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Que tal ganhar uma conta de R$ 1500,00 paga?

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Guiabolso paga meus boletos
Guiabolso paga meus boletos

Cartão de crédito, aluguel e IPVA são apenas algumas contas que tiram o sono dos brasileiros todos os meses. Não está sendo fácil pra ninguém, mas dá pra ficar menos complicado. Está rolando uma campanha muito interessante para o seu bolso em que alguns consumidores vão ganhar boletos pagos no valor de R$ 1500,00. É uma bela ajuda pra economizar e investir, né?

Mas antes de falar dela, pense rápido: você saberia dizer qual é a conta que mais tira o sono do brasileiro? O aplicativo Guiabolso resolveu investigar e descobriu que a fatura do cartão de crédito, que chega todo mês com um valor expressivo, é o que mais assusta o consumidor.

Quase metade das pessoas (45%) que participaram da pesquisa, que ouviu 2.154 consumidores, escolheu esse boleto como o que mais causa preocupação no dia a dia. Em seguida, vem o aluguel ou parcela do financiamento da casa (14%).

O motivo para o susto com as contas é justamente o valor alto. Para você ter uma ideia de quanto as pessoas costumam gastar com as contas:

  • R$ 286 por mês com TV, internet e telefone;
  • R$ 584 com contas residenciais (inclui água, luz e IPTU);
  • R$ 2.661 com a fatura do cartão de crédito;
  • R$ 752 com IPVA.

Os três primeiros gastos foram as médias mensais de despesas em 2018. A conta do IPVA representa o valor médio pago em janeiro do ano passado.

Para dar uma aliviada no bolso, o app está dando uma forcinha: ao responder um quiz diário na plataforma, 10 pessoas ganharão um boleto pago de até R$ 1500,00. Para participar da campanha “Guiabolso, paga meus boletos!” é preciso baixar o app, conectar suas contas bancárias e entrar na aba Guia, um feed com conteúdos personalizados.

Entre 5 e 18 de fevereiro, aparecerão duas perguntas por dia de assuntos diversos. Por terem pesos diferentes, mesmo que a pessoa perca uma das 28 perguntas pode recuperar os pontos numa outra questão. Os ganhadores, aqueles que tiverem mais pontos, serão anunciados em 20 de fevereiro.


Quais são os melhores investimentos para 2019?

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melhores investimentos 2019

O segundo mês do ano já começou, mas muitos usuários do Yubb seguem mandando dúvidas sobre os melhores investimentos 2019. Com a mudança de governo e manutenção da taxa básica de juros, há incertezas no mundo dos investimentos.

Com o governo Bolsonaro, a maioria dos especialistas pensa que as ações de empresas estatais vão se valorizar, o dólar vai recuar e isso faz com que o mercado de renda variável se fortaleça acima da renda fixa.

Isso acontece porque a projeção é que o dólar siga uma tendência de queda e que a SELIC (taxa básica de juros do país) se mantenha estável nos próximos meses. Já que a renda fixa costuma acompanhar a SELIC e o CDI, os especialistas veem 2019 como o ano da renda variável e de investimentos mais arriscados.

Mas, afinal, quais são esses investimentos? Aposto que você já leu vários textos com análises profundas sobre o cenário econômico brasileiro, mas poucos realmente explicitam quais são os melhores investimentos 2019.

É por isso que, no post de hoje, vou te mostrar quatro opções que prometem bombar neste ano e que podem ser um ótimo destino para o seu dinheiro. Eles estão organizados por ordem de risco sendo que o #1 é o mais seguro e o #4 é o mais arriscado. Dá uma olhada:

melhores investimentos 2019

1. Recibo de Depósito Bancário (RDB)

Por mais que seja o ano da renda variável, não tinha como deixarmos a renda fixa de fora. Entre todas as opções, o Recibo de Depósito Bancário (RDB) está tendo destaque e aparece como uma das promessas para este ano.

