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Os melhores investimentos para segundo semestre de 2019

Parece brincadeira, mas já estamos entrando no segundo semestre de 2019. Passou muito rápido, né? O mercado financeiro segue mudando e as dúvidas continuam: quais são os melhores investimentos para segundo semestre de 2019?

Se você está sempre comigo aqui no blog do Yubb, deve ter lido esse texto que falamos sobre os melhores investimentos para o ano de 2019. Existiam muitas incertezas no governo e muitas decisões a serem tomadas.

Agora, seis meses depois, algumas incertezas continuam mas já é possível fazer uma análise mais profunda sobre os investimentos em 2019 com o governo Bolsonaro.

O ano começou com a certeza de que seria o ano da renda variável. Com a SELIC (taxa básica de juros do país) se mantendo estável, as rentabilidades dos investimentos em renda fixa acaba não sendo tão atrativa.

E é realmente isso que está acontecendo! As taxas de rentabilidade ofertadas pelos bancos e outras instituições financeiras estão baixas em renda fixa e, nesse cenário, há uma maior oportunidade para ganhar dinheiro em renda variável.

Com base nessas informações, separei 5 aplicações que podem ser consideradas os melhores investimentos para segundo semestre de 2019 de acordo com a opinião de muitos especialistas.

Quer ganhar mais dinheiro nos próximos meses? Então, vem comigo!

melhores investimentos para segundo semestre de 2019

1. Ações

Não tinha como não começar esse post com elas: as ações. Com um potencial crescimento da economia brasileira em 2019, o mercado de ações tem tudo para ser uma ótima oportunidade de investimento já que as empresas tendem a se valorizar.

Quando você compra uma ação, você está se tornando sócio daquela empresa – é como se você fosse dono de “uma parte” daquela empresa. Dessa forma, você ganha dinheiro com a valorização daquela “parte” e também participa dos lucros (dividendos).

Isso significa que, se a empresa tiver bons resultados no período, o acionista (investidor) recebe os lucros e o patrimônio investido começa a aumentar já que a empresa está se valorizando como um todo.

Vale lembrar que o mercado de ações é muito volátil e, por isso, bem arriscado. Esse tipo de investimento é indicado para investidores mais arrojados e/ou que possuem mais experiência no mundo dos investimentos.

Outro ponto muito importante é que o investimento em ações é indicado para o longo prazo. Se você não possui um grande conhecimento, fazer operações de especulação como day trade podem te custar caro.

2. Fundos imobiliários (FIIs)

Se você gosta de imóveis, esse investimento é para você! Ao comprar a cota de um fundo imobiliário, também chamado de FII, você está deixando o seu dinheiro com o gestor daquele fundo. É ele quem vai tomar as decisões e escolher o melhor destino para o seu capital.

No caso de um FII, seu dinheiro será alocado em investimentos imobiliários – nos imóveis propriamente ditos (shoppings centers, apartamentos, escritórios e etc) e também em papéis como CRIs e LCIs.

O seu rendimento vem da distribuição mensal daquele fundo, popularmente conhecido como aluguel. Ou seja, a sua remuneração vem dos valores cobrados dos aluguéis dos imóveis daquele fundo.

Assim como as ações, os fundos imobiliários são negociados na bolsa de valores. Ou seja, se você quiser investir em um FII, precisa entrar na sua corretora e operar pelo home broker.

A notícia boa é que existem cotas de FIIs a partir de R$ 100,00 e é uma forma de investir em imóveis sem precisar ter milhões de reais. Ótimo, né?

Os fundos imobiliários são uma boa oportunidade para estar na lista dos melhores investimentos para segundo semestre de 2019 já que, com o aquecimento da economia, há grande chance de crescimento do mercado imobiliário brasileiro.

3. Fundos multimercado

Em um fundo multimercado, a palavra-chave é diversificação. Ao invés de o gestor investir em apenas um tipo de ativo (como nos FIIs, por exemplo), o dinheiro dos cotistas é alocado em diversos tipos de investimento – desde títulos públicos do Tesouro Direto até ações.

Os fundos multimercado podem ser uma ótima opção para o investidor aproveitar todos os cenários do mercado. Como o gestor tem a autonomia de escolher as melhores rentabilidades do mercado, pode aproveitar das oscilações econômicas daquele período.

Assim como os FIIs, o fundo multimercado também não tem nenhum tipo de garantia e o seu patrimônio estará “nas mãos” das decisões tomadas pelo gestor daquele fundo.

Uma grande vantagem dos fundos multimercado no cenário atual do Brasil é o fato de ter, em um só lugar, renda fixa e renda variável. De um lado, há uma segurança, mas, do outro, há a possibilidade de aproveitar a volatilidade da economia.

4. Fundos de ações

Se você está começando a investir em ações, provavelmente algum profissional já te indicou um FIA – que é o fundo de investimento em ações. Ao investir em um FIA, o gestor aloca o seu dinheiro em diferentes ações da bolsa de valores.

Em um fundo de ações, existe uma equipe treinada que compra e vende ações de diferentes empresas que estão listadas na B3 com o objetivo de conseguir uma boa rentabilidade para os investidores.

Você, cotista, não tem nenhum poder nas decisões do gestor e, por isso, precisa analisar se aquele fundo possui uma estratégia que encaixa nos seus objetivos financeiros.

É sempre importante lembrar que o mercado de ações sofre muitas oscilações e sempre existe a possibilidade de perder dinheiro. Pense bem antes se tornar cotista de um FIA e lembre-se que é sempre bom investir em ações pensando no longo prazo.

Os fundos de ações podem ser boas oportunidades para estar na lista dos melhores investimentos para segundo semestre de 2019 já que há uma perspectiva de crescimento das empresas e os gestores podem aproveitar o bom momento das ações da bolsa de valores.

