto, as suas metas são muito mais fáceis de serem alcançadas e você consegue se planejar para realizá-las.

Por exemplo: você quer ir para a Disney dali a um ano. Se você não foi educado financeiramente, vai juntar um dinheirinho aqui e outro ali e talvez consiga cumprir o objetivo. Se você já mexe com finanças desde pequeno, vai saber exatamente de quanto dinheiro precisa, quanto vai economizar por mês, onde investir para o chegar lá e será muito mais fácil.

Isso também é interessante pelo fato de que você consegue ter metas mais reais – os sonhos inalcançáveis podem ficar para mais pra frente e você consegue se organizar para alcançar todos!

Se você entendeu o sentido do post, mas, infelizmente ainda não teve contato com finanças: não é tarde! É muito importante aprender sobre finanças quando se é criança/jovem, mas nada te impede de começar agora. Pelo contrário, todo dia é o melhor dia para começar =)

E, melhor ainda, você poderá passar essas informações para seus filhos e conhecidos. É um ciclo: a pessoa aprende, transmite para os filhos, eles crescem, ensinam para os seus filhos e assim por diante. Compartilhe esse post com os seus conhecidos e vamos transmitir juntos essa mensagem!

 

Entendeu por que é tão importante ter uma boa educação financeira? Se tiver alguma dúvida ou sugestão, deixe aqui embaixo nos comentários =)

Qual é a diferença entre renda fixa e renda variável?

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renda fixa e renda variável

Os investimentos são divididos em dois grandes grupos: renda fixa e renda variável. Muita gente já ouviu falar sobre o assunto, principalmente na mídia, mas não sabe a verdadeira diferença entre os dois.

O conceito é muito mais simples do que parece. Os preços, tanto na renda fixa quando na variável, sempre vão oscilar. Não importa se seja Tesouro Direto, CDB, bitcoin ou ações: os preços sempre oscilam. A diferença está na renda.

Renda é a remuneração que você ganha do investimento. Na renda fixa, por exemplo, essa remuneração vem de um “empréstimo” e a renda é sempre igual – por isso é fixa. Preço sempre muda, mas a renda permanece a mesma e, por isso, renda fixa.

Na renda variável, podemos tomar como exemplo o investimento em ações. Ao comprar uma ação, você se torna sócio daquele negócio e quanto mais lucro aquele negócio tem, mais você ganha. Se o lucro for menor, você perde. Se a renda varia do lucro e o lucro sempre varia, a renda é variável.

Mas como saber qual é o melhor para o meu bolos? A gente esteve com o professor Arthur Vieira de Moraes, da B3 Educação, e ele explicou tudo sobre o assunto. Não deixe de conferir!

Não esqueça de se inscrever no canal, compartilhar com os amigos e, é claro, ativar as notificações para ficar ligado sempre que sair vídeo novo.

 

Entendeu a diferença entre renda fixa e renda variável? Se tiver alguma dúvida, deixe aqui nos comentários =)

O que são fundos imobiliários?

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fundos imobiliários

Quem nunca pensou em um dia ser rico e comprar vários imóveis para alugar e viver com a renda gerada por eles? Bem… o seu dia chegou! Não estou dizendo que hoje é o dia em que você ficará rico (talvez seja), mas agora você vai aprender que não necessariamente precisa ter muito dinheiro para receber aluguéis de imóveis. Conheça os fundos imobiliários

Você certamente já ouviu falar em fundos de investimento que os bancos oferecem como forma de remunerar melhor o seu dinheiro.

Um fundo de investimento é administrado por um gestor, que reúne o capital de diversos investidores para montar uma carteira de investimentos, podendo, inclusive, ter acesso a aplicações que não seriam possíveis de maneira individual.Os fundos imobiliários (FIIs) são um tipo de fundo, mas com o foco em adquirir imóveis para locação.

Quer saber mais? Veja o infográfico e continue lendo o post =)

o que são fundos imobiliários

As principais vantagens

1) Valor mínimo

Caso você quisesse comprar um imóvel por conta própria, gastaria no mínimo R$ 100 mil. Se também quiser diversificar para não concentrar todos os seus riscos em um único imóvel, teria de desembolsar mais ainda.

Nos FIIs, você pode comprar uma cota de um fundo por R$ 100,00, em média (dependendo do fundo escolhido). Existem, inclusive, cotas de fundos que custam na faixa de R$ 2,00! Claro que existem opções um pouco mais caras, chegando a uns R$ 5 mil, mas é uma diferença gritante em relação a comprar um imóvel inteiro.

Quando você compra uma cota, adquire o direito de receber um aluguel proporcionalmente ao valor investido.

2) Rendimento mensal isento de IR

Assim como os imóveis físicos, os FIIs também pagam rendimentos mensais (os famosos aluguéis). Isso permite que você tenha um fluxo de caixa constante, sendo um ótimo complemento ao salário ou, até mesmo, possibilitando que você viva da renda desses aluguéis.

Além disso, os rendimentos distribuídos pelos fundos imobiliários são isentos de imposto de renda!