O RDB é um produto menos conhecido já que não pode ser encontrado nos bancos. Ele é emitido e distribuído por financeiras, instituições menores que oferecem empréstimo e investimento e, por esse motivo, apresentam altas rentabilidades.

Em comparação com um CDB, por exemplo, a rentabilidade é bem mais alta. Isso acontece porque as financeiras precisam criar boas taxas para os RDBs com a finalidade de captar clientes enquanto os bancos já possuem uma grande base de clientes.

O Fundo Garantidor de Créditos (FGC) garante este tipo de investimento até R$ 250 mil por grupo financeiro e R$ 1 milhão por CPF. Por isso, é um investimento que une segurança e rentabilidade.

2. Fundos multimercado

Os fundos multimercado são aqueles fundos de investimento bem diversificados. Nesse caso, o gestor investe o dinheiro dos cotistas em diversos tipos de ativos (desde títulos públicos até ações da Bolsa) e pode ser uma ótima oportunidade para aproveitar todos os vieses do mercado.

Os multimercado são uma ótima opção para 2019 já que pode “surfar” nas oscilações que estão acontecendo e o gestor tem a liberdade de colocar o seu dinheiro onde estiver com a melhor rentabilidade. Outra vantagem é a possibilidade de ter renda fixa e renda variável em um único lugar.

Mas, cuidado! Nenhum fundo de investimento é garantido pelo FGC e, ao aplicar o seu dinheiro, você estará sujeito às decisões do gestor do fundo, independente de sua preferência pessoal.

3. Fundos de ações

Já pensou em um profissional qualificado que fique comprando e vendendo ações da Bolsa para você? Isso é possível nos fundos de ações! Assim como o multimercado, o gestor pega o dinheiro dos cotistas para investir a fim de uma alta rentabilidade para todos os investidores.

Mas, nesse caso, a diferença é que o dinheiro vai exclusivamente para ações da Bolsa. O papel do gestor é analisar quais são as melhores empresas do mercado e criar estratégias de compra e venda para potencializar os ganhos.

Se você é um investidor conservador ou se nunca investiu em renda variável, talvez esse fundo não seja para você. Por mais que seja gerido por um especialista, o mercado de ações é muito volátil e sempre há o risco de grandes perdas.

4. Peer-to-peer

Além dos mais conhecidos, há alguns investimentos alternativos que vêm conquistando o mercado: peer-to-peer (P2P) é um exemplo disso. Se você não conhece, é uma modalidade que, de um lado, empresta recursos para empresa e, do outro lado, capta recursos com investidores que querem investir nessa empresa.

Esse serviço é oferecido por empresas especializadas (startups de finanças, chamadas fintechs) que conectam os tomadores (pessoa jurídica) com os investidores (pessoa física). Isso traz uma grande agilidade no processo de empréstimo e também diminui as taxas entre as duas partes.

Porém, o investidor deve saber que é um investimento arriscado. Por mais que seja uma das grandes apostas para 2019, sempre há o risco de inadimplência da empresa e isso pode te fazer perder muito dinheiro. Dica: sempre analise o risco antes de sair investindo nas alternativas “da moda”.

Você sabia que esses são os melhores investimentos 2019? Está pensando em investir em alguma dessas alternativas? Deixe um comentário aqui embaixo! =)

Investimentos alternativos para 2019: robôs, peer-to-peer, crowdfunding e criptomoedas

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investimentos alternativos para 2019

O mundo dos investimentos vai muito além dos queridinhos títulos públicos do Tesouro Direto, CDBs, ações e fundos de investimento. Existem outras opções no mercado que são menos conhecidas, mas que vale a pena conhecer melhor. Conheça 4 investimentos alternativos para 2019: robôs, peer-to-peer, crowdfunding e criptomoedas.

Para começar, os robôs de investimento. Eles não são um produto e sim um serviço: é um robô que faz a gestão do seu dinheiro. O funcionamento é bem similar ao de um fundo de investimento, mas a diferença está na grande quantidade de tecnologia que os robôs utilizam.