5. RDB e LC

Se você tem um perfil mais conservador e gosta muito de renda fixa, chegou o seu momento! Nesse post, mostrei 4 investimentos voltados para renda variável em ativos um pouco mais arriscados. Mas, por último, deixei uma boa oportunidade para quem busca mais segurança.

É verdade que os produtos de renda fixa estão com uma rentabilidade menor, mas ainda são boas oportunidades para quem busca um investimento seguro para curto prazo e/ou para reserva de emergência.

Os RDBs (Recibos de Depósito Bancário) e as LCs (Letras de Câmbio) são ótimas opções. Como são títulos emitidos por financeiras – empresas menores que os bancos – suas rentabilidades são mais altas do que CDBs e LCIs, por exemplo.

A melhor parte é que RDB e LC são produtos garantidos pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC) em investimentos de até R$ 250 mil por grupo financeiro e R$ 1 milhão por CPF.

Se você estava querendo opções em renda fixa nessa lista dos melhores investimentos para segundo semestre de 2019, fique de olho nos RDBs e nas LCs! A segurança pode andar junto com a rentabilidade.

Gostou de saber quais são os melhores investimentos para segundo semestre de 2019? Pretende investir em algum deles? Conta para mim aqui embaixo! 😉

Qual é a diferença entre day trade, swing trade e buy and hold?

day trade, swing trade e buy and hold

Você já viu imagens daquelas pessoas cheias de telas na frente fazendo operações na bolsa de valores? São os traders! Quem faz operação de compra e venda pode seguir três estratégias: day trade, swing trade e buy and hold.

Se você está começando a investir em renda variável e quer comprar ações da bolsa, é muito importante entender o que significa cada uma dessas estratégias. Dessa forma, você pode escolher de qual maneira deseja operar.

A primeira é o day trade. Como o nome já diz, é uma operação em que o trader compra e vende no mesmo dia. É feita uma análise grafista (também chamada de análise técnica) e, a partir disso, comprar “na baixa” e vender “na alta”. O objetivo é ter a valorização do ativo no mesmo pregão.

Vale dizer que, nas operações de day trade, não há cobrança de IOF. A tributação cobrada é a do Imposto de Renda: 20% sobre o lucro da operação. Se não houver lucro, não há cobrança de IR.

A segunda estratégia é o swing trade – em que você “dorme” com a posição. Você pode manter aquele ativo na sua carteira por 2 dias, 1 semana, 2 semanas, 1 mês… Não importa! Se você manteve a ação por mais de 1 dia, é swing trade.

É importante saber que essa estratégia ainda segue a filosofia da análise grafista. Ou seja, são analisados os gráficos daquele ativo para encontrar o melhor momento para compra e venda com o objetivo de ganhar dinheiro na valorização.

E, por último, o mais importante de todos: o buy and hold. Quer saber mais sobre essa estratégia? Dá o PLAY no nosso vídeo:

Gostou do vídeo? Esperamos que sim! Então inscreva-se no canal do Yubb no YouTube e ative as notificações para não perder as novidades.

Você já sabia a diferença entre day trade, swing trade e buy and hold? Pretende operar em qual estratégia? Deixe seu comentário! 😉

5 dicas práticas para quem quer começar a investir na bolsa de valores

Sucesso no exterior, a bolsa de valores vem ganhando cada vez mais adeptos no Brasil. No post de hoje, veja dicas para investir na bolsa de valores.

A B3, bolsa brasileira, tem celebrado diferentes recordes: número de investidores, negócios realizados e o Ibovespa (principal índice da Bolsa) bateu a marca de 100 mil pontos neste ano. Tais resultados expressivos mostram a atratividade desse ambiente de investimentos e a notoriedade que vem ganhando.

Com mais pessoas mantendo a bolsa de valores no radar, dúvidas surgem sobre como começar nesse universo tão diferente de outros investimentos que o brasileiro está acostumado. Para te ajudar a iniciar sua jornada, separamos algumas dicas para investir na bolsa de valores . Confira!

1. Defina seus objetivos

Se você não sabe para onde vai, qualquer lugar serve. Já ouviu essa frase? A citação é da obra infantil “Alice no País das Maravilhas”, mas serve muito bem para o universo de investimentos dos adultos.

Assim como tudo na vida, ao investir, você precisa ter seus objetivos bem definidos. A bolsa de valores é um ambiente repleto de oportunidades. Existem diferentes formas de investir e sobram possibilidades para lucrar com as operações. Contudo, se você não definir bem seus objetivos, é pouco provável que consiga aproveitar ao máximo essas oportunidades.

2. Siga uma estratégia e estabeleça metas

Fazer operações no escuro não é a melhor opção quando falamos da bolsa de valores. O ideal é que você tenha uma estratégia bem definida que esteja alinhada às suas metas. Isso irá te ajudar a manter o foco e a potencializar seus resultados.

Além disso, você pode estabelecer metas diárias, semanais ou até mesmo mensais, como preferir. O importante é respeitá-las sempre!

3. Tenha disciplina e persistência

Disciplina e persistência são palavras-chave quando o assunto é bolsa. É preciso desenvolvê-las muito bem para não desistir na primeira dificuldade. Mantenha o foco nos objetivos e siga fielmente a sua estratégia.

4. Diversificar é importante

Diversificar os investimentos na bolsa de valores é uma forma de se resguardar e, ao mesmo tempo, abrir o leque de possibilidades de potencializar seus ganhos. Ao investir em ações, por exemplo, você pode comprar diferentes papéis de empresas de diferentes setores. Ter uma carteira de investimentos diversificada é fundamental, atente-se a isso sempre!