Essa é uma bela vantagem em relação a comprar imóveis e disponibilizá-los para locação, pois, nesse caso, você precisa pagar imposto de renda de até 27,5% sobre o valor do aluguel (podendo ser isento se o valor do aluguel for de até R$ 2.000,00 por mês – confira sempre o valor oficial disponibilizado pela Receita Federal a cada ano).

3) Diversificação de imóveis, setores e inquilinos

Outra excelente possibilidade nos FIIs é a de diversificar. Você pode comprar fundos com imóveis em diversas cidades do Brasil, como São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba, Brasília, Florianópolis e muitas outras.

Também existem fundos focados em diferentes tipos de imóveis, podendo ser de lajes corporativas, shoppings, agências bancárias, galpões logísticos, lojas, hospitais, etc. Se você fosse investir diretamente sozinho, dificilmente conseguiria comprar um shopping, hospital ou uma agência pois são imóveis normalmente de valores bem altos.

Por fim, outra forma de diversificação por meio dos FIIs são com os inquilinos. Mesmo se você comprar cotas de um único fundo, é bem provável que ele tenha vários inquilinos em seu portfólio de imóveis. Toda essa diversificação é muito importante para diminuir os riscos do seu investimento.

Ao ter imóveis de diferentes tipos e em diferentes cidades, você diminui riscos mais regionais (como o que temos visto no Rio de Janeiro) e também de setores específicos (como o setor de lajes corporativas que ainda está com muita oferta em relação à demanda).

Com relação aos inquilinos, caso um deles decida sair do imóvel, você não ficará sem renda. Caso você comprasse um apartamento e tivesse uma única família morando lá, se eles decidissem se mudar para outro lugar, você ficaria com seu imóvel todo desocupado (e ainda gerando despesas).

4) Qualidade dos imóveis e dos inquilinos

Se você tivesse R$ 100 mil para investir, com certeza não conseguiria um imóvel de grande qualidade. Ao investir em FIIs, R$ 100 mil já é um valor muito bom para conseguir diversificar em imóveis de excelente qualidade.

É claro que alguns fundos imobiliários podem ter imóveis inferiores em seus portfólios. No entanto, a maioria dos imóveis tem boa qualidade.

Com relação aos inquilinos, quando você aluga por conta própria, acaba alugando para uma pessoa ou família desconhecida. Essa família pode não ser tão estável financeiramente e trazer problemas futuramente, como inadimplência ou rompimento do contrato de aluguel.Nos FIIs, os inquilinos costumam ser empresas de médio e grande porte, cuja situação financeira normalmente é muito melhor.

5) Terceirização da gestão e da burocracia

Muitas pessoas compram imóveis para alugar e receber uma renda passiva. Mas será que pode mesmo ser considerada assim se você passa grande parte do tempo tendo que resolver os “pepinos”?

Se o imóvel está vago, você precisa correr atrás de novos inquilinos ou pagar uma corretora imobiliária para isso. Se ele estiver ocupado, precisa se encarregar da cobrança do inquilino. Se houver algum problema com o imóvel, quem tem que resolver? Você mesmo.

Além disso, para quem não trabalha na área imobiliária, toda a negociação e documentação necessária podem ser uma grande dor de cabeça.

Nos FIIs, essas questões são de responsabilidade da administração e da gestão do fundo, que cobram um percentual das receitas geradas pelos imóveis. Ao final do mês, eles calculam todas as receitas recebidas, descontam as despesas e as taxas administrativas, e então distribuem para você ao menos 95% do lucro mensal.

Essa distribuição de 95% é obrigatória nos FIIs, e os 5% restantes podem ser retidos para formar um caixa, que serve para lidar com futuras obras, manutenções ou despesas em geral. Portanto, deixe que eles lidem com as burocracias e você fique com a parte boa, que é de usufruir da renda passiva!

Principais desvantagens

É claro que um investimento não tem somente vantagens.

Por isso, separei também algumas desvantagens que você deve saber ao investir nos FIIs.

1) Risco de desvalorização das cotas

É provável que você ouça dos pais ou dos amigos que imóveis são excelentes investimentos, pois eles sempre se valorizam. Isso não é verdade!

Acontece que, nos últimos 20-30 anos, tivemos uma enorme valorização imobiliária, muito por conta do desenvolvimento urbano e industrial no país, o que pode ou não se repetir no futuro. A verdade é que, quando você compra um imóvel, ele pode tanto se valorizar quanto desvalorizar. E, é claro, o mesmo acontece com os fundos imobiliários.

Ao comprar as cotas dos FIIs, ela se valoriza ou desvaloriza. Como os FIIs são negociados na bolsa de valores, essa oscilação do patrimônio fica muito explícita.

Muitos investidores acabam se desesperando ao ver que aquelas cotas compradas por R$ 100,00 agora estão valendo R$ 90,00. Isso é uma oscilação comum do mercado e pode ser ocasionada sem mudança nenhuma na qualidade do fundo.

Por isso, é importante pensar em fundos imobiliários como ativos geradores de renda, para comprar e manter por um bom tempo (ou mesmo até deixar para os herdeiros). O principal foco desse investimento não é comprar para vender valorizado (embora isso seja sim possível).