Em segundo lugar, está o peer-to-peer (P2P), um investimento muito recente que foi regulado em 2018. Como o nome já diz, é algo que funciona “de ponta a ponta”. É uma modalidade de empréstimo coletivo que não necessita de um intermediário (banco). O investidor precisa saber que P2P é um investimento arriscado já que não conta com a garantia do FGC e sempre há a possibilidade de a empresa não pagar o valor combinado.

Tanto em robôs de investimento quanto em peer-to-peer, o investidor pode começar a aplicar a partir de R$ 100,00, ou seja, são investimentos alternativos acessíveis. Quer saber quais são as outras duas opções que vão bombar em 2019? Dá o PLAY e descubra!

Gostou do vídeo? Esperamos que sim! Não esqueça de se inscrever no canal do Yubb no YouTube e ativar as notificações para não perder as novidades.


Já conhecia esses tipos de aplicação? Vai colocar seu dinheiro nesses investimentos alternativos para 2019? Deixe sua opinião aqui embaixo! 🙂

Ações Vale hoje: investir na Vale depois de Brumadinho?

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ações Vale hoje

O Brasil enfrentou uma tragédia nos últimos dias. A barragem Mina Córrego do Feijão, em Brumadinho (MG), rompeu e a Vale, mineradora responsável pela barragem, sofre uma enorme crise. E como ficam as ações Vale hoje?

Como a Vale é uma das maiores empresas do país, tem grande participação na Bolsa e no Ibovespa. Com o desastre, as ações caíram e muitos investidores ficaram em dúvida do que fazer com a ação da empresa.

No meio de tanta emoção, é importante esperar os ânimos acalmarem antes de tomar uma decisão. O fundo de ações Alaska, por exemplo, está esperando os próximos dias para decidir se vai comprar mais ações ou até mesmo zerar a posição.

O impacto na economia já aconteceu porque as ações caíram e o Ibovespa perdeu mais de 2 mil pontos. Mas como estão as ações Vale hoje? Qual é a melhor estratégia diante desse desastre? Vale a pena investir na Vale depois de Brumadinho?

O Yubb esteve com Henrique Bredda, gestor do fundo Alaska Black, para falar sobre o assunto. Ele falou sobre o cenário econômico brasileiro e falou sobre ações Vale hoje. Será que o Alaska vai continuar investindo na mineradora? Confira:

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Você gosta de vídeos com análise de acontecimentos recentes?Deixe aqui embaixo o seu comentário sobre as ações Vale hoje =)

Imóveis podem ser considerados uma forma de investimento?

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Imóveis podem ser considerados uma forma de investimento

“Comprar um imóvel é o melhor investimento”, “Vou investir em um imóvel para minha família”… Para muitos brasileiros, investimento é sinônimo de imóveis. Mas será que isso é verdade? Será que imóveis podem ser considerados uma forma de investimento?

Essa ideia já ficou tão comum que poucas pessoas contestam essa informação para entender se comprar um imóvel realmente vale a pena. No post de hoje, vou te mostrar tudo que você precisa saber antes de comprar um imóvel para entender se é investimento ou não.

Imóveis podem ser considerados uma forma de investimento?

Imóvel é investimento?

A resposta já vem no começo: não é todo imóvel que é investimento! É importante estabelecer uma diferença entre o imóvel que é comprado para sua própria moradia ou o imóvel que é comprado para ganhar dinheiro.

Se você está comprando aquele imóvel para moradia (seja para você, sua família, sua filha, sua mãe e etc), NÃO É INVESTIMENTO. A partir do momento que alguém vai desfrutar daquele imóvel para morar, é considerado um custo e não um investimento.

Agora, em um segundo caso, se você está comprando aquela propriedade para obter um retorno financeiro (seja em aluguel ou em revenda), aí sim é um investimento.