5. Controle suas emoções

O fator psicológico pesa muito na hora de fazer operações na bolsa de valores. As oscilações dos ativos, tanto para cima quanto para baixo, mexem com as emoções de qualquer pessoa. É nessa hora que precisa haver equilíbrio entre os lados racional e emocional. Um bom equilíbrio do fator psicológico vai te ajudar a manter a calma e a tomar boas decisões – mesmo em situações mais complicadas.

Como investir na bolsa de valores?

Investir na bolsa de valores pode ser mais simples do que você imagina. O ambiente de negociação não é um bicho de sete cabeças. Com estudo e dedicação, você conseguirá dominar o assunto e, com isso, fazer operações será uma tarefa cada vez mais simples.

Mas, não se preocupe! Se você está querendo começar a investir, separamos os primeiros passos que vão te mostrar por onde começar.

Estude o mercado

Buscar conhecimento é o primeiro passo para iniciar seus investimentos. Investir na bolsa de valores sem entender a dinâmica do mercado é altamente arriscado. Dedique-se a entender como a bolsa funciona antes de começar.

Abra conta em uma instituição autorizada

Para fazer operações na bolsa, ter conta em um banco tradicional não é suficiente. Você precisa abrir conta em uma corretora de valores ou em um banco de investimentos. O processo costuma a ser simples e,  na maioria dos casos, realizado pela internet.

Vale lembrar que é importante escolher uma instituição que te ofereça atendimento de qualidade, afinal, se você precisar de ajuda, poderá contar o suporte profissional.

Escolha onde investir

Diante das modalidades que a instituição financeira oferece, você poderá escolher o investimento ideal para você começar de acordo com o seu perfil de investidor e com seus objetivos.

Realize a transferência de recursos

O próximo passo é transferir o valor que você deseja investir para conta que acabou de abrir. Dessa forma, você conseguirá realizar seus aportes no investimento que escolheu no passo anterior.

Faça sua aplicação e acompanhe

Depois de seguir todos os passos anteriores, é hora de investir. Caso precise de ajuda, busque o apoio da instituição em que você abriu conta. Feito isso, não deixe de acompanhar a evolução do seu investimento (rentabilidade e etc.) – esse processo é muito importante.

Agora você já sabe qual é o passo a passo para começar e algumas dicas para investir na bolsa de valores para quem está no início da jornada. Se ficar com alguma dúvida, deixe nos comentários abaixo que iremos te ajudar!

BTG Pactual digital

O BTG Pactual digital é uma plataforma de investimentos que tem como missão democratizar as melhores aplicações financeiras para todos os brasileiros e conta com a experiência do maior banco de investimentos da América Latina.

As opiniões expostas neste artigo são baseadas na visão do autor e não necessariamente refletem o entendimento do Yubb.

Onde a gente investe? Veja a carteira de investimentos do Yubb

carteira de investimentos do Yubb

Como você já sabe, o Yubb é um buscador de investimentos gratuito e online para encontrar as melhores oportunidades para o seu dinheiro. Como somos isentos e imparciais, muitas pessoas nos perguntam qual é a carteira de investimentos do Yubb.

Nunca contamos, em nenhum lugar, quais são os investimentos que fazemos em renda variável. No post de hoje, vou te mostrar um vídeo em que contamos quais são os nossos investimentos em fundos imobiliários e ações. Lembrando que isso NÃO é uma recomendação de investimento!

No caso dos FIIs, eles possuem peso 3 em nossa carteira e, consequentemente, representam 50% de todo o portfólio. Essa decisão foi tomada porque existe a volatilidade dos fundos imobiliários é menor do que as ações e também porque há distribuição mensal de lucros. Ou seja, é um mercado um pouco menos arriscado e que pode gerar uma renda mensal.

Já, no caso das ações, as empresas que são boas pagadoras de dividendos como Itaú e Bradesco possuem peso 2 na carteira de investimentos do Yubb. Para analisar as empresas, levamos em consideração características como lucro, patrimônio líquido, margem líquida e ROE.

Também investimos em empresas como Engie, Fleury, SulAmerica e muitas outras. Quer ver a carteira completa? Dá o PLAY e vem com a gente:

Curtiu o conteúdo? Se sim, inscreva-se no canal do Yubb no YouTube e ative as notificações para não perder as novidades.

Gostou da carteira de investimentos do Yubb? Comente aqui embaixo o que você faria diferente! 😉

Qual é o melhor investimento com resgate mensal?

Saque é sinônimo de conta corrente e não de conta de investimentos, certo? Nem sempre! Muitas pessoas buscam algum investimento com resgate mensal para ter o dinheiro em mãos sempre que quiser.

Esse é o seu caso? Então, o texto de hoje é perfeito para você!

Já vou te adiantar uma coisa: não há resposta exata para “Qual é o melhor investimento?”. Neste post, vou te apresentar 4 opções que existem no mercado e, a partir disso, cabe a você definir qual é a melhor para o seu bolso.

Nos 4 investimentos que vou te mostrar, é permitido fazer resgates mensais, mas cada um possui alguma característica diferente. Confira:

investimento para resgate mensal

1. Renda fixa privada

Se você já conhece um pouco sobre os tipos de investimento, deve estar estranhando o subtítulo “renda fixa privada” em um texto sobre investimento com resgate mensal, né? Mas, sim, é isso mesmo!

Na maioria dos títulos bancários como CDBs, LCIs e LCAs, não é permitido o resgate mensal. No caso de investimentos com liquidez diária, por exemplo, só é possível fazer o resgate antecipado de todo o montante.

No entanto, a notícia boa é que existem algumas instituições financeiras oferecem títulos privados com a opção de resgate mensal. Esses investimentos não são tão fáceis de serem encontrados, mas existe a possibilidade.