2) Cobrança de IR para vendas

Embora não haja cobrança de IR no recebimento dos rendimentos, existe a cobrança de IR de 20% sobre o lucro que você tiver em determinada venda. Portanto, vamos supor que você tenha comprado por R$ 100,00 e decida vender quando estiver valendo R$ 125,00. Se você fizer isso, terá um lucro de R$ 25,00 e terá que pagar R$ 5,00 (20% de R$ 25,00) de imposto de renda para cada cota vendida.

3) Investidor não é dono da propriedade

Quando você tem cotas de um fundo, não quer dizer que você é o proprietário direto e pode fazer o que quiser com o imóvel. O dono ainda é o fundo e você é um coproprietário, assim como os milhares de outros cotistas. Portanto, as cotas em si não têm utilidade prática nenhuma. Se você chegar no imóvel que o fundo investiu seu dinheiro e quiser colocar sua cama para dormir lá, infelizmente não poderá!

4) Risco de vacância

Quando falamos de investimento imobiliário para locação, esse é um risco inevitável. Se não tiver inquilinos em seu imóvel, você fica com renda zero. Nos FIIs, isso também acontece, mas pode ser diluído por meio de uma boa diversificação.

5) Não há garantias

O fundo imobiliário é um investimento de renda variável, então não há nenhuma garantia sobre retornos. Não é possível afirmar com certeza que você receberá algum dia um bom retorno sobre seu investimento.

Pode acontecer de você escolher um fundo com imóveis não muito interessantes que estejam ocupados naquele momento.

Meses depois, os inquilinos saem dos imóveis e a gestão não consegue encontrar novos inquilinos para ocupá-lo.

Com rendimento zero e um imóvel não tão bom, é bem provável que o valor da cota se desvalorize. Pode demorar anos para que aqueles imóveis sejam novamente locados. Este risco pode ser diminuído ao estudar bem sobre cada fundo. Tenho este artigo no meu site Jornada do Dinheiro que explica como selecionar bons fundos.

Considerações finais

Neste artigo, apresentei o tipo de investimento de que mais gosto e que, com certeza, cairá no gosto de cada vez mais brasileiros, pois imóveis chamam muita atenção.

A principal característica que me faz gostar tanto desse investimento é o rendimento mensal.

Ao receber um fluxo mensal, você ganha uma excelente flexibilidade em sua carteira, podendo escolher, a cada mês, em qual investimento reaplicará.

Não é como manter seu dinheiro em um título e ter o resultado somente na data de vencimento.

Os fundos imobiliários são de prazo indeterminado, então, ao longo dos anos, você pode receber um valor muito superior ao que investiu.

Tenho certeza que você também se encantará por este investimento!

 

Gostou de conhecer os fundos imobiliários? Se tiver alguma dúvida, fique à vontade para perguntar aqui nos comentários =)

Vitor Hernandes

Vitor Hernandes é paulistano e tem 28 anos. Fundador do blog Jornada do Dinheiro. Pós-graduando em Finanças, Investimentos e Banking (FIB) pela PUC. Tradutor de formação, investidor por vocação e educador financeiro como missão de ajudar a população brasileira. Eterno aluno, pois sempre há algo novo a aprender, estuda educação financeira e investimentos por hobby, além de atuar no mercado financeiro desde 2011. Os fundos imobiliários são seus investimentos preferidos.

 

As opiniões expostas neste artigo são baseadas na visão do autor e não necessariamente refletem o entendimento do Yubb.

Por que a poupança é ruim?

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por que a poupança é ruim?

O brasileiro possui o péssimo hábito de deixar o dinheiro na poupança. Os avós ensinaram para os pais que ensinaram para seus filhos e assim vai indo. Antigamente, a poupança era um investimento muito rentável, mas agora não é mais. Chegou a hora de você entender porque a poupança é ruim.

Nos dias de hoje, existem diversos tipos de investimento muito simples de serem feitos e que são bem melhores que a poupança. O rendimento da poupança é baixíssimo e você ainda corre o risco de perder o seu dinheiro para inflação.

A poupança é ruim justamente por esse motivo. Seu retorno é tão baixo que ele pode ficar abaixo da inflação e você perde dinheiro. Exemplo: você conseguia comprar uma maçã por R$ 1,00 e, depois de colocar na poupança, você tem R$ 1,05. Quando vai comprar a maçã, ela custa R$ 1,10. Ou seja, você perdeu seu poder de compra.

Como a pessoa vê o dinheiro crescendo, pensa que está ganhando, mas isso não é verdade. Além disso, existem investimentos que são tão seguros quanto a poupança – garantidos pelo FGC ou pelo Tesouro Nacional, por exemplo.

A gente recebeu uma visita muito especial do Eduardo Vilela, criador do canal de Youtube Pobres Milionários, para falar sobre assunto e ficou tudo gravado para você. Confira!

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Entendeu por que a poupança é ruim? Vai finalmente começar a investir? Conte tudo para a gente nos comentários =)