Exemplo: uma pessoa recebe uma herança e decide comprar duas propriedades. O apartamento de três dormitórios no centro da cidade será destinado à sua moradia e o pequeno apartamento de um dormitório ao lado de uma universidade será destinado para aluguel de estudantes – para obter uma renda mensal. Isso significa que o primeiro imóvel NÃO é investimento (é apenas gasto) e o segundo imóvel é um investimento já que visa um retorno financeiro.

Antes de comprar um imóvel…

Depois de entender que moradia não é investimento, se você ainda pretende comprar um imóvel para ganhar dinheiro com aluguel (ou até mesmo revenda), é importante analisar alguns fatores antes de comprá-lo:

  • Compare outras opções: você sabia que existem outros investimentos que podem te dar a mesma rentabilidade que um imóvel? Os fundos imobiliários, por exemplo, oferecem uma renda mensal e há menos dor de cabeça com burocracia. Opções em renda variável como ações podem também te pagar dividendos. É importante comparar os investimentos existentes para ver se realmente vale a pena comprar um imóvel.
  • Pesquise sobre o mercado: como está o mercado imobiliário no Brasil? Estude o mercado e pesquise a opinião de especialistas. É importante entender a situação econômica do país para não ter grandes surpresas no futuro.
  • Analise as questões burocráticas: diferente de vários investimentos, comprar um imóvel é um processo burocrático que pode te dar muita dor de cabeça. Leve em conta o tempo que vai ser gasto para comprar/alugar/vender e o acompanhamento constante que é necessário.
  • Entenda a liquidez: a liquidezde um imóvel é muito baixa. Se você está comprando um imóvel para ter uma “salvação” em caso de emergência, talvez não seja uma boa opção. É difícil encontrar um comprador interessado que vai pagar o valor cheio no tempo que você deseja. E, além disso, pode demorar muito para o capital realmente chegar no seu bolso.
  • Faça as contas: muitas pessoas compram imóveis no impulso e, quando percebem, existe mais prejuízo do que lucro. Antes de comprar, é essencial fazer as contas de quanto você vai pagar (investir) e qual será o rendimento ao longo dos anos – sabendo que isso é apenas uma expectativa e não uma garantia de retorno. Pesquise o histórico de valorização da região do imóvel, faça projeções realistas e coloque no papel os custos versus os ganhos.
  • Prepare-se para o pior cenário: e se o mercado desacelerar e ninguém comprar o seu imóvel? E se a região desvalorizar e ninguém quiser alugá-lo? Como eu já disse, investir em imóveis é algo arriscado e o investidor sempre precisa estar preparado para o pior cenário. Tome algumas decisões e planeje-se arcar com custos que talvez não fossem esperados.
  • Escolha com sabedoria: pesquise muito bem antes de investir em um imóvel. Faça uma pesquisa de campo, conheça a região, visite várias vezes, leia sobre a valorização (ou não) daquela área… Enfim, escolha o imóvel com sabedoria para não se surpreender negativamente no futuro.

Ufa! Hehe. Como você percebeu, existem vários cuidados que você precisa ter antes de comprar um imóvel. A maioria desses cuidados podem até ser chamados de desvantagens por alguns especialistas já que, como você deve ter percebido, os imóveis são uma modalidade arriscada de investimento.

Conclusão

Respondendo à pergunta do título “Imóveis podem ser considerados uma forma de investimento?”: SIM! Se você não está usando para moradia, os imóveis podem ser bons investimentos. Mas é necessário ficar atento aos riscos! Verifique se não existem opções mais rentáveis, menos arriscadas e com menos burocracia antes de comprar um imóvel pelo impulso.

Entendeu se os imóveis podem ser considerados uma forma de investimento? Qual é a sua opinião sobre o assunto? Deixe um comentário aqui embaixo!

Como usar o Yubb para buscar o melhor investimento

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saiba como usar o Yubb
saiba como usar o Yubb

Uma pergunta muito comum no mundo das finanças pessoais é “Como procurar e escolher o melhor investimento?”. Como existem muitas opções no mercado, as pessoas ficam confusas e muitas vezes deixam de investir por causa dessa confusão. Por isso, hoje vamos te ensinar a como usar o Yubb.