O Banco BTG Pactual, por exemplo, oferta um título em que é possível fazer o resgate mensal do rendimento. Já o Banco Pine oferece um CDB que rende mensalmente e o rendimento é depositado na sua conta.

Esses investimentos, normalmente, são ofertas pontuais e podem “acabar”. Mas é interessante saber que existe, sim, a opção de fazer um resgate mensal em investimentos de renda fixa.

2. Robôs de investimento

Os robôs de investimento são menos conhecidos entre os investidores tradicionais. Eles são empresas que fazem o serviço de alocar o seu dinheiro em carteiras personalizadas de acordo com o seu perfil.

São chamados de robôs porque a carteira é criada de uma forma automatizada, ou seja, é uma tecnologia que está sempre buscando as melhores rentabilidades do mercado.

Para quem busca investir com o objetivo de fazer saques mensais, os robôs podem ser uma boa alternativa já que possuem ferramentas para tornar isso possível.

Ao investir o seu dinheiro nos robôs, ele será alocado de acordo com os seus objetivos financeiros e seu perfil de investidor.

Quando você preencher o questionário de perfil, basta sinalizar que precisa de uma carteira com alta liquidez e, dessa forma, terá acesso fácil a seu dinheiro sempre que precisar.

Os robôs não possuem nenhum tipo de garantia (como a do Fundo Garantidor de Créditos – FGC), mas são indicados para todos os tipos de investidores já que o risco do investimento está na carteira e não no robô.

Se você for um investidor arrojado, por exemplo, grande parte do seu patrimônio será alocada em ativos mais arriscados. Tudo vai depender de como está o balanço da sua carteira.

3. Fundos de investimento

Enquanto os robôs são menos conhecidos entre os investidores tradicionais, os fundos são muito comuns. É um tipo de aplicação em que o investidor se torna cotista do fundo e o gestor daquele fundo aloca o dinheiro em diferentes tipos de investimento.

O fundo de ações é aquele em que a maior parte do patrimônio está investida em ações, o fundo de renda fixa é aquele em que a maior parte do patrimônio está investida em renda fixa… E assim por diante. Existem diversos tipos de fundo no mercado.

Se você busca investimento com resgate mensal, os fundos podem ser uma ótima oportunidade. Ao investir em um fundo, você vai depositando o dinheiro no mesmo montante e, caso precise fazer um saque, isso é permitido.

É claro que cada fundo possui a sua particularidade e não são todos que permitem esse tipo de operação. No entanto, não é difícil encontrar fundos com liquidez diária que permitem resgates mensais de acordo com a sua necessidade.

“Mas qual fundo eu escolho?”,  Infelizmente, não há nenhuma fórmula mágica. Tudo depende de qual é o seu objetivo e, principalmente, qual é o seu apetite para risco. Há fundos muito arriscados e outros mais conservadores.

Analise as opções e escolha o que faz mais sentido para seus objetivos!

4. Fundos imobiliários (FIIs)

Os fundos imobiliários, também conhecidos como FIIs, são negociados na bolsa de valores por meio do home broker da sua corretora. Em um FII, o gestor aloca o dinheiro dos cotistas em diferentes tipos de imóveis.

Eles são ótimas opções para quem busca investimento com resgate mensal já que, normalmente, FIIs pagam uma distribuição mensal.

Popularmente, essa distribuição é conhecida como “aluguel” porque boa parte desse dinheiro é proveniente dos aluguéis dos imóveis que estão dentro daquele fundo imobiliário.

Isso significa que, se você quiser fazer um saque mensal, pode usar o rendimento daquele fundo para isso. Como ele faz essa distribuição todos os meses, é uma boa oportunidade.


Na sua opinião, qual é o melhor investimento com resgate mensal? Deixe seu comentário aqui embaixo! 😉

5 dicas do Danilo Zanini para ganhar dinheiro com trade

A bolsa de valores é um ambiente de expectativa. Os traders são aquelas pessoas que usam as expectativas de crescimento e/ou queda para ganhar dinheiro com ações e outros ativos da bolsa. Veja as dicas do Danilo Zanini para “tradar” e ganhar mais.

No longo prazo, sempre há uma perspectiva de crescimento das empresas listadas em bolsa. Mas, no curto prazo, existem muitas oscilações. Trader é a pessoa que aproveita dessas oscilações para ganhar dinheiro – é a famosa “especulação”.

A bolsa de valores é dominada por banqueiros e grandes investidores. Os investidores pequenos acabam surfando no momento de outras pessoas e, por isso, é importante entender como funciona esse mercado para começar a investir.

Quem especula na bolsa sempre perde dinheiro. Aceite que você vai perder dinheiro por causa da volatilidade do mercado. Perder faz parte do processo e, se você não aceita isso, talvez não seja o melhor lugar para o seu dinheiro.

Não existe certo ou errado! Existem investidores conservadores que não tem apetite para risco e não há nenhum problema. Já quem tem perfil arrojado pode aceitar alguns riscos em troca de mais rentabilidade. Tudo depende do seu perfil como investidor.

Mas se você tem o perfil para fazer especulações na bolsa de valores, esse vídeo é para você! Estivemos com o Danilo Zanini, youtuber e investidor, e gravamos tudo. Dá o PLAY e confira:

O que achou do conteúdo? Se gostou, inscreva-se no canal do Yubb no YouTube e ative as notificações para não perder as novidades.


Você gostou das dicas do Danilo Zanini? Está pensando em operar com day trade? Deixe sua opinião e experiência aqui embaixo! 😉

O que são criptomoedas? Mais uma “bolha financeira” ou uma ótima oportunidade?