Para quem não sabe, o Yubb é um buscador de investimentos gratuito e imparcial. Isso significa que a plataforma mostra milhares de investimentos em todo o Brasil em diferentes instituições financeiras. E vale lembrar que não somos vinculados a nenhuma empresa de investimento!

Para fazer a sua busca, não é necessário fazer nenhum cadastro. Digitando apenas quanto você quer investir (R$) e por quanto tempo (meses), o Yubb te mostra uma página completa com as opções disponíveis no mercado naquele momento. Sim, os investimentos são atualizados em tempo real!

Se você quiser usar algum filtro, basta gerenciá-los no canto superior direito da tela de acordo com o seu objetivo financeiro. Se busca um investimento para reserva de emergência, por exemplo, é só selecionar “liquidez diária” e assim por diante.

Pensando em te ajudar a escolher o melhor investimento para você, fizemos um vídeo especial sobre como usar o Yubb. Dá o PLAY e confira!

Gostou do conteúdo? Então inscreva-se no canal do Yubb no YouTube e ative as notificações para não perder os novos vídeos.


Entendeu como usar o Yubb e como isso pode te ajudar a escolher o melhor investimento? Se tiver alguma dúvida, deixe um comentário aqui embaixo =)

Onde investir em 2019: cenário e perspectivas

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saiba onde investir em 2019

2019 se iniciou há algumas semanas e muita gente ainda está voltando de férias e, talvez, tenha ficado um pouco por fora do noticiário e dos indicadores econômicos do Brasil neste momento. Assim, fica a pergunta: quais são as tendências de mercado domésticas e internacionais neste ano e onde investir em 2019?

Claro que a resposta dessa questão é extremamente subjetiva, uma vez que isso vai depender da tolerância a risco de cada investidor, assim como dos seus objetivos pessoais. Porém, o BTG Pactual digital participa do blog do Yubb hoje para explicar um pouco mais sobre o cenário atual do Brasil e como se posicionar neste momento.

onde investir em 2019

De onde viemos em 2018

Em primeiro momento, é preciso entender o momento político e econômico atual. O Brasil está com sua taxa básica de juros, a SELIC, em 6,5% ao ano há bastante tempo – esse patamar é o menor da taxa em sua história.

A inflação, por sua vez, encerrou 2018 abaixo do centro da meta estipulada pelo governo e o Ibovespa marcou a terceira alta anual consecutiva. Em 2016, o principal índice de ações da bolsa brasileira se valorizou 25,86%, enquanto em 2017 a alta marcada foi de 38,94% e, em 2018, o desempenho positivo foi de 15,03%.

O PIB (Produto Interno Bruto) do Brasil, por sua vez, deve registrar um avanço de 1,3% no ano que passou.

Resumindo, todos esses dados indicam que 2018 foi um ano com desempenho positivo no mercado de ações, recuperação econômica, baixa taxa de juros e inflação também sob controle.

No campo político, por sua vez, a atenção ficou com as eleições presidenciais. Após um pleito bastante turbulento e polêmico, o ex-congressista Jair Bolsonaro (PSL) foi eleito em segundo turno com uma agenda considerada “pró-mercado”.

Cenário político e implicações econômicas

Entre os pontos econômicos defendidos pelo recém-eleito presidente Bolsonaro estão uma reforma da previdência e, também, um corte de gastos públicos por meio de ferramentas como a privatização de empresas estatais.

E é exatamente o sucesso ou insucesso dessa agenda que deve movimentar o mercado nos próximos meses. A edição mais recente do relatório Focus, produzido a partir de uma pesquisa com economistas e profissionais de mercado realizada pelo Banco Central, mostra uma expectativa de crescimento mais forte este ano, em 2,57% e inflação novamente abaixo do centro da meta de 4,5%.