Você já ouviu falar nas criptomoedas? Tenho certeza que sim. Afinal, a trajetória de alta nas cotações de várias dessas moedas virtuais é impressionante. E isso, evidentemente, atraiu diversos investidores com o intuito de ganhar dinheiro rapidamente. Mas, afinal, o que são criptomoedas?

Isso tem feito com que surgissem dezenas de empresas e publicações financeiras “alertando” para essa “grande oportunidade”.

Naturalmente, eu comecei a ser questionado por aqueles que me seguem sobre o que são criptomoedas e se elas realmente são uma boa opção para quem quer investir.

Além disso, percebi que muita gente acredita que vai enriquecer rapidamente, pegando um “atalho” nessa onda. Isso tem me assustado bastante e me motivou ainda mais a escrever este artigo.

Por isso, quero responder aqui: o que são criptomoedas? Como elas funcionam? Será que são uma bolha financeira ou uma ótima oportunidade de ganhar dinheiro?

Parece interessante para você? Então continue lendo para descobrir o que há por trás das criptomoedas!

O que são criptomoedas? Será que elas serão o futuro dos sistemas monetários?

Apesar de seu nome causar certa estranheza para quem não está acostumado com os termos da internet, as criptomoedas nada mais são do que códigos virtuais que representam valores monetários.

Em outras palavras, são moedas como o real ou dólar, mas que não possuem um equivalente físico – como cédulas ou moedas de níquel. Elas existem apenas virtualmente, na web.

Isso, inclusive, é um dos fatos que preocupa investidores mais conservadores, já que, sem um lastro real e sem um sistema monetário regulador dessa moeda, fica difícil manter o controle sobre a sua emissão e constantes oscilações.

Em contrapartida, investidores mais arrojados veem, nessa liberdade, uma nova forma de sistema monetário para o futuro, com menos burocracia e com a ausência de intermediários.

Mas, sem dúvida, a maior inovação trazida pelas criptomoedas foi a blockchain – ou Protocolo da Confiança, que nada mais é do que uma base de dados compartilhados, em que a medida de segurança principal é a descentralização das informações.

Daí vem o termo cripto, do latim, que significa “codificado”: ou seja, uma “moeda codificada”.

E se você já ouviu falar em Bitcoin, Litecoin, Ethereum… São exemplos de criptomoedas. A diferença entre elas é que, assim como dólar, euro e real, cada uma tem a sua cotação e características.

Controvérsias à parte, antes de responder a você se criptomoedas são uma boa opção ou não, existem 3 fatos que você precisa saber antes de ler a minha resposta.

Vamos lá?

Os 3 fatos que você deve saber antes de comprar criptomoedas

Fato #1 – Criptomoedas não são uma forma de investimento

Isso mesmo! Não há como enquadrar esses ativos na definição clássica do conceito de “investimento”, de Benjamin Graham, que diz que:

Uma operação de investimento é aquela que, após análise profunda, promete a segurança do principal e um retorno adequado”.

Veja bem: com criptomoedas, isso simplesmente não é possível. Realizar uma análise profunda do ativo, garantir a segurança do principal e buscar um retorno adequado são formas de se identificar um investimento que não se enquadram à realidade das criptomoedas.

Isso porque, diferentemente do mercado de ações, onde cada ação representa os resultados de uma empresa, analisada pelos seus fundamentos, as moedas – e eu me refiro a qualquer moeda ou até metais preciosos, como o ouro – o mesmo não acontece.

É impossível de se fazer uma profunda análise que vá além do fator “oferta x demanda”. Como o mercado é altamente volátil, não há qualquer garantia de que o valor investido estará protegido.

Portanto, pela definição clássica de investimentos, as criptomoedas não se enquadram nessa categoria.

E isso é ruim?

Não necessariamente. O que importa aqui é que você tenha isso em mente, para que não corra o risco de achar que está investindo, enquanto, na realidade, está especulando.

A diferença não se dá por um ser bom e outro ruim, mas sim pelo fato de que a especulação é uma operação de curto prazo, com foco no preço do ativo especulado em detrimento aos seus fundamentos.

Seu objetivo é gerar um resultado muito superior ao do mercado, assumindo riscos que podem comprometer todo o capital aplicado.

Fato #2 – A tecnologia por trás das criptomoedas é revolucionária

Um dos principais pontos favoráveis às criptomoedas é algo que já comentamos: a blockchain.

Eu não sou nenhum especialista em meios de pagamentos e segurança de transações financeiras, mas tenho que concordar que a blockchain parece ser uma tecnologia fantástica que veio para ficar.

E isso é ótimo! Podemos ter grandes – e positivas – mudanças em tempo real.

Entretanto, há um fato bem claro aqui: isso, por si só, não quer dizer que as criptomoedas sejam uma grande oportunidade.

Afinal, nos mercados financeiros há sempre uma diferença entre “preço” e “valor”. Será que o preço das moedas que utilizam essa tecnologia é um “preço justo”?

Veremos mais sobre isso em frente, mas antes vamos ao fato número três.

Fato #3 – Sim, as criptomoedas podem ser utilizadas como uma reserva de valor

Já ouvi algumas vezes as criptomoedas serem chamadas de “o ouro virtual”. Afinal, assim como o ouro, cada criptomoeda tem uma demanda finita, como no caso da principal moeda, o Bitcoin, que tem 21 milhões de unidades.

Ou seja, sabemos que não haverá uma grande inflação nesse mercado porque, a partir do momento em que as 21 milhões de unidades do Bitcoin forem criadas, a “mineração” de Bitcoin – o nome dado para a criação de novas unidades da moeda – vai parar.

E isso vale para outras criptomoedas em ascensão, ou seja, logo teremos um mercado total bem claro e, portanto, um potencial de uso delas como reserva de valor.

A pergunta que não quer calar: seriam as criptomoedas uma boa oportunidade?

Depois de tudo o que tratamos aqui, você deve estar pensando:

Criptomoedas não são um tipo de investimento, e sim uma forma de especular. Tem uma grande tecnologia por trás, que pode mudar o mundo e além de tudo isso podem ser usadas como uma reserva de valor. Então eu devo comprar?

Por questões legais, eu não posso fazer uma recomendação clara sobre compra ou venda de qualquer tipo de ativo, já que essa é uma atribuição dos analistas de investimentos.

Então, vou me limitar ao meu ponto de vista para responder a essa pergunta. A partir da resposta, você pode decidir se deve comprar criptomoedas ou não.

Afinal, criptomoedas são ou não uma boa escolha?

Na minha visão e, depois, de muita análise sobre esse ponto, a resposta é não, principalmente se você estiver falando de Bitcoin.

Essa é uma criptomoeda que, para mim, tem todas as características de uma grande bolha financeira.

Se você não sabe o que significa “bolha financeira”, eu te explico.

É um termo empregado aos ativos, ou a uma classe de ativos, que adquire um preço totalmente incompatível com o seu valor intrínseco. Ou seja: o ativo passa a ser negociado a um preço muito superior ao seu preço justo.

Então, em dado momento, a bolha “estoura”, trazendo consigo grandes desvalorizações para esses ativos.

Em outras palavras, as pessoas que possuem esse ativo em carteira sofrem com uma grande perda em um espaço de tempo muito curto.

Bolhas existem há um bom tempo e sempre continuarão existindo. Afinal, elas estão muito mais ligadas à natureza humana do que a qualquer outra coisa, pois são causadas pela ganância, pela vontade de querer ganhar sempre mais.

É um assunto puramente relacionado à economia comportamental e eu até entendo se você discordar desse ponto de vista, ou questionar algo como:

“Mas Ramiro, essa tecnologia não é revolucionária?”

E aqui eu repito: o fato da tecnologia do blockchain ser revolucionária não significa que o preço de negociação de uma criptomoeda não esteja em um patamar totalmente artificial. Nem o fato de a demanda ser totalmente finita para cada tipo de criptomoeda impede isso.

Deixe eu te contar uma história para reforçar esse meu argumento.

Uma das bolhas mais famosas dos últimos tempos foi a “bolha ponto.com”, ou “dot.com bubble”, como é conhecida nos Estados Unidos.

No final dos anos 90, com o advento da internet, milhares de empresas de tecnologia abriram o capital na bolsa de valores norte-americana. E a maioria dessas empresas passou por um período de sucessivas altas e valorização muito forte.

Víamos empresas crescendo 100%, 200% ao ano sem gerar absolutamente 1 centavo de receita. Tudo, é claro, sob o argumento de que “a internet iria mudar o mundo”.

E, com o tempo, o mercado acabou percebendo que essas empresas da “bolha ponto.com” não valiam tanto quanto elas estavam sendo cotadas na NASDAQ. Assim, de um dia para o outro, a bolha estourou e todas as ações dessas empresas tiveram grande desvalorização.

E o que a gente enxerga hoje, cerca de 17 anos depois dessa bolha?

  1. Que a internet realmente mudou o mundo. (E eu não preciso nem entrar em detalhes quanto a isso, já que você está lendo este artigo graças a ela);
  2. Isso não evitou que os “investidores” que entraram naquela onda de “ganho fácil” não tenham perdido bilhões de dólares em aplicações financeiras.

Ou seja: aí temos um exemplo bem claro e recente de como o fato da tecnologia ser disruptiva não evita o fato de termos uma bolha financeira.

O Bitcoin e as principais características de uma bolha financeira

Quando eu digo que o Bitcoin tem todas as características de uma bolha financeira, não me refiro apenas à sua valorização extrema em um curto período de tempo. Afinal, isso por si só não quer dizer nada.

Meu argumento favorável ao fator “bolha do Bitcoin” se dá com base em três pontos:

Ponto 1: “Desta vez é diferente”

Como já comentei nos primeiros parágrafos, há algum tempo que tenho sido questionado pela audiência sobre as criptomoedas, mas em especial, os Bitcoins.

E quase todas as vezes que eu manifestei a minha posição contrária e cautelosa em relação à compra de Bitcoins, eu ouvi alguma frase parecida com essa:

“Ah, Ramiro, mas desta vez é diferente…”

E isso é até engraçado, porque existe uma máxima bastante famosa de um investidor chamado John Templeton, que diz justamente o seguinte:

“As 4 palavras mais caras do mundo são: desta vez é diferente”.

E isso significa, justamente, que a gente deveria aprender com casos que já ocorreram no passado. Mas parece que as pessoas insistem em persistir no erro…

A “bolha ponto.com” está aí para reforçar isso!

Ponto 2: Bolhas não podem ser observadas em tempo real

Se todo mundo achasse que o Bitcoin fosse uma bolha, sua cotação não teria subido tanto. O que isso quer dizer?

Que enquanto uma bolha não estoura, sempre há muitas pessoas negando que há, de fato, uma bolha. Veja o caso da subprime, em 2008, que foi muito bem retratada no filme “A Grande Aposta”.

Até um ano antes, o então presidente do banco central norte-americano, Alan Greenspan, e o seu sucessor, Ben Bernanke, seguidamente davam entrevistas negando o fato de que havia uma bolha no mercado de crédito imobiliário à época.

Portanto, de certa forma, o fato de ter muita gente negando que há uma bolha nesse mercado é mais um indício de que pode haver mais uma bolha crescendo.

Ponto 3: Apesar do argumento, (quase) ninguém usa o Bitcoin como reserva de valor ou meio de pagamento

Alguns dizem que o Bitcoin é uma excelente reserva de valor. E eu mostrei aqui que é verdade. O Bitcoin, assim como outras criptomoedas, pode ser, sim, uma excelente reserva de valor.