Porém, esse movimento vai depender, no campo doméstico, do sucesso do novo governo em suas negociações com o legislativo. Operadores do mercado acreditam que, caso o Palácio do Planalto consiga, efetivamente, mostrar força para trazer as reformas na previdência e de privatizações, o Ibovespa teria espaço para ainda mais altas, enquanto a curva de juros seguiria fechando.

Contudo, caso o Congresso se mostre mais resistente a essas mudanças ou o executivo não priorize essa agenda, pode haver um recuo dos movimentos de alta no mercado de renda variável e uma abertura na curva de juros. A reação do mercado a uma eventual reforma na previdência e a uma agenda de privatizações, contudo, é totalmente incerta, uma vez que dependerá das condições do momento em questão.

Cenário internacional: desafios e mudanças

No campo internacional, o cenário também se mostra turbulento e incerto. A questão mais urgente no momento fica na Europa, com o processo de saída do Reino Unido do bloco da União Europeia, também conhecido como Brexit.

Após plebiscito realizado em 2016, os britânicos optaram por estreita maioria a sair do grupo de países, mas o processo vem se mostrando mais complicado do que o esperado e o mercado está atento em relação a seu desenrolar. A menos que aconteça alguma prorrogação de prazo, o Reino Unido tem até o dia 29 de março deste ano para sair da União Europeia e, até agora, nenhum plano foi aprovado pelo congresso local para dar andamento nesse processo.

Outro ponto que levanta questões no mercado fica com o processo de aumento das taxas de juros nos EUA, que já vem agitando tanto o Brasil quanto o resto do mundo há alguns anos. As dúvidas ficam se o Fed (Federal Reserve) adotará uma política mais hawkish, ou seja, mais dura e com altas de juros mais agressivas, ou mais dovish, ou seja, mais suave e com um processo mais gradual e mais lento.

Além disso, a guerra fiscal entre os EUA e a China também levanta pontos e pode, eventualmente, respingar no Brasil.

Com todo esse cenário, onde investir agora?

Como já falamos nesse texto, é difícil precisar exatamente qual o direcionamento do mercado e suas reações, mas parece consenso que o foco, pelo menos no início do ano, deve ficar nos desdobramentos do governo Bolsonaro e suas ações.

Com um cenário de crescimento no Brasil mais forte, retomada de otimismo e enxugamento dos problemas fiscais no governo, a tendência é de taxas de juros mais baixas e maiores valorizações na Bolsa.

No setor de renda variável, entre os destaques, tendem a surgir as companhias com maior exposição a recuperação da economia (varejo, construção civil e consumo) e também as companhias estatais devido aos casos de privatizações.

Já na renda fixa, os títulos pós-fixados tendem a ser os mais indicados caso aconteça alguma volatilidade e tenhamos alta nas taxas na curva futura de juros do país.

Assim, a aposta do mercado atualmente é que, mesmo com o forte desempenho do Ibovespa recentemente, renovando seguidamente máximas históricas, ainda há mais espaço para altas e os investidores ainda podem surfar nessa onda.

Para quem é mais conservador, o ideal é manter na renda fixa pós-fixada, seja em papéis privados, como o CDB (Certificado de Depósito Bancário) e a LCI (Letra de Crédito Imobiliário), por exemplo, e que costumam acompanhar o CDI ou em títulos públicos, caso do Tesouro SELIC, papel do Tesouro Direto que acompanha a taxa Selic.


Essas perspectivas te ajudaram a decidir onde investir em 2019? Se tiver alguma dúvida, deixe um comentário!

BTG Pactual Digital

O BTG Pactual Digital é uma plataforma de investimentos que tem como missão democratizar as melhores aplicações financeiras para todos os brasileiros e conta com a experiência do maior banco de investimentos da América Latina.

As opiniões expostas neste artigo são baseadas na visão do autor e não necessariamente refletem o entendimento do Yubb.

Saiba como abrir conta na Avista Financeira

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como abrir conta na Avista Financeira

Você já ouviu falar em uma instituição que se chama “financeira”? É uma empresa privada muito similar a um banco, mas que tem um tamanho bem menor e conta com atividades limitadas. Uma delas é a Avista Financeira: descubra como abrir conta nessa instituição.