Outros dizem que um dia será um meio de pagamento amplamente aceito. E eu também não nego isso. Afinal, empresas como a Foxbit já facilitam a conversão de Bitcoins para moedas como forma de pagamento.

Entretanto, a verdade é esta:

A maioria das pessoas está utilizando essa criptomoeda como um ativo especulativo, comprando simplesmente porque acham que conseguirão vender a um preço ainda maior daqui a algum tempo.

Como é uma moeda sem lastro e, ainda, sem uma aceitação global como meio de pagamento, é difícil de dizer se ela possui um valor intrínseco por trás da alta cotação e, se sim, que valor intrínseco é esse.

Portanto, não se engane: quando o valor por trás do ativo é deixado de lado e tudo o que se fala é “quem comprar, vai ganhar”, desconfie: é mais um forte sinal de uma bolha prestes a estourar.

Conclusão: fugir ou agarrar as criptomoedas?

Não estou aqui para me posicionar como o dono da verdade. Com este artigo, quis mostrar para você os meus argumentos, os quais justificam meu posicionamento em relação às criptomoedas e, em especial, ao Bitcoin.

E independentemente do fato de você concordar ou não com eles, reforço meu posicionamento:

Tenha muito cuidado ao considerar adquirir qualquer criptomoeda.

Lembre-se sempre que elas são veículos de especulação financeira, e não de investimento, e o seu sucesso como investidor estará amplamente ligado ao fato de você preservar o seu capital em boas opções de investimentos.

Se você gostou desse conteúdo, não deixe de compartilhá-lo com o máximo de pessoas que puder, ajudando mais e mais investidores a entenderem o que são e como funcionam as criptomoedas.

Ramiro Gomes Ferreira

Ramiro é fundador do Clube do Valor, especialista em investimentos e possui ampla experiência em gestão e análise de valores mobiliários.

As opiniões expostas neste artigo são baseadas na visão do autor e não necessariamente refletem o entendimento do Yubb.

Como uma empresa pode abrir capital na bolsa de valores

saiba como abrir capital na bolsa de valores

Se você já investiu em ações, sabe que existem muitas empresas listadas na bolsa de valores. Mas como uma empresa chega naquela lista? Qual é o processo para uma companhia abrir capital e permitir investimento de acionistas? O que ela precisa fazer para ter as suas ações negociadas?

O processo é longo, mas simples de compreender. Cada empresa passa por alguns estágios durante o seu crescimento: tudo pode começar com os recursos próprios do empreendedor. Em um segundo momento, podem surgir sócios que querem financiar o crescimento.

Depois, o empreendedor pode pedir um crédito bancário para obter mais recursos. A emissão de papéis de dívidas (como CRIs, CRAs e debêntures) também pode ser uma forma de financiamento.

Até que, chega um determinado momento, em que a empresa decide buscar acionistas e abrir capital na bolsa de valores. Em outras palavras, realizar uma oferta pública inicial de ações (IPO).

Para abrir capital, a empresa precisa seguir algumas regras e seguir um caminho junto com a B3 (bolsa de valores do Brasil) para fazer o seu IPO. Um ponto muito importante é que deve existir demanda de investidores para a empresa ser listada na bolsa.

Depois de percorrer todo esse caminho, acontece aquele evento tão simbólico que é o dia do toque da campainha. É o momento que marca o primeiro dia de negociação da empresa no próprio espaço da B3.

Quer saber mais detalhes sobre esse processo? Yubb esteve com Felipe Paiva, diretor de relacionamento com o cliente da B3, para falar sobre o assunto. Dá o PLAY:

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Você sabia como era o processo para uma empresa abrir capital na bolsa de valores? Se tiver qualquer dúvida, deixe um comentário aqui embaixo! 😉

Fundo de investimentos: 6 dicas para ganhar mais

Para quem busca diversificar a carteira, um fundo de investimentos é uma ótima opção. Não importa se é fundo multimercado, fundo de ações, fundo de renda fixa… Eles podem ser muito úteis para você, investidor, ganhar mais dinheiro.

O fundo é um serviço de investimento e não um produto diretamente. Ao investir em um fundo, você está deixando o seu dinheiro com uma equipe especializada que vai alocá-lo em diversos ativos.

Todo fundo possui um gestor que é a “cabeça” do fundo e os investidores são chamados de cotistas. Os cotistas compram cotas daquele fundo, tornando-se “sócios” e, em troca, o fundo cria uma estratégia de investimento em diversos ativos de acordo com a sua política.

Se o fundo for de ações, por exemplo, a maior parte do dinheiro dos cotistas será investida em ações. Se o fundo for de renda fixa, em renda fixa. E assim por diante.

O fundo de investimentos é uma ótima oportunidade para quem busca mais facilidade na hora de investir e quer aproveitar a expertise do gestor e sua equipe. Quer dicas para ganhar mais dinheiro com fundos? Vem comigo!

1. Não use rentabilidade histórica como projeção para o futuro

Diferente da renda fixa, a rentabilidade de um fundo de investimentos não é precisa. Como o fundo é composto por diferentes ativos, a sua rentabilidade oscila muito de um período para o outro.

Quando você pesquisar relatórios e informações sobre os fundos de investimento, vai ver um dado que se chama “rentabilidade histórica”. Essa é uma forma que o fundo mostra quanto rendeu no período mencionado. Mas a dica é: rentabilidade histórica não é garantia de ganho futuro!

Ao fazer uma busca no Yubb e notar que o fundo X tem uma rentabilidade histórica de 150% do CDI para um prazo de 1 ano, isso significa que ele RENDEU esse percentual no último ano. No entanto, isso não significa que ele RENDERÁ isso no próximo ano.