Uma financeira é uma “sociedade de crédito, financiamento e investimento” (CFI) e é uma instituição que oferece, de um lado, empréstimos e financiamentos e, do outro lado, investimentos. Como elas são menores, são menos conhecidas pelos investidores, mas oferecem rentabilidades muito altas já que precisam captar mais clientes.

Por mais que sejam empresas tradicionais, a maioria delas já está inserida no meio digital e oferece um cadastro online e gratuito para o investidor começar a aplicar o dinheiro. Mas será que isso é um processo simples? Como funciona a abertura de conta na Avista Financeira?

O Yubb também teve essas dúvidas e, por isso, a Avista é a escolhida para participar do #YubbResenha. Quanto tempo será que demorou para abrir conta? Quais documentos foram necessários? Dá o PLAY e descubra:

O que achou do vídeo? Esperamos que tenha gostado! Inscreva-se no canal do Yubb e ative as notificações do YouTube para não perder as novidades.

E, é claro, deixe a sua avaliação sobre a Avista Financeira (ou qualquer outra empresa em que você investe) no Guia das Melhores Empresas de Investimento para ajudar outros investidores.


Gostou do processo de abertura de conta na Avista Financeira? Se tiver alguma dúvida ou comentário, deixe aqui embaixo 😉

O que é RDB e como investir?

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o que é RDB e como investir

Navegando pelo Yubb, você já deve ter se deparado com algumas siglas: CDI, CDB, LCI, LCA e, entre elas, RDB. Esse é um tipo de investimento menos conhecido no mundo das finanças, mas que pode trazer uma boa rentabilidade no seu portfólio. Quer entender o que é RDB e como investir neste produto? Vem comigo!

o que é RDB e como investir

O que é RDB?

RDB significa Recibo de Depósito Bancário e é um produto em renda fixa privada. Isso significa que ele tem o mesmo funcionamento de CDB, LCI e LCA: é um “empréstimo” que o investidor faz para uma instituição financeira privada.

Mas o diferente desse título é que ele não é propriedade dos bancos. O RDB é um papel emitido por financeiras, um tipo de instituição bem menor que um banco e com algumas características muito interessantes.

Uma financeira é uma “sociedade de crédito, financiamento e investimento”. E como o nome entrega, é uma empresa especializada em oferecer empréstimos e financiamento e, do outro lado, investimentos.

As financeiras atuam em nichos específicos. Elas financiam a compra de bens duráveis como automóveis, caminhões, máquinas e muitos outros e também oferecem empréstimos pessoais (desde crédito pessoal até financiamento de bens).

Ao aplicar em um RDB, o investidor está emprestando dinheiro para a financeira usar em suas operações. Como recompensa, a empresa oferece uma rentabilidade e, no final do período do investimento, você recebe o capital investido + rendimentos (juros).

Rentabilidade

Como as financeiras são menores que os bancos, precisam oferecer boas oportunidades nos investimentos para captar clientes. É por esse motivo que, normalmente, os RDBs possuem uma rentabilidade maior do que os CDBs.

Essa é a característica mais chamativa dos RDBs: a rentabilidade. Os investidores gostam muito de aplicar o dinheiro justamente porque é um produto seguro (spoiler: é garantido pelo FGC!) e com uma rentabilidade muito alta.

Quer ficar impressionado? É possível encontrar RDBs com rentabilidade bruta de 132% do CDI. Sim, não é exagero! Essa rentabilidade existe e é uma das maiores do mercado em renda fixa privada.

Características

Como eu disse ali em cima, o RDB é muito similar ao CDB. Dessa forma, suas características são muito parecidas e, normalmente, são atributos que chamam a atenção do investidor pela flexibilidade e segurança.