Essa dica é importante para não se iludir com as rentabilidades históricas altas. 😉

2. Invista em diferentes fundos

Como eu disse no início do texto, existem diferentes tipos de investimento em diferentes gestoras. Para criar uma carteira diversificada e ganhar mais dinheiro, é interessante ser cotista de diferentes fundos.

Se você é um investidor conservador, por exemplo, pode colocar grande parte de seu patrimônio em fundos mais seguros como fundo DI e fundo de renda fixa, mas também pode colocar uma pequena parte em fundo multimercado.

Além disso, também é importante “não ficar preso” em sua corretora/banco. No Yubb, mostramos diversas gestoras e, para ganhar mais dinheiro, é sempre indicado observar as oportunidades em todas as instituições financeiras do mercado.

3. Não tenha medo de arriscar mais

Anota aí: até o investidor mais conservador do mundo pode ter uma parte de seu patrimônio alocado em renda variável. Tudo depende do perfil, mas basta fazer uma boa alocação dos ativos para minimizar os riscos e maximizar os ganhos.

No caso dos fundos, é a mesma ideia! Você não precisa ter medo de arriscar mais. Ou seja, não precisa temer os fundos multimercado e os fundos de ações. Por mais que você seja conservador, é interessante conhecer as oportunidades do mercado.

Mas, é claro, mantenha a cautela. Veja se aquele fundo possui uma política que se encaixa com os seus objetivos e, aos poucos, crie mais “coragem” para correr mais riscos e, quem sabe, ganhar mais dinheiro.

4. Fique atento com as taxas

Taxas, taxas e mais taxas. Ao deixar o seu dinheiro com o gestor de um fundo, você está pagando “pela cabeça” dele, certo? Como é a experiência dele que vai fazer o seu dinheiro render, esse trabalho precisa ser pago de alguma forma.

Nos fundos, existem três taxas que são comuns: taxa de administração, taxa de performance e taxa de saída. Cada uma possui uma função diferente e é necessário ficar atento para não pagar taxas abusivas.

Um exemplo muito comum que gosto de dar: um fundo de renda fixa não pode comprar uma taxa de administração alta. Como os produtos de renda fixa são mais simples, você poderia investir sozinho. Se você está determinando essa função para um fundo, é necessário que essa taxa seja baixa.

Já no caso de um fundo de ação, a taxa pode ser mais alta já que é um mercado mais complexo. Analise de caso a caso e fique atento para não perder rentabilidade com taxas!

5. Analise o valor inicial e a liquidez

Todo fundo de investimentos possui características únicas. Antes de investir, você precisa analisar se todos aqueles atributos cabem no seu bolso e no seu planejamento financeiro. Calma, é mais fácil do que você imagina!

Vou focar em dois pontos aqui: valor inicial e liquidez.

O valor inicial é o valor mínimo exigido para que você invista naquele fundo. Existem fundos que exigem milhões de reais para entrar, acredita? Mas há diversas oportunidades a partir de R$ 100,00. Veja se aquele fundo se encaixa no seu objetivo.

No caso da liquidez, a situação é parecida. Alguns fundos possuem liquidez D+30, ou seja, no caso de resgate, o dinheiro demora 30 dias úteis para cair na sua conta. Se for uma emergência, já era, né? Por isso, veja qual é a liquidez do seu fundo para não ter dor de cabeça no futuro.

6. Pense no longo prazo

Por último, mas não menos importante, é importante analisar o prazo do seu fundo de investimento. Como existem muitos fundos com liquidez diária, os investidores gostam de pensar no curto e médio prazo, mas é muito importante focar também no longo prazo.

Como os fundos são investimentos mais arriscados (sem garantia do Fundo Garantidor de Créditos) e que oscilam com o mercado, podem ser ótimas opções para o seu investimento de longo prazo.

Quer aplicar as dicas e ganhar mais dinheiro? Veja os melhores fundos no Yubb:

Gostou das nossas dicas para investir em fundo de investimentos? Se tiver qualquer dúvida ou comentário, deixe aqui embaixo! 😉

Rico Investimentos: quem é essa corretora e como investir?

quem é a Rico Investimentos?

A Rico Investimentos é a segunda maior corretora do Brasil, ou seja, é uma instituição muito importante no mercado financeiro brasileiro. Em 2016, foi comprada pela XP Investimentos – que é a maior do país. Mas, afinal, que corretora é essa?

A Rico é uma empresa digital de investimentos que tem o objetivo de empoderar seus clientes através de ferramentas e educação financeira. O foco está no online já que a corretora acredita que há muitos problemas no modelo tradicional de investimentos.

Atualmente, são mais de R$ 20 bilhões em custódia para mais de 900 mil clientes e a Rico é líder em investimento no Tesouro Direto, ganhando até mesmo dos grandes bancos. Segundo os executivos da Rico, isso está diretamente relacionado com a estratégia de educação financeira para seus clientes.

Muitas pessoas têm medo de investir em plataformas independentes, mas, na realidade, não há nenhum risco no intermediário. O risco não está na corretora e sim no investimento,

Se você investir em um título do Tesouro Direto, por exemplo, a garantia é do governo e não da Rico. A corretora é apenas uma ferramenta que ajuda o investidor a encontrar diversos investimentos em diferentes emissores.

O Yubb esteve com Pedro Boesel, head da corretora, e gravou tudo para você. Quer ver? Dá o PLAY!

Curtiu o vídeo? Inscreva-se no canal do Yubb no YouTube e ative as notificações para não perder as novidades.


Você já investe pela Rico? Ou pretende investir? Deixe a sua experiência aqui embaixo no campo de comentários! 😉