Confira as suas principais características:

  • Garantia do FGC: o RDB possui a garantia do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) ou seja, o seu investimento está seguro até R$ 250 mil por grupo financeiro e R$ 1 mlhão por CPF. Se a financeira quebrar, você recebe o seu dinheiro (+ rendimentos) de volta.
  • Tributação do IR: a tributação pelo Imposto de Renda de um RDB segue a tabela regressiva dos investimentos em renda fixa. Quanto mais tempo o seu dinheiro fica investido, menor é a alíquota que você vai ter que pagar.
  • Pré ou pós-fixado: existem RDBs prefixados (rentabilidade definida no momento do investimento), mas também existem opções pós-fixadas em que a rentabilidade depende de algum indexador. Na maioria dos casos, o RDB é indexado ao CDI.
  • Valor mínimo: há alguns anos, só era possível investir em RDB a partir de R$ 10.000,00. Atualmente,existem boas opções a partir de R$ 1.000,00, o que torna um investimento mais acessível a todos.
  • Prazo de vencimento: há RDBs com diferentes prazos que dependem da escolha do investidor. Existem opções a partir de poucos meses (3 ou 4 meses) até vários anos (até 10 anos).
  • Liquidez: diferente do CDB, a liquidez do RDB é sempre no vencimento. Isso, em outras palavras, significa que o dinheiro investido só pode ser resgatado no prazo fina – o dinheiro fica “preso” durante todo o período sem a opção de liquidez diária.

Como investir?

Para investir nesse produto, o processo é muito simples. Por lei, o RDB não pode ser distribuído em corretoras e só é encontrado nas próprias financeiras. Por isso, é preciso abrir uma conta de investimento nesse tipo de instituição.

Todo o processo é realizado online e não há nenhum custo (taxa de manutenção, taxa de corretagem, taxa de custódia.. NADA!) para investir em RDB. Depois de ter a conta aberta, basta fazer a transferência do valor que quer aplicar e concretizar o investimento.

Como os RDBs são menos conhecidos e “mais raros”, pode ser complicado encontrar as financeiras que oferecem as melhores rentabilidades. Só o Yubb compila todos os investimentos em um só lugar. Confira:

Entendeu o que é RDB e como você pode investir nesse título? Se tiver qualquer dúvida, deixe o seu comentário aqui embaixo! =)

Como funciona a liquidez do Tesouro Direto?

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saiba tudo sobre a liquidez do Tesouro Direto

Os títulos públicos do Tesouro Direto são os investimentos mais seguros do Brasil já que contam com a garantia do próprio governo federal. Mas será que é impossível perder dinheiro no Tesouro? Hoje você vai entender mais sobre a liquidez do Tesouro Direto.

Todos os títulos do Tesouro Direto oferecem a possibilidade de resgate antecipado, mas é importante saber que existe uma “pegadinha”. Como os valores dos títulos são alterados diariamente, você pode acabar perdendo dinheiro. Por isso, é importante consultar a tabela de preços antes de vender um título.

Outro ponto importante é a rentabilidade negativa nos primeiros dias de investimento. Como a taxa de compra é diferente da taxa de venda, o Tesouro Nacional incentiva que os investidores mantenham os títulos para o médio ou longo prazo. Por isso, existe uma rentabilidade negativa nos primeiros dias.

No Tesouro Direto, o importante é investir de acordo com o seu objetivo. Se você conecta o prazo de vencimento do título de acordo com os seus planos, sempre terá a rentabilidade combinada e não terá dor de cabeça durante o período.

O Yubb esteve na sede do Tesouro Nacional, em Brasília, para falar com Paulo Marques, gerente de relacionamento institucional da entidade. Chegou a hora de você saber todas as informações “escondidas” sobre os títulos públicos do Tesouro Direto. Dá o PLAY:

O que achou do conteúdo? Se gostou, não esqueça de se inscrever no canal do Yubb no YouTube, deixar o seu like no vídeo e compartilhar com os amigos.


Entendeu como funciona a liquidez do Tesouro Direto? Já ficou com medo de perder dinheiro nos títulos públicos? Deixe o seu comentário aqui embaixo! =)